quarta-feira, 28 de agosto de 2024

Opala – uma lenda de 24 anos

Opala Sedan 4 portas, 1969

A General Motors no Brasil estava no Brasil desde 1925, mas só fabricava caminhões e picapes, mas em 1968 lançou seu primeiro automóvel no país: o Opala. Baseado no Opel Rekord da Opel alemã, com motorização americana, combinação que podia justificar o acrônimo de “Opel” com “Impala”, resultando no nome que o carro ganhou aqui.

A plataforma do Rekord ganhou uma nova frente, inspirada no Chevy americano, e um novo painel traseiro. A engenharia teve de se desdobrar porque o projeto alemão seguia o sistema métrico, e o americano o sistema imperial, em polegadas; então a fábrica a produzir a metade traseira baseada no Rekord no sistema métrico, e a metade dianteira baseada no Impala, em polegadas. Isso obrigou a GM brasileira a manter duas linhas de montagem, por cerca de dez anos, até unificar o sistema de medidas em 1979.

O Opel Rekord, que serviu de base para o nosso Opala

O esportivo SS de 1971


Equipado com motores americanos de quatro cilindros com 2,5 litros e seis cilindros com 3,8 litros, eram um desenvolvimento dos Chevrolet Stovebolt, projeto de 1929. A versão de quatro cilindros foi atualizada no Chevy Nova de 1961, e o de seis no Impala de 1963; e pela sua robustez, equiparam os Opala até o final de sua linha em 1992, passando até a equipar seu sucessor, a linha Ômega até 1998.

O câmbio manual de três marchas com alavanca na coluna de direção, tração traseira, suspensão dianteira independente e traseira por eixo rígido, ambas com molas helicoidais, rodas de ferro calçadas com pneus diagonais, era uma configuração típica da época. Com o tempo, vieram o câmbio de quatro marchas com alavanca no assoalho (1971), e o câmbio automático em 1973. Os freios eram a tambor, e passaram a discos na dianteira com duplo circuito hidráulico apenas em 1976.

A linha do Opala em 1978

Lançado inicialmente como um sedã de quatro portas, novas versões foram surgindo com o tempo: cupê duas portas, cupê esportivo com motor de 4,1 litros, versões de acabamento Especial (básico), Luxo, Gran Luxo e SS (esportivo); a Caravan (Station wagon) surgiu em 1975, e a versão Gran Luxo passa a ser denominada Comodoro.

Opala de Luxo, 1975

O SS de 1978

Com o aumento da concorrência, com os Maverick da Ford, e os Dodge Dart e Charger da Chrysler, que tinham motores maiores e mais potentes do que o Opala, a GM teve de lançar o 250-S, o seis cilindros de 4,1 litros como opcional para os que desejavam mais desempenho. Neste modelo, o comando tinha mais abertura por mais tempo, carburador duplo e tuchos mecânicos em vez dos hidráulicos, permitindo atingir maiores rotações sem flutuação das válvulas, taxa de compressão de 8,5:1, exigindo gasolina azul, de maior octanagem. A potência passou de 140 cv para 171 cv, com torque de 32,5 m.kgf; acelerando de 0-100 km/h em 10 segundos e máxima de quase 200 km/h.

Diplomata, topo de linha em 1980

O Diplomata passa a ser o top de linha em 1980, com direção hidráulica e ar-condicionado como itens de série. Em 1983, o câmbio passa a ter cinco marchas, e as atualizações estéticas se resumem à frente e traseira, mantendo-se a mesma plataforma, sem alterar as linhas laterais da carroçaria.



Varias versões da Caravan

As mudanças de acabamento e estética eram acompanhadas de atualizações mecânicas que o mercado demandava, como os motores a álcool, ignição eletrônica, pneus radiais e suspensões revisadas, amortecedores pressurizados, barras estabilizadoras, câmbio com overdrive, freios da disco também nas rodas traseiras, direção hidráulica, vidros elétricos, alarmes antifurto travas automáticas, ajuste da altura do volante, vidros laminados, faróis halógenos, de longo alcance e de neblina, bateria selada, catalizador para reduzir emissões, bancos de couro e alterações internas nos motores, menos visíveis mas que deram uma sobrevida ao Opala, que virou Diplomata no fim da vida.

