Mostrando postagens com marcador Pontiac GTO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pontiac GTO. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 11 de janeiro de 2022

PONTIAC GTO - O primeiro "Muscle-Car" americano

O Pontiac GTO era um carro da General Motors que ficou em linha entre os anos de 1964 a 1974. Esta denominação também foi dada a um carro com o mesmo perfil de desempenho pela Holden australiana, entre os anos de 2004 a 2006.

O Pontiac GTO foi considerado o primeiro “muscle-car”, tipo de carros que se tornou muito popular na metade da década de 1960 e de 1970, até a crise do petróleo por volta de 1973.

A origem do GTO remete ao modelo Tempest, um sedã compacto lançado em 1961, quando o mercado dos carros “compactos” estava em alta, e a Chevrolet havia lançado o Corvair, a Pontiac planejava um clone do Corvair, mas a direção da GM deu sinal verde para que se desenvolvesse um novo carro.

Pontiac Tempest 1961
Entra em cena John Zachary DeLorean, Engenheiro-chefe e Diretor Geral da Pontiac, seguindo a filosofia de usar componentes mecânicos já existentes, criou o Tempest, mas ele achava que devia ser mais do que um “compacto”. Construído na plataforma Y-Body da GM, compartilhando elementos comuns com o Buick Special e Skylark, e o Oldsmobile F-85 e o Cutlass; foi eleito “Carro do Ano” pela revista Motor Trend; e a Car and Driver elogiou o Tempest como “excepcionalmente espaçoso” e “um carro com melhor aproveitamento desde do Ford Model A”.

Mas para DeLorean, o Tempest era “menos do que bem-sucedido”, e acrescentou: “Não há problema mecânico, mas o carro chacoalha tanto que parece carregar metade do porta-malas com pedras rolando dentro”.

Apesar de usar “peças de prateleira”, o Tempest tinha algumas características que o diferenciavam dos outros compactos da GM. Foi lançado com um motor de quatro cilindros de 195 cid (3,2 litros) designado “Trophy 4” que era exatamente a metade do “Trophy 8”, um V8 de 389 cid (6,4 litros). Havia 3 opções (de 110, 140 e 166 hp) que focavam em economia consumindo entre 18 e 22 galões a cada 100 km.

Outra característica marcante era a combinação de motor dianteiro e o conjunto de câmbio e diferencial acoplados na traseira (conhecido como transaxle, que havia sido apresentado no Buick LeSabre Concept), proporcionando uma distribuição de peso de 50/50% nos eixos dianteiro e traseiro, junto com a suspensão independente nas quatro rodas, combinados à quarta opção de motor que era um V8 da Buick, com bloco de alumínio de 215 cid (3,5 litros), produzia, em suas várias versões, entre 155 e 215 hp; dava um desempenho interessante ao Tempest.

DeLorean queria fazer um upgrade no Tempest (algo como “sênior compact”), e a versão de 1963, teve o motor 215 cid substituído pelo V8 326 cid (5,3 litros), e que produzia mais torque do que o antigo 389 cid. Gerando 260 hp, e 352 lb-ft de torque, levou a revista Car Life a comentar: “Ninguém vai saber que eles não usaram o 389 no carro”. Dado curioso é que o Corvette tinha o maior motor em linha da GM, com 327 cid; e para não diminuir o status do Corvette, toda a propaganda do Tempest informava que o motor tinha 326 cid, quando na realidade ele tinha 336 cid de capacidade.

Pontiac Tempest GTO 1964
Para o modelo 1964, a plataforma foi redesenhada com um chassi totalmente novo, abandonando o eixo traseiro ‘transaxle’ por um eixo rígido convencional; sendo promovido de um ‘compacto’ para um ‘intermediário’ (entre eixos de 115 polegadas ou 2,90 m, para um comprimento total de 203 polegadas ou 5,2 m) e foi rebatizada com a letra “A-Body”, assim como seus coirmãos Oldsmobile F-85/Cutlass e Buick Special/Skylark; que ainda compartilhavam esta nova plataforma com o Chevrolet Chevelle.

A nova carroçaria coupé duas portas, hardtop e conversível trazia linhas mais retilíneas e já ressaltava o detalhe dos para-lamas traseiros que ficou conhecido como “Coke-Bottle” durante os anos 1960. Nesta versão, os faróis duplos ainda vinham na configuração horizontal.

Havia um novo Seis-em-linha com 215 cid e 140 hp; opcionalmente um V8 326 cid com 250 hp ou um 280 hp, este último equipado com um carburador quádruplo e taxa de 10,5:1 que pedia gasolina Premium. O dado interessante é que o motor foi ajustado para ter realmente 326 cid e não 336 cid como do ano anterior, e como o bloco era de ferro fundido, isso aumentou o peso do Tempest em 120 kg, em relação aos equipados com o Trophy 4, e afetou também a distribuição de peso, ficando com 54/46% entre os eixos dianteiro e traseiro. As transmissões eram de três marchas manual na coluna de direção, um quatro marchas manual com alavanca no console ou um duas marchas automático.

