No mundo competitivo de hoje, a criatividade se tornou um grande diferencial para um profissional ou empresa se destacar da concorrência. Claro, nada melhor do que ter uma grande idéia e criar ou aperfeiçoar um produto ou serviço num mercado sempre ávido por novidades.
No entanto, todos acabam tendo dificuldades para exercer tais habilidades, até porque nossa sociedade não privilegia os processos de desenvolvimento de nossas habilidades criativas.
Todos sabemos que as crianças são muito criativas, e tem uma imaginação que alça vôos a lugares que os adultos não conseguem acompanhar. Ao crescer e começar a compreender o sistema de aprovação/desaprovação social, uma criança criativa vai "escondendo" sua habilidade "diferente" para se adequar ao seu circulo de vida. Primeiro na família, depois na escola, seus amigos mais chegados, e por fim no circulo profissional.
Uma das habilidades que mais expressam a criatividade é o desenho. Uma folha de papel em branco é um espaço perfeito para colocar o que sua imaginação quiser, especialmente as coisas que não existem no mundo real.
Betty Edwards é uma arte-educadora, que lecionou na California State University, e ela diz que a maioria das crianças não desenvolve sua habilidade de desenhar além dos onze anos. Seu livro "Aprendendo a desenhar com o lado direito do cérebro" é famoso e utilizado em todo o mundo como texto-padrão em escolas de arte.
Seus estudos sobre os hemisférios direito, que processa imagens e percepções, e o hemisfério esquerdo, que processa a lógica e o pensamento analítico; levaram-na à conclusão de que qualquer pessoa pode desenvolver, ou na verdade, resgatar suas habilidades criativas, fazendo exercícios adequados para tirar proveito desta grande capacidade que é tão desejada no mundo hoje.
Começando por copiar imagens ou fotos, estimula-se a habilidade de criar um desenho, e a partir daí, é um pulo para desenhar sem copiar, ou seja, reproduzir algo que está dentro do seu cérebro, ou uma imagem que somente você está enxergando.
Todos nós somos capazes de imaginar objetos, lugares, sensações e emoções. Um ator nada mais faz do que imaginar o que sua personagem faria naquela parte do roteiro e materializa o comportamento imaginado para ela. Assim, quando mentimos, também estamos sendo "atores" porque estamos inventando, ou criando uma situação que não ocorreu de fato. O aspecto negativo é que alguns o fazem tão habilmente que parece ser verdade...
Então, IMAGINE, pois é o passo mais simples para ser mais criativo. Não precisa muito tempo: 15 minutos por dia bastam para este exercício: Largue um pouco o celular e as redes sociais, e faça sua imaginação viajar; para outros lugares, cidades, países, mundos e galáxias... imagine se fosse um rei e tivesse o poder para resolver apenas UM PROBLEMA da humanidade, qual seria o problema que considera mais sério? E na sequencia, quantas soluções poderia imaginar para sanar este problema tão importante para você?
Este é o princípio do Brainstorm, uma poderosa ferramenta técnica que todos os criativos usam para "inventar" coisas novas. Ficará surpreso com sua capacidade de imaginar coisas diferentes, novas, inusitadas, até absurdas... isso mesmo; mas não se preocupe! Lewis Carrol escreveu absurdos em Alice no País das Maravilhas, e é um sucesso de público até hoje!
Garanto que além de exercitar seu cérebro e estimular sua criatividade, começará a dominar as habilidades para aplicar estas técnicas em sua vida pessoal e profissional.
Qual a empresa que não gostaria de ter um profissional que ofereça não uma, mas diversas soluções para os problemas mais importantes que ela tem?
Pense nisso e consiga um diferencial competitivo inigualável, porque as idéias que você tiver, serão apenas suas, e isso o tornará indispensável para quem o contratou.
Abraços e até a proxima!
Bem-vindo ao meu Blog, onde escrevo sobre minha paixão por filmes e carros, e suas miniaturas. Fique à vontade para comentar e compartilhar.