Diplomata, 1981

Diplomata, 1991

Pela versatilidade e robustez, o Opala foi utilizado em diversos segmentos do mercado, como veículo de executivos, foi Carro Oficial da Presidência da República, e diversos órgãos públicos como a Polícia Civil e Militar, Polícia Rodoviária, Guardas Municipais, Corpos de Bombeiros e ambulâncias fizeram uso do modelo em suas frotas.

Muitos pilotos e equipes de corridas utilizaram os Opalas nas pistas, com vários níveis de preparação e potência; e a categoria dos Stock-Cars começou com eles, seguindo o padrão dos americanos; mas depois o Opala ficou travestido com apliques de fibra de vidro, para melhorar a aerodinâmica e conseguir mais velocidade. Ainda encontramos alguns exemplares preparados para as corridas de arrancada, mas esses carros muitas vezes tem a mecânica totalmente alterada dos originais.

O Diplomata da Serie Collectors, de 1992

Em abril de 1992, saíram da linha os últimos deles, um Diplomata automático e uma Caravan Ambulância. Para marcar o encerramento foi lançada a série especial Diplomata Collectors (colecionadores), de estimadas 150 a 200 unidades, que vinha acompanhada de certificado, fita de vídeo e brochura com a cronologia do Opala desde o projeto inicial, relógio, caneta e chaves com inscrições douradas. No lugar dos logotipos Diplomata, na traseira e no volante, vinha Collectors. Bancos revestidos em couro eram opcionais e havia as cores preta, azul e vinho.

Da minha coleção


Opala SS Cupê, 1972, da BR CLassics em 1:64


Opala Caravan SS, 1978, da BR CLassics em 1:64

Os Opala da BR Classics são os mais detalhados, a marca brasileira tem conseguido muitos admiradores no mercado e valem o preço delas. Tanto a escala como os detalhes de faróis e lanternas, rodas e pneus proporcionais aos reais, decoração e interior detalhado fazem a diferença, além de ser um modelo que ficou mais de vinte anos no mercado brasileiro, e mesmo que não tenha possuído um deles, vale a pena ter na coleção.

Chevrolet SS, da Serie 2012 New Models

Chevrolet SS, da Serie HW Showroom: HW Performance, de 2013

Customizado com motor de Dragster e rodas da AC Custon


Os da Hot Wheels são bem mais simplificados, claro, mas não deixam de ter um atrativo, visto que a Mattel está reproduzindo carros exclusivos do mercado brasileiro, como estes Opalas (oficialmente denominados Chevrolet SS pela Mattel), a Brasilia, o SP-2, o Maverick e o Dodge Charger na versão que foi fabricada aqui pela Chrysler nos anos 1970. O exemplar vermelho foi customizado com um motor de dragster saindo do capô, e as rodas trocadas pelas AC Custon.

Já na escala 1:43 saíram diversos Opalas na bem numerosa Chevrolet Collection, da Salvat Editora, com minis feitos pela IXO ou Altaya, e a série dos Carros Inesquecíveis do Brasil ─ que incluía vários Opalas, Caravans e Diplomatas na coleção ─ podiam ser adquiridos nas bancas de jornais. São bem detalhados pela escala maior, e reproduzem os modelos que muitos de nós vimos nas ruas em mais de 20 anos.

Caravan 1979, da Chevrolet Collection, em 1:43 antes e depois de customizada


Opala 4 portas, 2500cc, 1969

Opala Gran Luxo Cupê, 1972

Opala Especial (Básico) Cupê, 1973

Opala Luxo, 4 portas, 1974

Opala SS Cupê, 1975

Opala SS Cupê, 1976

Caravan Diplomata, 1988

Opala Diplomata, 1992

Opala Polícia Rodoviária

Opala Stock-Car - Affonso Giaffone

Opala Stock-Car - Ingo Hoffmann, 1992

Opala Stock-Car - Wilson Fittpaldi Jr.