A popularidade do pacote 326/336 um ano antes levou a Pontiac a disponibilizar novamente para o Tempest LeMans o grande V8 389 cid (6,4 litros) de 325 ou 348 hp, só que esta versão para o ano de 1965 abandonou o nome Le Mans e recebeu um novo nome: GTO.

GTO – “GRÃ-TURISMO OMOLOGATO”

O nome, dado por DeLorean, inspirava-se na Ferrari 250 GTO ─ que fazia sucesso nas pistas do mundo nesta época ─ referia-se a um carro oficialmente certificado para correr na classe GT, ou Grã-Turismo. Outras versões dão como origem da sigla que o Tempest necessitava de um novo nome para 1964, e cogitava-se entre outros a expressão “Grand Tempest”, seguindo os nomes do Pontiac Grand Am e Grand Prix, já em uso nos outros modelos. A Ferrari não havia patenteado o nome GTO na América, então DeLorean agarrou a designação para o “Pontiac Grand Tempest Option”, ficando abreviado para “Pontiac GTO”.

O GTO era fruto do trabalho conjunto de Russell Gee, engenheiro especialista em motores; Bill Collins, engenheiro de chassis e o chefe de todos John DeLorean; num tempo em que a companhia estava às voltas com o decreto de proibição de participar de competições convencionado com a AMA (Automobile Manufacturers Association) desde 1957. Então resolveram contornar o problema enfatizando uma melhor performance para as ruas, ao invés de focar as atenções do público em desempenho nas corridas.

O Tempest 1965 vinha com uma mudança de estilo em que a grade dianteira dividida em duas partes trazia os faróis posicionados na vertical, design similar aos Pontiac maiores; e uma traseira com linhas mais inclinadas. O V8 de 326 cid teve um aumento para 285 hp, mas o maior trunfo que tinham foi pegar o motor de um Pontiac Catalina e Bonneville (considerados Full-sized, ao passo que o Tempest era um Intermediate-sized) e formatar um “Super Tempest” com o V8 de 389 cid (6,4 litros) de 335 e 360 hp, criando um real atrativo para um público mais jovem, que estava interessado em velocidade pura e simplesmente.

Isto também era uma violação da política de limitação em termos de motores para a Plataforma “A-Body”, cujo teto era 330 cid (5,4 litros) de capacidade no motor. Desde que o GTO era um pacote opcional para o Pontiac Tempest, e não um equipamento standard, poderiam se valer desta “brecha” no regulamento interno para colocar o carro no mercado. Elliot “Pete” Estes, gerente-geral da Pontiac aprovou o modelo, embora Frank Bridge, gerente de vendas, não acreditasse que haveria mercado para o modelo, insistindo em limitar a produção inicial em 5.000 unidades apenas. O pacote GTO vendeu 10.000 unidades antes do ano de 1964 começar, chegando ao total de 32.450 ao fim de 1964.

Algumas especificações do modelo eram o V8 de 389 cid (6,4 litros) com 325 hp a 4.800 rpm, alimentado por um carburador quádruplo Carter AFB, escapes duplos, caixa do filtro de ar e tampa dos cabeçotes cromados, ventilador com sete pás no radiador, câmbio manual no chão com alavanca Hurst de três marchas; molas e amortecedores mais firmes, barra estabilizadora dianteira de maior diâmetro, largas rodas com pneus 7.50x14 com filetes vermelhos, entrada (falsa) de ar no capô dianteiro e logotipos GTO em vários lugares. Alguns revendedores adaptaram esta entrada para realmente ventilar o compartimento do motor, mas o efeito real era apenas um ronco mais poderoso do lado de fora do capô.

Equipado com a alimentação Tri-Power, fazia de 0-60 mph (0-97 km/h) em 5,8 segundos, o quarto-de-milha em 14,5 segundos a 100 mph (160 km/h), chegando à máxima de 114 mph (182,4 km/h), com o motor girando a 6.000 rpm.

Havia opcionais como uma caixa de quatro marchas manual, ou a Super Turbine 300 de duas velocidades automática e o kit Tri-Power (três carburadores duplos Rochester 2G) que produziam 348 hp. Outros opcionais eram tubulações metálicas para os dutos de freios (que eram a tambor ainda, e foram criticados pela imprensa, como subdimensionados para o carro), diferencial de deslizamento limitado, sistema de refrigeração maior, e um pacote de melhorias na estabilidade, e outros itens de conveniência e acessórios. O conta-giros era opcional e instalado na extrema direita do painel. Não havia direção hidráulica, e este ponto também foi mal avaliado pela imprensa na época, pois a relação da caixa de direção era de 17,5:1, necessitando de quatro voltas de batente a batente.