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segunda-feira, 6 de março de 2017
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Criatividade em alta
29 de junho de 2012
Criatividade como fator de competitividade é a bola da
vez no mercado corporativo. Como matéria prima da Inovação, a Criatividade tem
sido buscada por empresas de todos os tipos para conseguir se diferenciar no
mercado.
Modelos cultuados de gestão como o Google, General Electric, Pixar, Apple e outras menos famosas, mexem com nosso imaginário de como seria trabalhar num sistema totalmente diferente do que estamos habituados. Ao mesmo tempo, ficamos receosos de mergulhar num rio cuja profundidade ou correnteza não são familiares a nós, e surgem os medos e inseguranças sobre como seria nosso desempenho nestes modelos operacionais.
Receios mais que compartilhados com as gerências e diretorias, ainda muito apegadas ao modelo tradicional de gestão, mais relacionado a feitores e escravos do que a livres empreendedores em busca de realização e resultados.
O fato de ser um empreendedor já não significa ser dono de seu próprio negócio; hoje se requer que os colaboradores com carteira assinada sejam também empreendedores, comprometidos com os resultados da empresa como se fosse a sua.
Por aí, já podemos sentir que a efetiva prática da Criatividade, do Empreendedorismo são mais difíceis de conseguir aparecer, crescer e se consolidar como parte da "cultura" da empresa.
Fatores como a suspensão do julgamento, não temer o erro, questionar as regras vigentes, e buscar o novo tentando transformar as idéias em inovações reais em produtos, serviços, processos, até reinventar o negócio da empresa; são fatos que nem tantas empresas (digo, Gerências e Diretorias) estão dispostas a aceitar. Até mesmo com os demais colaboradores, da sua própria área ou de outras da empresa, acaba sendo difícil de implementar, devido às mudanças que sua idéia produzirá no seu setor ou de seus colegas.
Sem dúvida, a mudança provoca alterações no "status quo" de outras pessoas, e nem todas estão plenamente receptivas às sugestões de outrem, criando até mesmo involuntariamente barreiras que por fim se tornam impossíveis de ultrapassar.
Faço votos de que essa nova ordem e regras trazidas pela Internet possam vingar no mercado corporativo, e as empresas (e aqui são não só as Gerências e Diretorias, mas também os demais colaboradores nos escritórios e plantas de produção) sejam plenamente beneficiados por estas qualidades tão instigantes como a Criatividade, a Inovação e a Atitude Empreendedora.
Todas as referências que se acham na literatura de Negócios sobre estes temas não cansam de enaltecer as boas idéias de alguém que conseguiu superar
estes obstáculos e se projetou com a implementação de suas boas idéias.
Considero que a
"cultura" de um organização - aquelas regras não escritas, mas que
todo mundo acaba seguindo, e muitas vezes não sabendo porque elas existem ou já
não sabemos qual o motivo pelo qual devam ser obedecidas - é um grande
empecilho para que se implemente a Criatividade, ou melhor, ela apareça no
comportamento dos colaboradores, e venha a se materializar no mundo real com
idéias criativas, que devidamente cultivadas, se transformarão um inovações que
trarão um retorno muitas vezes maior do que aquilo que foi investido.
Comportamento humano é uma
coisa muito difícil de mudar. Mas não é impossível.
Como a necessidade é a mãe da
invenção, torço para que a pressão do mercado aumente até um ponto em que ou as
empresas (pessoas) mudam, ou deixarão de existir. Pode não ser o ideal, mas se
as mudanças acontecerem, poderemos entrar em uma nova fase de atividade humana,
em que o potencial criativo de todos nós produzirão benefícios inimagináveis em
diversos campos, e quem sabe tornando as pessoas um pouco mais felizes e
realizadas.
Quem criou todas as coisas foi
Deus. E quando o homem passa a criar, ele chega um pouco mais perto de quem nos
fez à sua imagem e semelhança, e nos privilegiou com a qualidade divina
da Criatividade.
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