Opala Stock-Car - Ingo Hoffmann, 1980

Opala Stock-Car - Paulo Gomes


Referências:

https://autolivraria.com.br/bc/informe-se/passado/historia-chevrolet-opala-comodoro-diplomata-ss-caravan-2500-3800-4100/

domingo, 25 de agosto de 2024

T-Hunts e Super T-Hunts - Hot Wheels

Os logos dos T-Hunts e Super T-Hunts

Com o interesse dos colecionadores pelos Hot Wheels, a Mattel aplicou a estratégia de tornar alguns modelos mais raros e difíceis de encontrar, estimulando a busca por estes modelos "diferenciados" e em quantidade "limitada".

Treasure Hunts ou T-Hunts são exemplares dos Hot Wheels que apareceram pela primeira vez na linha principal de 1995. Eles tinham a embalagem com o nome do modelo na tarja lateral em fundo verde. Os T-Hunts, como ficaram conhecidos, são produzidas em quantidades limitadas e inseridas nos Lotes enviados aos varejistas. De 1995 a 2010, foram lançados 12 carros Treasure Hunt a cada ano, a partir de 2011, são 15 T-Hunts, um em cada Lote.

O ano de 2012 foi o último em que os T-Hunts saíram nas cartelas com a tradicional faixa verde, e passaram a não ter uma embalagem que os identificassem nas gôndolas. Os logotipos que identificavam estes modelos foram mudando com os anos e atualmente é um círculo com as chamas características dos Hot  Wheels. Em cada caixa de 72 unidades dos Hot Wheels, um exemplar é um T-Hunt dando uma medida de raridade para encontrar nas gôndolas.

T-Hunts 2010


T-Hunts 2011

T-Hunts 2012

T-Hunts 2022


A partir do ano de 2007, começaram a sair os Super T-Hunts, exemplares da linha normal, porém com uma pintura metalizada Spectraflame, e com rodas especiais e pneus de borracha (Real Riders). Com estas características, ficam mais fáceis de identificar nas cartelas; e assim como os T-Hunts, são 15 modelos a cada ano, um em cada lote.

Super T-Hunt 2013

A diferença é que apenas um exemplar pode ser encontrado em cada 15 ou 20 caixas que chegam ao mercado, tornando-se muito mais difíceis de encontrar.

Outro caso que torna a miniatura rara são os erros de produção. Com o imensa quantidade de Hot Wheels produzida a cada ano, não é difícil acontecerem  falhas no controle de qualidade da produção e alguns exemplares que deveriam ser refugados, acabam chegando às gôndolas das lojas. O exemplo na minha coleção é o Corvette Grand Sport, um T-Hunt que veio na cartela do Olds 442.

Cartela correta

Cartela errada


quinta-feira, 1 de agosto de 2024

Carros e Filmes: Drive - 2011


Drive é um filme de ação e drama americano de 2011 dirigido por Nicolas Winding Refn. O roteiro, escrito por Hossein Amini, é baseado no romance homônimo de James Sallis de 2005. O filme é estrelado por Ryan Gosling como um dublê de Hollywood não identificado (não foi dado um nome para o personagem) que trabalha também prestando serviços como motorista de fuga. Ele rapidamente passa a gostar de sua vizinha, Irene (Carey Mulligan), e de seu filho, Benicio (Kaden Leos). Quando o marido endividado dela, Standard (Oscar Isaac), é libertado da prisão, mas precisa pagar uma dívida pela "proteção" enquanto esteve preso. Os dois homens participam do que acaba sendo um assalto fracassado de um milhão de dólares que põe em risco a vida de todos os envolvidos. O filme é coestrelado por Bryan Cranston (como Shannon), Christina Hendricks (Blanche), Ron Perlman (Nino) e Albert Brooks (Bernie Rose).