O ano de 1965 viu 75.342 unidades do Tempest LeMans GTO chegarem às ruas. A revista Car and Driver levantou uma controvérsia em que se desconfiava que o pacote GTO do Tempest era o kit “Bobcat” oferecido no mercado pela Royal Pontiac, de Ace Wilson, um revendedor Pontiac de Royal Oak, Michigan; que fazia o quarto-de-milha em 12,8 segundos a 112 mph (180 km/h) com pneus slick de corrida. O nome “Bobcat” foi tirado da combinação de “Bonneville” e “Catalina”, nome de outros modelos Pontiac. Ace Wilson decorava os carros que levavam o seu pacote de performance com adesivos e emblemas “Royal Bobcat”. Os kits tinham uma certa variedade na preparação, mas via de regra, traziam alterações na curva de avanço do distribuidor, de 34 para 36º a não mais de 3000 rpm, uma fina gaxeta no cabeçote para aumentar a taxa de compressão para cerca de 11,23:1; proteções térmicas para manter o carburador na temperatura ideal, giclês maiores, calços para manter as aberturas de válvulas por mais tempo, sem o risco de ocorrer as flutuações de válvulas com o aumento das rotações que o motor alcançava.

Instalado corretamente, o motor ganhava entre 30 e 50 hp a mais, e requeria gasolina de alta octanagem (acima de 100 octanas) para não bater pino.

Outras reportagens sugeriram fortemente que o GTO testado pela Car and Driver era equipado com um V8 de 421 cid (6,9 litros), um motor disponível como opcional em Pontiac’s full-sized. Desde que os motores eram difíceis de identificar pois eram muito parecidos externamente, o subterfúgio não era tão obvio.

Jim Wanger, que escreveu o livro Glory Days, admitiu depois de três décadas de negações, que o motor 421 cid foi pirateado de uma unidade “Bobcat”. Como o carro havia sido danificado nos testes da revista, e ele não queria ninguém bisbilhotando debaixo do capô, rebocou o GTO vermelho por 1.500 milhas de volta para Detroit.

1966

Pontiac GTO 1966
Para o ano de 1966, o GTO veio a ser um modelo separado da Pontiac, ao invés de ser um “pacote opcional” do Tempest LeMans. Uma leve reestilização ressaltou mais o formato “Coke-Bottle” com as linhas do para-lama traseiro, e um acabamento nas lanternas traseiras diferenciado, visto somente no GTO. As dimensões e o peso ficaram quase na mesma, mantendo o mesmo entre eixos de 115 polegadas (2,9121 m). Disponível nas versões coupé (com o pilar B), hardtop (sem o pilar B) e conversível, trazia novos bancos com encostos mais altos e descansos de cabeça reguláveis. O painel foi redesenhado, reposicionando a chave de ignição para mais perto da coluna de direção.

Debaixo do capô, o Tempest teve o 215 cid seis-em-linha derivado do Chevy substituído pelo novo 230 cid (3,8 litros) OHC (Over Head Camshaft, ou Comando de Válvulas no Cabeçote), o único motor com essa característica naquele tempo, assim como o único com correia dentada, ao invés da corrente, para mover o comando na cabeça. As versões eram com carburador simples de 165 hp para os clientes que desejavam economia; a opção Sprint para o duas portas vinha com carburador quadruplo e taxa de compressão mais alta, gerando 207 hp; os V8 de 326 cid podiam ter 250 ou 285 hp. O GTO permaneceu com os mesmos motores de 1965.

As vendas subiram mais um pouco, chegando a 96.946 unidades do agora Pontiac GTO, a mais alta quantidade de todos os anos em que o GTO ficou no mercado.

1967

Pontiac GTO 1967

Mais um ano de poucas alterações; as lanternas traseiras ficaram com oito unidades (quatro de cada lado); rodas Rallye eram disponíveis para o ano-modelo; realocações dos emblemas GTO, e mudanças na grade dianteira, e o teto podia vir com uma cor diferente do restante do carro, as carroçarias disponíveis eram a Hardtop, Conversível e a Sports Coupé.

O V8 de 400 cid com 335 hp

O V8 de 389 cid foi substituído por um novo de 400 cid (6,5 litros), com um carburador Rochester Quadrajet Quádruplo; ao passo que o 230 cid seis-em-linha passou a gerar 215 hp, e o V8 de 326 cid permaneceu inalterado. O câmbio Buick Super Turbine de duas velocidades foi trocado pelo Turbo Hidramatic TH-400, este câmbio era equipado com a Hurst Performance de duas alavancas, que ganhou o apelido de “dele/dela”, pois permitia mudar de manual para automático; freios da disco dianteiros, conta-giros no painel e um toca-fitas estéreo de 8 pistas eram os novos opcionais.

O modelo 1967 veio também com equipamentos de segurança normatizados pelo governo, como a coluna de direção retrátil e volante desenhado para absorção de energia em caso de choques; painel de instrumentos acolchoado, botões e pomo do câmbio não perfurantes e pisca-alerta para emergências. Havia opção para cintos de segurança de três pontos e circuito de freios com duplo cilindro-mestre como reserva em caso de falha em um deles.

As vendas do GTO em 1967 totalizaram 81.722 unidades; encerrando esta geração de design que se considera a primeira geração dos “muscle-cars” que invadiram o mercado, no rastro de um carro compacto (segundo a avaliação dos americanos) com um potente motor, combinando uma imagem jovial que tornava o ato de dirigir um verdadeiro prazer para aqueles que realmente curtiam a velocidade.

PONTIAC 1967 – XANDER CAGE

GTO de "Triplo X"
“XXX” ou Triplo X, como é conhecido o filme em que Xander Cage (Vin Diesel, na cola do sucesso de Velozes e Furiosos), é um esportista radical, conhecido como “X”, grava suas performances e as exibe na Internet, com grande audiência. Numa de suas tiradas, rouba e destrói o carro de um proeminente senador americano, o que o coloca como um fora-da-lei e é capturado pelo FBI. Para se safar desta, é recrutado pela NSA (National Security Agency) para acabar com uma operação terrorista russa na Europa Central.

Augustus Gibbons (Samuel L. Jackson) é o diretor da NSA (ou Supervisor da Operação), que tem informações sobre uma arma bioquímica chamada “Silent Night”, que desapareceu com a queda da União Soviética. O grupo mercenário formado por ex-soldados soviéticos chamado Anarchy 99, é liderado por Yorgi, cujo irmão Kolya, é um grande fã de Cage, que consegue se infiltrar no grupo para descobrir o que pretendem fazer e como. Yelena (Asia Argento), namorada de Yorgi, é na verdade uma agente russa também infiltrada no grupo, mas acabou ficando sem apoio devido ao fim do serviço secreto russo.

Painel e armamento camuflado no banco traseiro

O Anarchy 99 pretende detonar o “Silent Night” em Praga, República Tcheca, e dispara o Ahab (tipo um torpedo gigante) pelo rio Vitava carregando a arma bioquímica que poderá dizimar a população da cidade.

Na perseguição contra o Ahab, Xander lança mão do GTO preparado pela NSA com inúmeros armamentos e recursos para interceptar o Ahab e desativar a “Silent Night”. Diferentemente de James Bond, que também tinha veículos com vários gadgets, e sabia usá-los muito bem, Cage e Yelena se atrapalham com um mega painel de instrumentos em que não sabem direito que botão faz o quê. Entre um fora e outro, no final o GTO se prova uma grande arma e Cage consegue interceptar o veículo e desarmar a bomba no último instante, sobrevivendo à destruição do Ahab.

Construído por Eddie Paul, da E.P. Industries de El Segundo, CA, engenheiro de 54 anos, que customiza carros para filmes em Hollywood há 30 anos, o Pontiac GTO 1967 recebeu uma pintura em Blueberry Blass (algumas fontes indicam a cor como Blasberry Prizm), cor especialmente desenvolvida para o carro, que muda de tom conforme a incidência da luz sobre a superfície do carro. Com um interior altamente modificado, o painel era cheio de luzes, interruptores e mostradores, junto com um tanque de NOS (Nitrous Oxide System) entre os assentos. O Pontiac era equipado com um V8 Small-Block de 400 cid (6,551 litros) e transmissão automática de três velocidades, freios assistidos, direção hidráulica, escapes laterais e rodas com 5 raios com pneus BFG comp T/A. Este exemplar era o mais equipado de todos, e ficou conhecido como “Flame Car”, pelo lança-chamas que tinha no capô. Possuía também os lança-mísseis por detrás dos faróis superiores, um paraquedas com o desenho da bandeira americana no assento do passageiro, e o banco traseiro escamoteável que dava acesso ao arsenal de armas do Agente Xander Cage.

Dois deles tinham o motor ZZ4 Chevy 350, e os demais tinham motores Pontiac de linha. Todos receberam transmissão automática, freios a disco e reforços na carroçaria, suspensão, amortecedores mais rígidos, para suportar os esforços gerados nas tomadas de câmera.