Ele dirige um Chevrolet Chevelle 1973 (carro que o próprio Ryan Gosling restaurou e usou no filme), trabalha como mecânico, dublê de filmes e piloto de carros nas filmagens de perseguição, e nas horas vagas, como piloto de fuga para assaltos. Seu patrão na oficina é Shannon, que persuade o mafioso Bernie Rose e seu sócio Nino a conseguir um carro para Driver correr. Quando o marido de Irene é solto da prisão, precisa pagar sua dívida para Chris Cook, que os convence de assaltar uma loja de penhores para pagar sua dívida de US$ 40,000. Driver se oferece como motorista de fuga para ajudar a família, mas tudo dá errado: o dono da loja de penhores reage, atira em Standard, que morre; mas ele consegue pegar a maleta com o dinheiro e escapa.

O Chevelle Malibu 1973

Numa intricada rede de interesses, Driver busca quitar a dívida de Standard, para que pelo menos Irene e Benício possam se livrar deste problema e seguir com suas vidas em paz; mas Cook envia assassinos para matar Driver, que consegue escapar, e Shannon oferece a ele para guardar o dinheiro na sua oficina, mas Driver recusa e vai atrás de Cook, que revela que Nino está por trás de tudo. Driver tenta devolver a grana para Nino, mas ele envia seus capangas para matar Irene e Benício.


A razão das mortes é explicada a Bernie por Nino, que revela que a máfia da Costa Leste escondia o dinheiro na loja de penhores para iniciar uma operação na região; e agora, todas as pessoas ligadas ao roubo podiam levar a Máfia da Costa Leste até ele, por isso precisavam matar todas elas. Bernie mata Cook, e Nino vai atrás de Shannon, matando-o na oficina. Driver persegue Nino na Pacific Coast Highway e joga o carro contra o de Nino, que foge para a praia, mas é alcançado e afogado no mar depois de uma luta.


Driver se encontra com Bernie e faz o acordo para livrar Irene e Benício, mas é esfaqueado por Bernie, reage e mata Bernie com sua própria faca. Irene faz as malas, bate na porta de Driver, e vai embora quando ninguém atende.

O filme termina com Driver ferido, dirigindo seu Chevelle noite adentro.

Chevelle Malibu 1973


O exemplar utilizado no filme foi escolha do próprio Gosling. O diretor Refn deu permissão a Gosling de escolher o carro para o seu personagem, e ele juntou o que gostava de automóveis com o que o seu personagem deveria pilotar. Depois de pesar vários prós e contras, os dois foram a um ferro-velho e adquiriram o Chevelle Malibu 1973. O carro foi levado a um galpão onde Gosling desmontou completamente o carro, e praticamente o reconstruiu ele mesmo, exceto pela transmissão, feita por um especialista. Gosling considerava que este exercício o ajudou a construir o lado psicológico de seu personagem, com paciência e habilidade que ele deveria demonstrar nas múltiplas cenas em que trabalhava no carro, além de criar uma conexão particular com o carro que iria pilotar nas cenas do filme.


O Chevelle era da terceira geração do modelo (1973-1977), e havia recebido um extenso redesign depois de 10 anos. Era uma versão de duas portas (denominada “Colonnade Hardtop), com caída semi-Fastback, ficando com as janelas traseiras menores. A grandes portas não tinham moldura superior do vidro, e a legislação de segurança americana obrigou os carros a terem os para-choques que resistiam a choques de até 8 km/h, ficando bem avançados do que a geração anterior. A mesma legislação obrigou as montadoras a instalar reforços nas portas contra impactos laterais

A terceira geração veio com diversos aperfeiçoamentos, como um novo chassi com uma estrutura perimetral reforçada, fixações para a carroçaria revisados, eixo traseiro com 8,5 polegadas, rodas de 6 polegadas de tala, suspensões revisadas com maior curso, novas buchas, nova posição dos amortecedores e nova geometria da suspensão dianteira, que ganhou freios a disco em todas as versões do Chevelle.

Havia cinco motores para o Chevelle 1973: um seis cilindros de 250 cid e um V8 de 370 cid com carburadores duplos, ambos com 110 hp para o Chevelle Deluxe e Malibu. O V8 de dupla carburação com 145 hp era exclusivo da versão Laguna mais luxuosa. Havia também um V8 de 350 cid com 175 hp (este motor equipava o carro de Gosling) e outro de 454 cid com carburadores quádruplos gerando 245 hp. Os câmbios eram os manuais de três velocidades padrão, sendo o manual de quatro velocidades e um automático de três Hydra-Matic opcionais.