Thom Sherwood, de Tucson, Arizona, é o orgulhoso proprietário do “Flame Car”, exemplar que perdeu a capota durante a perseguição ao Ahab, desde 2005. Ele acabou virando um entusiasta do carro, e tem muita satisfação em compartilhar algumas histórias que ele coletou de pessoas que participaram na produção do filme, tanto diante das câmeras como nos bastidores. “Eu entrevistei mais de 75 pessoas associadas ao “Triplo X” ─ do diretor Rob Cohen, aos dublês de cenas e todo tipo de profissionais que se envolveram no filme ─ para documentar os carros construídos para as filmagens e suas histórias” disse Thom. “A maioria das pessoas, quando veem o carro, não acreditam que é o carro real usado no filme” continua Sherwood. “Eles ficam hipnotizados com todos os mostradores de alta tecnologia, os comutadores e luzes piscando no painel do carro. Ao contrário do Pontiac de Knight Rider (K.I.T..T. – Knight Industries Two Thousand), ou o DeLorean de “De volta para o futuro”, este painel muito louco foi feito ─ de acordo com o enredo do filme ─ para dar a impressão de que ele foi montado às pressas, durante uma noite apenas”. O carro de Sherwood retornou da República Tcheca no estado em que terminou as gravações, então a pintura tem diversas marcas das explosões pelas quais o carro passou, riscos por toda a lataria e danos nos para-choques. “Isto apenas adiciona uma garantia da origem do carro” finaliza Sherwood.

O primeiro carro comprado pelo estúdio para as filmagens tinha a cor original conhecida como Montreux Blue, e com 30 anos de exposição ao sol da California, já estava bastante desgastada. Ao todo, cinco (ou sete) carros foram preparados para as gravações, e um LeMans veio sem motor e câmbio, e foi transformado como um conversível para as cenas de ação. “Todos os GTO estavam em bom estado quando foram comprados, mas por alguma razão que não conseguimos identificar, todos acabaram com sérios problemas elétricos. Acredito que gastamos mais tempo consertando os problemas do que construindo os carros”, disse Eddie após as filmagens. Cada um saiu entre US$ 15,000 e 20,000 e levaram cerca de um mês para serem finalizados e transportados para Praga. Vários carros danificados nas filmagens foram descartados em Praga, e os sobreviventes foram leiloados. Um deles foi leiloado pela Barret-Jackson em janeiro de 2011, em Palm Beach e atingiu a soma de US$ 28,600. Outro atingiu a soma de US$ 38,300.

Eddie Paul customizou o Mercury de Sylvester Stallone, em Cobra, assim como 58 carros para o primeiro “Fast and Furious”, 30 carros para “Grease”; e foi um piloto dublê no filme “60 segundos”. Apaixonado por automóveis e pelos Pontiac Trans-Am em particular, também possui alguns GTO em sua coleção.

DA MINHA COLEÇÃO

Pontiac GTO de Xander Cage, em "Triplo X"
O Pontiac GTO de Xander Cage é da ERTL na escala 1:18, com bom nível de acabamento, reproduz muito bem o carro do filme, a cor mais parecida possível, os escapes laterais, e o interior, com o painel repleto de instrumentos. No entanto, ele não tem o lança-chamas no capô, nem as metralhadoras nos faróis superiores, assim como o banco traseiro não se abre para mostrar o arsenal camuflado. As portas se abrem, assim como o capô do motor, este mereceria pelo menos uns cabos de velas e algumas mangueiras além da que liga o motor ao radiador.

Pontiac GTO 1966 - ERTL 1:18

O GTO preto 1966 também é da ERTL em 1:18, traz os pneus com a listra vermelha, cromados bem-feitos, emblemas corretos, abre portas e capô do motor, este, equipado com os carburadores Tri-Power.

Pontiac GTO Pro-RodZ da Jada Toys, em 1:18

O GTO Pro-RodZ é da Jada Toys em 1:18, customizado com suas enormes rodas cromadas e pneus de perfil baixo, é um 1965 hardtop duas portas, com bom acabamento da pintura e cromados. Abre portas e capô dianteiro e traseiro.

Pontiac GTO - Hot Wheels 1:64, Real Riders e Mainline

Dos Hot Wheels temos os GTO de 1967, o bicolor preto e ocre é um Real Riders com rodas especiais e pneus de borracha, e o cinza e preto um Mainline.

 

https://en.wikipedia.org/wiki/Pontiac_GTO

https://en.wikipedia.org/wiki/Pontiac_Tempest

https://www.carthrottle.com/post/n4dpg3g/

http://www.hotrod.com/cars/featured/0301hpp-1967-gto-xxx-movie/

https://starcarcentral.wordpress.com/tag/triple-x/

 

 

segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

PONTIAC - Vida e morte de uma divisão da GM

O Chefe Ottawa Pontiac, retratado no logotipo
da Divisão Pontiac da GM
A Oakland Motor Car Company foi fundada em 1907, na cidade de Pontiac, Michigan, Estados Unidos da América, por Edward Murphy, um fabricante de carruagens. Em 1909, passou a fazer parte da General Motors, holding criada por William Durant, que já tinha a Buick Motor Company. Os carros foram nomeados Pontiac a partir de 1926, assim como a cidade onde eram produzidos levavam o nome do chefe Pontiac, um líder da etnia Ottawa, que lutou contra a ocupação inglesa na região dos Grandes Lagos nos anos 1763 a 1766.

A Divisão cresceu com o Pontiac Chief de 1927, que vendeu 76.742 unidades em um ano; e nos anos seguintes, já compartilhando as plataformas com as demais Divisões, os Pontiac eram carros sólidos e confiáveis, mas nem tão potentes.

Após a II Guerra, a transmissão Hydra-matic automática introduzida em 1948 ajudou as vendas a continuarem subindo, mesmo com seus modelos ficando desatualizados e relação à concorrência.

O renovado modelo de 1948 trouxe um novo estilo, mais baixo e com os paralamas integrados à carroceria e em harmonia com o estilo da traseira dos novos carros. A década de 1950 trouxe um revival no design, produzindo carros que marcaram suas épocas, com muitos cromados e os famosos ‘rabos-de-peixe’.

Com a chegada de Semon "Bunkie" Knudsen como Diretor Geral da Pontiac, em 1956, a imagem da divisão começou a ser retrabalhada, com o lançamento do Bonneville, uma edição limitada do Pontiac Star Chief conversível, o primeiro Pontiac com motor equipado com injeção de combustível.

Mesmo utilizando as mesmas plataformas da Buick e Oldsmobile, os Pontiac se diferenciavam pelo design diferenciado da frente e traseira. Ao final dos anos 1950, quando surgiram os quatro faróis, a Pontias se "apropiou" deste detalhe, e durante muitos anos, todos os Pontiac tinham quatro faróis, assim como a grade dividida em duas partes, que se tornou a marca registrada da Pontiac. O Tempest, lançado em 1961, um dos três Buick-Olds-Pontiac compactos construídos na plataforma monobloco Y-Body, era leve e menor em relação ao portfolio da época.

O Tempest Le Mans de 1961
No entanto, o Tempest recebeu uma versão Le Mans no final de 1961, que tinha o conjunto câmbio/diferencial instalado na traseira, com a nova suspensão independente igual ao do Corvair, apresentado um ano antes. Isto proporcionava uma distribuição de peso de 50/50% entre os eixos, favorecendo a dirigibilidade e devido ao "Torque-Tube" mais fino, não tinha o túnel central tão volumoso como os demais carros de tração traseira. Ele ganhou o título de "Carro do Ano" de 1961, da revista Motor Trend e ajudou a estabelecer a imagem de "Performance-Car" da Pontiac nos anos 1960 e 70.

O ano de 1962 viu a chegada do Grand Prix, e apesar do Tempest de 1964 passar a usar a plataforma A-Body (motor dianteiro/tração traseira, sem a avançada suspensão independente) cuja norma interna da GM limitava os motores a 330 cid, John DeLorean veio com a brilhante ideia de oferecer para o Tempest Le Mans um pacote denominado GTO que incluía um V8 de 389 cid produzindo 325 ou 348 hp de potência.

O Tempest que prenunciava o GTO
Ele fez tanto sucesso que em 1965 foi separado da linha Tempest, ganhando personalidade e linha própria como Pontiac GTO (veja a matéria sobre este modelo no link:  https://leotogashi.blogspot.com/2022/01/pontiac-gto-o-primeiro-muscle-car.html ). Este é  considerado como o primeiro modelo que recebeu a classificação de "Muscle-Car", um carro compacto (para os padrões americanos) para atender à crescente popularidade das corridas de Dragsters, e dos motoristas que desejavam andar com um deles nas ruas. O modelo de 1967 virou um ícone dos Muscle-cars até hoje é muito procurado pelos colecionadores.


Pontiac GTO Conversível 1966
O Firebird foi apresentado em 1967, era a versão Pontiac do Chevrolet Camaro, carro com que a GM combatia o Ford Mustang no mercado de "compactos". As versões "Ram Air" e "Trans-Am" fortaleciam a imagem de "Performance Cars" da Pontiac no final dos anos 1960 e início dos 1970, mas a troca de diretor em 1972, com Martin J. Caserio assumindo a Pontiac, começou o lento declínio pois ele focava mais em Marketing e Vendas do que em Performance.

Pontiac Firebird 1968 Conversível

Mesmo com a crise do petróleo, o Firebird de 1973 recebeu o decalque de fábrica no capô dianteiro do "Pássaro de Fogo" da cultura indígena americana e o motor Super Duty 455 cid, testado pela revista Car and Driver, foi declarado o último dos carros mais rápidos. Com o preço do barril de petróleo subindo sem parar, e as novas leis federais de emissão e regulamentações de segurança, este poderoso motor logo deixou de constar no catálogo do Firebird.

A segunda metade dos anos 1970 e início dos 1980 viram os Pontiac mais luxuosos, seguros e econômicos, com mais station wagons do que nunca sendo ofertados em todas as linhas. Surgiu o primeiro Pontiac com tração dianteira, começando o declínio dos automóveis de tração traseira, mas o Firebird beneficiava-se do marketing participando do filme "Smokey and the Bandit", e do "The Rockford Files" na TV. O pacote Trans-Am ganhou a companhia do Formula, e logo veio o primeiro V8 turbo-charger, nos modelos 1980 e 81.