Praticamente um clone do Chevrolet Monte Carlo, com duas portas, se tornou um sucesso de vendas, pegando carona com seu “irmão”. O Malibu vendeu 327.631 unidades em 1973, mais 59.108 unidades da versão Station-Wagon. As versões Laguna coupe e sedan venderam 56.036 unidades, e as versões SS mais esportivas atingiram 28.647 unidades, dos quais 2.500 foram equipadas com os motores de 454 cid.

1992 Ford Crown Victoria


O Crown Victoria na versão Interceptor para as forças policiais não era vendido ao público, mas muitos se interessavam por ele e adquiriam seus exemplares quando a polícia substituía os carros vendendo os antigos em leilões, obviamente removendo os adesivos, computadores, rádios, sirenes e luzes de emergência. Esses exemplares tinham muitos componentes reforçados para uso mais pesado, e as transmissões automáticas de quatro velocidades tinham uma calibração para mudar as marchas em rotações mais elevadas, visando maior desempenho; e os motores V8 Flex-Fuel 4,6 litros 2V SOHC, com 251 hp e taxa de compressão de 9,6:1 em vez do 9,5:1 da versão normal vendida ao público. Eles tinham radiadores de óleo para auxiliar a manter a temperatura ideal do motor, mesmo operando em altas rotações por longos períodos, sem risco de superaquecimento.

A configuração do layout de chassi-carroçaria era considerada vantajosa para frotas e a polícia, pois barateava os custos de reparação em caso de colisões, e a tração traseira favorecia as manobras em perseguições e as suspensões eram mais resistentes para enfrentar obstáculos no ambiente urbano.

O sistema de escapamento em aço inoxidável T-409 tinha silenciadores mais eficientes, para reduzir o nível de ruído e vibrações, mesmo em altas rotações, sem perder potência do motor. As suspensões tinham molas de alto desempenho, cerca de 20 mm maiores para maior distância do solo, e tinham barras estabilizadoras traseiras de menor diâmetro que a dianteira.

Estes modelos tinham o câmbio na coluna de direção, ficando o espaço do console disponível para os equipamentos da polícia, como rádio, laptop, controles da luzes de emergência, nicho para armas de fogo e o MDT (Mobile Data Terminal).

Da minha coleção



O Chevrolet Chevelle 1973 é o carro pilotado por Driver, reproduz o modelo utilizado no filme, mas acabou não tendo uma presença marcante na película. Talvez pelo design do período não ter sido tão atraente, e o tom de cor cinza não colaborou para se destacar nas cenas. A miniatura da Greenlight abre o capô dianteiro, revelando o bloco do motor em vermelho, a caixa do filtro de ar com as devidas ressalvas para a escala. O design das rodas cromadas é fiéis às do carro do filme, mas parecem um tanto desproporcionais no modelo, que tem pneus de borracha. A base é metálica, e vem com algum detalhamento da parte inferior do carro.



Molduras cromadas nos para brisas e janelas, lanternas traseiras em vermelho e ponteiras de escapamento, mais a placa JT 108 da California completam a decoração da miniatura.



O Ford Crown Victoria é o carro usado pela polícia de Los Angeles na época em que o filme é posicionado, com sua pintura em preto e branco, característica de muitas forças policiais dos Estados Unidos. Tem os decalques da polícia de Los Angeles, as luzes de emergência e a numeração/código correspondente no teto e capô traseiro, para identificação pelos helicópteros em auxílio aéreo.




Os faróis e lanternas estão demarcados, mas não tem detalhamento, compensando pelos decais da polícia no para lama traseiro e capô traseiro, com a bandeira americana e o logotipo Ford.

Referências:

https://en.wikipedia.org/wiki/Drive_(2011_film)

https://en.wikipedia.org/wiki/Chevrolet_Chevelle

https://www.imdb.com/title/tt0780504/

https://www.imcdb.org/m780504.html

https://en.wikipedia.org/wiki/Ford_Crown_Victoria_Police_Interceptor