A série de TV da NBC, de 1982, "Knight Rider" era sucesso de público, e o Firebird redesenhado continuou fortalecido no mercado. Michael Knight (David Hasselhoff) utilizava na sua luta contra o mal. O Fiero de 1985 quebrou paradigmas dentro da GM, como um pequeno carro esporte de dois lugares, feito em fibra-de-vidro e motor V6 instalado na traseira tinha grande potencial de sucesso, mas problemas congênitos como sofrer incêndio no motor (e a Pontiac administrar muito mal a resolução deste problema, sendo intimada pela justiça americana a fazer o recall de todos os carros produzidos para correção do defeito), ser mais pesado e menos potente do que os concorrentes, junto com a não-simpatia que a direção da GM tinha com um produto tão diferente do habitual, acabaram sendo fatores que tiraram prematuramente o modelo de linha.

Os anos 1980 e 90 viram os MPV ou Minivans, crescerem em participação de mercado, assim como as tecnologias de motores (Quad-4), outros turbinados e freios ABS sendo aplicados a vários modelos da linha Pontiac. Mesmo assim, a marca não animava os consumidores e os anos 1990 viram os carros japoneses tomarem posições no ranking de vendas, obrigando as montadoras americanas a fazerem joint-ventures e acordos de todo tipo para não perderem mercado.

Nos anos 2000 as minivans continuaram a crescer no mercado, e passaram a conviver com os SUV's como veículos familiares, substituindo as tradicionais Station Wagons neste segmento. A joint venture NUMMI com a Toyota, produziu o Vibe pela Pontiac, e o Matrix versão Toyota. Os Pontiac fazem sucesso na NASCAR, e outras categorias nas EUA e Canadá, motivando a Pontiac a ressuscitar o GTO, adaptando o Holden Monaro da GM Australiana para vender nos EUA.

Em 2002, tanto o Camaro como o Firebird foram descontinuados, como resultado da saturação do segmento de modelos esportivos e consequente declínio de vendas. O GTO, que por anos foi um ícone da marca, como precursor dos Muscle-Cars, agora era uma versão do Holden Monaro australiano, e não chegou a atingir a meta de 18.000 unidades prevista para o ano.

Pontiac Solstice
Com a extinção da Oldsmobile em 2004, a Pontiac preencheu alguns nichos e conseguiu um folego extra na metade final dos anos 2000, sendo destacado o Solstice, um pequeno esportivo de motor dianteiro nas versões coupe e conversível de sucesso razoável. A gota d’água foi o Aztek, um SUV considerado o mais feio carro jamais fabricado, e que era usado pelo personagem Walter White, no seriado Breaking Bad. O relançamento do Camaro em 2006 gerou boatos da ressurreição do Firebird Trans-Am, mas isso não se realizou.

Ao final de 2008 a GM anunciou que a Pontiac deixaria de existir, assim como a Saturn e a Hummer, e a SAAB seria vendida, devido ao crescimento dos riscos de falência, e ter o direito de receber um empréstimo do governo na ordem de US$ 25 bilhões; permanecendo apenas com as divisões Chevrolet, Buick, Cadillac e GMC.

Em janeiro de 2010, o último Pontiac, um sedan G6 quatro portas branco, deixou a linha de Orion Township Assembly, encerrando uma longa história de 84 anos, fazendo automóveis que foram notáveis no cenário automobilístico americano.

https://en.wikipedia.org/wiki/Pontiac_(automobile)

https://jalopnik.com/pontiac-fiero-the-definitive-history-5501545

https://en.wikipedia.org/wiki/Pontiac_(Ottawa_leader)

https://en.wikipedia.org/wiki/Pontiac

https://en.wikipedia.org/wiki/Muscle_car

https://www.hotrod.com/articles/hot-wheels-designer-built-firebird-made-toy/

CRÉDITOS DAS IMAGENS:

http://www.mtfca.com/discus/messages/331880/379130.html?1375738831

https://myntransportblog.com/2015/01/01/pontiac-detroit-michigan-united-states-1926-2010/

https://carswithmuscles.com/1967-pontiac-gto/

https://en.wikipedia.org/wiki/Knight_Rider_(1982_TV_series)

https://anax.livejournal.com/282853.html

https://myntransportblog.com/2015/01/01/pontiac-detroit-michigan-united-states-1926-2010/ 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

segunda-feira, 8 de abril de 2019

PONTIAC – UMA DAS CINCO DIVISÕES DA GM E SUA BREVE HISTÓRIA


A Pontiac começou como uma linha complementar dos carros de luxo da General Motors, denominada Oakland Automobiles; mas em 1933, a Pontiac suplantou a popularidade da Oakland e desde então se tornou uma das cinco principais divisões da GM, posicionada acima da Chevrolet, mas abaixo da Oldsmobile, Buick e Cadillac. O nome tem origem no Chefe Pontiac, um líder da etnia Ottawa, que lutou contra a ocupação inglesa na região dos Grandes Lagos nos anos 1763 a 1766.
A Divisão cresceu com o Pontiac Chief de 1927, que vendeu 76.742 unidades em um ano; e nos anos seguintes, já compartilhando as plataformas com as demais Divisões, os Pontiac eram carros sólidos e confiáveis, mas nem tão potentes.
O Pontiac Chief de 1927 e o De Luxe Conversível de 1939
Após a II Guerra, a transmissão Hydra-matic automática introduzida em 1948 ajudou as vendas a continuarem subindo, mesmo com seus modelos ficando desatualizados e relação à concorrência.
Pontiac Silver Streak Convertible Coupe de 1948
O renovado modelo de 1948 trouxe um novo estilo, mais baixo e com os paralamas integrados à carroceria e em harmonia com o estilo da traseira dos novos carros. A década de 1950 trouxe um revival no design, produzindo carros que marcaram suas épocas, com muitos cromados e os famosos ‘rabos-de-peixe’.
Os quatro faróis num anuncio de 1960
Quando surgiram os quatro faróis no final da década de 1950, a Pontiac se ‘apropriou’ deste detalhe, e durante muitos anos, todos os Pontiac tinham quatro faróis, assim como a grade repartida em dois elementos. O surgimento do Mustang em 1964 agitou o mercado e a GM revidou com o Camaro em 1967; e com o compartilhamento de plataformas, a Pontiac ganhou a sua versão: o Firebird, lançado o mesmo ano que o Camaro.
Pontiac GTO 1967 e Firebird 1970
Outro notável Pontiac foi o GTO de 1964, considerado por muitos como o primeiro Muscle-car, cuja definição simplificada era “um carro médio com um potente motor V8 e tração traseira” para atender à crescente popularidade das corridas de Dragsters, e dos motoristas que desejavam andar com um deles nas ruas. O modelo de 1967 virou um ícone dos Muscle-cars até hoje é muito procurado pelos colecionadores.
Os anos 1970 foram conturbados com a legislação de emissões e itens de segurança, a crise do petróleo e redução de tamanho dos carros e da potência dos motores. Um marketing um tanto confuso para posicionar corretamente os Pontiac em relação às outras divisões da GM somado a estes fatores do mercado começaram a provocar um lento decréscimo da Divisão durante a década.
Michael Knight em ação e o Pontiac Firebird Trans-Am de 1982: K.I.T.T.
A partir de 1982, com o sucesso do seriado da NBC “Knight Rider”, o Firebird alçou novos voos, em especial com a versão Trans-Am que Michael Knight (David Hasselhoff) utilizava na sua luta contra o mal. O Fiero que surgiu em 1984 quebrou as regras e se tornou um sucesso, focando agora na tecnologia digital e na eletrônica, bem como na engenharia dos motores e suspensões, freios ABS e comandos do rádio no volante eram algumas das novas tecnologias aplicadas nos modelos desta década, assim como a transição para tração dianteira em detrimento da traseira.
Pontiac Fiero de 1984 e Transport dos anos 1990
Os motores Quad-4, airbags, freios ABS e materiais compostos foram a bola da vez, assim como o aparecimentos das minivans como alternativa para as tradicionais Station-wagons. Mesmo assim, a marca não animava os consumidores e os anos 1990 viram os carros japoneses tomarem posições no ranking de vendas, obrigando as montadoras americanas a fazerem joint-ventures e acordos de todo tipo para não perderem mercado.
O Pontiac Firebird de 2005: um clone do Holden Monaro da GM australiana
Em 2002, tanto o Camaro como o Firebird foram descontinuados, como resultado da saturação do segmento de modelos esportivos e consequente declínio de vendas. O GTO, que por anos foi um ícone da marca, como precursor dos Muscle-Cars, agora era uma versão do Holden Monaro australiano, e não chegou a atingir a meta de 18.000 unidades prevista para o ano.
Pontiac Aztek, eleito um dos mais feios carros já construídos
A gota d’água foi o Aztek, um SUV considerado o mais feio carro jamais fabricado, e que era usado pelo personagem Walter White, no seriado Breaking Bad. Com o relançamento do novo Camaro em 2006, surgiram rumores de que a Pontiac teria o seu Firebird baseado na nova plataforma, entretanto, isso não aconteceu.
Pontiac G6, o último a sair das linhas de montagem, em 2010
Em 2 de dezembro de 2008, debaixo da maior crise em toda a sua história, a GM anunciou que extinguiria diversas marcas, inclusive a Pontiac; para ter o direito de receber um empréstimo do governo na ordem de US$ 25 bilhões. O último modelo produzido, um G6 quatro portas sedã, saiu da linha de montagem de Orion Township Assembly Line em janeiro de 2010, encerrando um trajetória de 84 anos.

REFERÊNCIAS:

CRÉDITOS DAS IMAGENS: