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quinta-feira, 24 de agosto de 2023

2 Jet Z - Hot Wheels Legends Tour


Luis Rodrigues é um admirador dos aviões caça, e apaixonado pelos carros que correm em Bonneville Salt Flats. Juntar as suas paixões era uma coisa óbvia, então, procurando por um tanque de avião para construir um carro no estilo “Belly Tanker”, percebeu que ele iria ficar muito pesado, e teria algumas restrições na construção. Ele se deparou com uma obra de arte conceitual intitulada "The Face Peeler" de Dwayne Vance e Luis encontrou sua inspiração. "Entrei em contato com Vance e, com a permissão dele, consegui criar o que sonhei."

Pegando um motor Toyota 2JZ do Supra, projetou um chassi tubular de molibdênio cromado, com o motor entre eixos na traseira, e com um cockpit de avião, as rodas ficaram naturalmente descobertas. A “carroçaria” foi montada com chapas de alumínio rebitadas, um único assento esportivo personalizado foi instalado na cabine, cujo painel tem instrumentos no estilo aviação, com o teto-concha feito em Lexan, se abre como uma cabine de caça, basculando para entrar e sair do carro.


O motor é um 2JZ-GTE, um clássico que aceita preparações variadas, com alguns especialistas conseguindo até 2.000 hp com toda pressão que conseguem colocar no 3,0 seis cilindros da Toyota. Luis colocou pistões Wiseco e pinos da ARP, o cabeçote tem comando BC, molas de válvulas e retentores Ferrea. O Twin-Turbo original foi trocado por apenas uma turbina PTE 6262, com válvula de alívio TIAL e um escapamento exclusivo, cuja ponteira foi montada com as lâminas de uma peça culinária para cozimento de legumes no vapor, e acabou ficando semelhante a um bico de motor a jato. Estas lâminas se abrem e fecham conforme o pedal do acelerador é pressionado,; na prática, um preciosismo visual.


Com o chip na ECU (Electronic Central Unit) AEM V1, o motor produz 517 hp normalmente, mas com a ação do turbo, chega a 627 hp. Acoplado a uma transmissão Subaru STi 2010 de seis velocidades, embreagem ACT 6-Puck e volante Fidanza personalizado, e semi-eixos Driveshaft Shop que suportam 1.000 hp, combinados com a suspensão especialmente desenvolvida com braços Duplo-A, barras estabilizadoras na dianteira e traseira, conjunto de mola-amortecedor Speedway, montados com balancins na horizontal na frente e inclinados atrás.


Com um peso de apenas 650 kg, e mais de 600 hp, dá pra imaginar o quanto anda e acelera o 2 Jet Z de Luis Rodrigues, que levou um ano e meio para finalizar seu projeto.

O 2 Jet Z premiado no Legends Tour de 2018

Para celebrar os 50 anos da marca Hot Wheels, a Mattel criou o Hot Wheels Legends Tour, evento que ocorreu em 15 cidades americanas, onde os donos de carros customizados se candidatavam para seus modelos serem selecionado a se tornar uma miniatura Hot Wheels. A final foi realizada no SEMA Show de 2018, em Las Vegas, Nevada.

O 2 Jet Z venceu este primeiro Hot Wheels Legend Tour, e em 2020, chegou às lojas a miniatura no blister tradicional dos Hot Wheels, o projeto de Luiz Rodrigues, assinado por Manson Cheung, designer da Mattel responsável pela redução na escala 1:64.

Os vencedores dos eventos seguintes foram: em 2019 o The Nashole de Greg Salzillo; em 2020 o Pontiac Firebird Trans-Am de 1970 de Riley Stair; em 2021 o Volvo P1800 1969 de Lee Johnstone, quando o evento se abriu para outros países; e em 2022 Craig Meaux levou o seu Autozam Scrum, um mini-truck japonês, um típico Key-Car, mas equipado com um monstruoso Chevy Big-Block de 454 cid e enormes rodas Off-road de 30 polegadas de diâmetro.

Da minha coleção


O 2 Jet Z que saiu na Série HW Dream Garage, em 2020 reproduz o carro de Luis Rodrigues; e curiosamente, a obra de arte conceitual “The Face Peeler”, que o inspirou a construir o carro, é de autoria de Dwayne Vance, um funcionário da Mattel, que trabalha com os Hot Wheels.



Referências:

https://hotwheels.fandom.com/wiki/2_Jet_Z

https://www.motortrend.com/features/1809-the-2jetz-creation-making-a-dream-into-reality/

https://www.gtplanet.net/the-2-jet-z-is-crowned-the-hot-wheels-legends-tour-champion-at-sema-2018/

quarta-feira, 28 de junho de 2023

Volvo P1800

 

Volvo P1800E - 1970

O Volvo P1800 vem de um projeto que começou em 1957, quando a Volvo decidiu criar um carro esportivo para competir nos mercados da Europa e Estados Unidos, apesar do modelo P1900 não ter feito sucesso, com apenas 68 unidades vendidas. Helmer Petterson, engenheiro consultor para a Volvo, que desenvolveu o PV444, um modelo duas portas para quatro passageiros, passou o trabalho para seu filho Pelle, que havia se graduado em design nos Estados Unidos e estava trabalhando com Pietro Frua, na Itália. Segundo a intenção da Volvo, buscavam um Estúdio italiano para projetar o carro, pois sabiam que isso poderia alavancar a imagem do modelo, então Helmer contactou Pietro Frua, em Turim, e contou ao seu filho Pelle que “seria uma grande oportunidade” para ele.

Helmer Petterson mal sabia do “imbróglio” em que estava se metendo: no mesmo ano de 1957, a empresa de Frua foi adquirida pela Ghia, também de Turim, e o acordo com a Volvo seguiu adiante. Quando Helmer foi apresentar os esboços para a diretoria da Volvo, e eles foram aprovados, Helmer (talvez como pai orgulhoso) revelou que o projeto era de seu filho Pelle. Isso foi o bastante para despertar a fúria dos dirigentes, porque o novo carro não foi projetdo por um designer italiano, além disso, Helmer envolveu seu filho no projeto sem a aprovação oficial da Volvo.

O conflito foi resolvido quando decidiram que o projeto seria assinado por Frua, e só em 2009 a Volvo reconheceu oficialmente a co-autoria de Pelle Petterson com Pietro Frua no modelo. Frua acabou deixando a Ghia, e Pelle seguiu com ele para a nova empresa, e a Volvo também concordou com a migração, pois queria a autoria de Frua para o novo carro.

P958 X1

A Carrozeria Frua construiu os três primeiros protótipos entre setembro de 1957 e o início de 1958, com as denominações: P958-X1, P958-X2 e P958-X3, onde P era a sigla para “Projeto”, 9 era o mês “9”, Setembro, 58 era o ano 1958 e a letra “X” era para “experimental”. Por razões econômicas, a mecânica  do novo carro deveria utilizar os componentes do modelo Amazon.

P958 X2

Em dezembro de 1957, Helmer dirigiu o X1 até a sede da Karmann, em Osnabrück, Alemanha Ocidental, onde se encontrou com Thor Berthelius, o engenheiro-chefe da Volvo, e os engenheiros da Karmann, para combinar os detalhes da construção do P1800, que poderia chegar ao mercado em dezembro de 1958. Porém, em fevereiro de 1958, o cliente mais importante da Karmann, a Volkswagen, proibiu a Karmann de seguir com o trabalho, pois o P1800 iria competir com o Karmann-Ghia, que ela estava preparando, e ameaçou cancelar todos os seus contratos se prosseguissem. Assim, o P1800 ficou ameaçado de ser extinto, antes mesmo de ser lançado.

Outras empresas da Alemanha, como a NSU, Drautz e Hanomag foram contactadas, mas a Volvo não ficou satisfeita e não acreditava que elas pudessem atender suas normas de qualidade e controle. Helmer Petterson até considerou levantar dinheiro com bancos para comprar componentes da Volvo, e ele mesmo construir e comercializar os carros. Nesse meio tempo, um comunicado à imprensa da Volvo apareceu com uma foto do protótipo, e a empresa teve de reconhecer sua existência, de modo que a Volvo teve de renovar seus esforços para seguir com o projeto.

O carro (P958-X2)  foi apresentado ao público pela primeira vez no Salão do Automóvel de Bruxelas, em janeiro de 1960, e com a criação da European Free Trade Association, os negócios entre a Suécia e Inglaterra ficaram favorecidos por redução de tarifas e taxas de operações conjuntas. A Volvo consultou a Jensen Motors, cujas linhas de produção tinham espaço ocioso, e foi fechado um contrato para produção de 10.000 unidades do P1800. Então, a Pressed Steel Fisher, de Linwood na Escócia, foi subcontratada pela Jensen para montar o monobloco do carro, que seria levado por trem para serem finalizados na planta da Jensen em West Bromwich, Inglaterra. Em setembro de 1960, o primeiro Volvo P1800 deixou a linha de montagem da Jensen, já como modelo 1961.

O motor era o B18 (“B” era a sigla para “Gasolina” em sueco, “Bensin”; “18” era a sigla para a cilindrada de 1800cc), um quatro cilindros em linha, com dois carburadores SU, produzindo 100 hp; acoplado a três opções de cambio: um manual M40 com quatro marchas; um M41 manual com quatro marchas e uma Overdrive e outra Borg-Warner 35 com três marchas automático. A maior velocidade máxima de 193 km/h era conseguida com o cambio manual de quatro marchas, pois os modelos que tinham o câmbio com Overdrive vinham com um diferencial com relação menor, e a Overdrive visava economia, e não desempenho.

Em 1963, depois de produzir 6.000 carros, a produção migrou para a Suécia, pois a Jensen começou a ter problemas com controle de qualidade (construção do monobloco e especialmente problemas de pintura), mas a Pressed Steel continuou a produzir as carroçarias, pois não houve um fornecedor que pudesse fazê-lo na Suécia. Assim, o P1800 passou a se chamar P1800S (“S” de Sverige, Suécia). O motor ganhou mais 8 hp, e em 1966 a potência subiu para 115 hp; e em 1969 o B18 foi substituído pelo B20B de dois litros com 118 hp; mas o modelo continuou sendo denominado P1800S.

Em 1970 diversas alterações foram aplicadas, sendo a mais notável a injeção de combustível no motor B20E (“E” de Einspritzung, injeção de combustível em alemão). Além da injeção BOSCH D-Jetronic, o motor ganhou um comando revisado, produzindo agora 130 hp sem sacrificar o consumo de combustível. A velocidade máxima alcançava 190 km/h e a aceleração de 0-100 km/h se fazia em 9,5 segundos. Adicionalmente, o modelo ganhou freios a disco nas quatro rodas; e em alguns mercados, havia a opção do motor B20F, com um cabeçote de menor taxa de compressão, que favorecia os índices de emissões, especialmente nos Estados Unidos.

Volvo P1800ES

Volvo P1800ES

Buscando aumentar o conforto e proporcionar mais espaço na cabine do P1800E, a Volvo apresentou em 30 de setembro de 1971 um modelo com o teto estendido e janelas traseiras amplas; mantendo o mesmo perfil dos para-lamas abaixo da cintura do carro, o novo design era de uma Shooting Brake, ou “perua” em português, sendo designado P1800ES.

Infelizmente, as novas regras de segurança dos EUA (o maior mercado do P1800), no final de 1974 inviabilizaram a adaptação do modelo para atendê-las; e a Volvo decidiu encerrar a produção, com o últimos P1800ES saindo da linha em 27 de junho de 1973.

O Santo, e o P1800

Simon Templar (Roger Moore) com seu P1800

O Santo era um seriado que foi exibido nos anos 1930, e no seu retorno à TV entre 1962 e 1969, os produtores escolheram o jaguar E-Type como o carro de Simon Templar. Consultada, a Jaguar não pôde disponibilizar o carro no prazo que a produção precisava. Mas Roger Moore, o ator que faria o personagem sugeriu que usasse o Volvo P1800, e quando contactaram a Volvo perguntando quão rápido poderiam entregar o carro, a resposta foi “dentro de uma semana”. Cinco dias depois, o Volvo P1800 branco com as placas 71DXC foi entregue na Associated Television, que produziria o seriado. O carro teve de ser pago, mas receberam também um mock-up do interior do carro, para as filmagens no interior do veículo. Um segundo carro foi comprado um ano depois (placas 77 GYL), e ao término dos episódios, está em exibição no Cars of the Stars Museum, em Keswick, Inglaterra. Poucos anos depois, outros dois P1800S (placas NUV647E e NUV648E) foram adquiridos para substituir os anteriores, e estes também estão hoje em Keswick.

Roger Moore também dirigia um P1800 como seu carro particular, após anos dirigindo o cupê na série inglesa. No seriado, após várias temporadas, o Volvo P1800 foi substituído finalmente por um Jaguar, mas um XJ-S nas filmagens do “Retorno do Santo”. No remake de 1997, estrelado por Val Kilmer, o Volvo retornou às telas como o carro de Simon Templar, mas desta vez era um Volvo C70 coupé.

Volvo P1800 de Irv Gordon

Irv Gordon com seu P1800


Quando tinha 25 anos, Irv Gordon (1940-2018), de East Patchogue, New York, EUA, viu um anúncio do Volvo P1800 na revista Car and Driver, e depois de um test-drive de três horas, comprou o carro em 1966. Como único proprietário do carro, rodou com ele mais de 3,2 milhões de milhas (mais de 5,148 milhões de km) até seu falecimento em 2018, e tem o registro no Guiness Book of Records, como o motorista e o carro particular que mais rodou em serviço não-comercial até hoje. Em 2 de abril de 2002, ele participou do The Tonight Show with jay Leno quando atingiu 2 milhões de milhas. No ano de 2011 participou de reportagens em revistas, entre elas na Hemmings Sport & Exotic Magazine, e em junho de 2013 a Volvo Cars North America lançou uma ação de relações públicas explorando os aspectos de durabilidade e performance da marca, e Irv atingiu a marca de 3 milhões de milhas numa viagem que fez ao Alaska em setembro de 2013.

“Não se trata apenas dos milhões de quilômetros, mas sim das viagens que me levaram a isso e o que experimentei ao chegar lá. Eu simplesmente gostei de dirigir e experimentar a vida através do meu Volvo", disse Irv Gordon na ocasião.

Volvo P1800 Gasser


Lee Johnstone, um mecânico de 71 anos de Somerset, Inglaterra, preparou um Volvo P1800 Gasser de 1969 para correr nas arrancadas de dragsters no Reino Unido, e seu carro foi o primeiro vencedor do Hot Wheels Legends Tour internacional, depois de 25 etapas, nos cinco continentes.

O Gasser, apelidado de “Ain’t No Saint”, estava em exibição no West Side Club de Manhattan, junto com o 2 Jet Z, vencedor de 2018, The Nash, vencedor de 2019 e o Pontiac Firebird 1970 vencedor de 2020, e entrou para a história dos Hot Wheels por se tornar uma miniatura na escala 1:64 que chegará ao mercado em 2023.

O Volvo P1800 Gasser de Johnstone é equipado com um motor V8 Big Block da Chevrolet, com 454 cid e compressor, gerando 600 hp, e fazendo o quarto-de-milha em 10,01 segundos a 133 mph. Ele compete com o carro e suas filhas Ellie, Tori e Sarah também pilotam o Volvo pela equipe JD Racing (Johnstone & Daughters) no Santa Pod Raceway, em Podington, Inglarerra. Eles levaram o Volvo aos Estados Unidos em 2019, na Hot rod Reunion na Califórnia, onde puderam ver como ele corria contra outros Gasser nos EUA.

O Volvo de Johnstone tem na lateral o adesivo “Ain’t No Saint”, uma referência ao seriado em que Simon Templar (Roger Moore) resolve seus casos pilotando um Volvo P1800. Como a Mattel não conseguiu o licenciamento para usar o logo, fez um novo parecido usando as palavras “Hot Wheels” e uma figura semelhante segurando uma taça de vitória.

Da minha coleção





O Volvo P1800 da Hot Wheels saiu na Série HW Dream Garage, em 2023, na linha normal. O casting é bem-feito, e Lee Johnstone é creditado em co-autoria do design, junto com Manson Cheung, da Mattel.

O acabamento é o normal da Mattel para a escala, ele usa as mesmas rodas de outros Gasser, como o Corvette 62.

Referências:

https://hotwheels.fandom.com/wiki/Volvo_P1800_Gasser

https://en.wikipedia.org/wiki/Volvo_P1800

https://autoesporte.globo.com/carros/noticia/2019/10/com-quase-5-milhoes-de-quilometros-este-volvo-p1800-e-o-carro-mais-rodado-do-mundo.ghtml

http://www.volvotips.com/index.php/p1800/history-1800/

https://www.uol.com.br/carros/colunas/mora-nos-classicos/2020/09/02/icone-da-volvo-nos-anos-1960-p1800-e-relancado-como-carro-de-corrida.htm

https://www.roadandtrack.com/news/a39693824/hot-wheels-legends-tour-winner-1969-volvo-p1800-gasser/

https://www.autoweek.com/car-life/events/a38255939/1969-volvo-p1800-gasser-next-hot-wheels/

https://www.motortrend.com/features/hot-rod-legends-volvo-p1800-gasser/

quarta-feira, 3 de maio de 2023

Pontiac Firebird

Firebird conversível 1967

Com o sucesso do Ford Mustang, a resposta da GM foi a criação do Camaro, pela divisão Chevrolet, e claro, a Ford respondeu com o lançamento do Mercury Cougar, usando a mesma plataforma do Mustang. O contra-ataque da GM veio com o Firebird, da divisão Pontiac, usando a plataforma do Camaro, com um design diferenciado na dianteira, seguindo o padrão da grade dividida dos GTO com quatro faróis, e as lanternas traseiras ocupando boa parte do painel traseiro, seguindo também o design do GTO, e estabelecendo uma identidade característica, apesar de compartilhar plataforma e componentes mecânicos com o Camaro.

Apresentado em 23 de fevereiro de 1967, cinco meses após o lançamento do Camaro, disponível na configuração de hardtop e conversível. Trazia o tradicional motor de 230 cid (3,8 litros) com seis cilindros em linha (o mesmo do nosso Opala), com comando simples no cabeçote. Com carburador Rochester, produzia 165 hp, e se equipado com carburador quádruplo, gerava 215 hp. Havia três opções de motores V8: um de 328 cid (5,3 litros) e dois carburadores duplos com 250 hp; um de 326 cid com carburador “HO” Quádruplo com 285 hp e um V8 de 400 cid (6,6 litros) com 325 hp.

Firebird 1968

Para 1968, os motores tiveram incremento em volume e potência. O seis em linha de 230 cid passou a 250 cid (4,1 litros – o mesmo que a GM brasileira fez com o Opala/Comodoro) gerando agora 175 hp; o V8 de 326 cid passou a 354 cid (5,8 litros) com 265 hp, e a versão “HO” (High Output) de 350 cid teve os comandos trocados, e gerava 320 hp. O V8 de 400 cid (6,6 litros) ganhou a opção Ram Air III e IV, produzindo respectivamente 325 e 335 hp. Um novo motor de 303 cid (5,0 litros) foi disponibilizado para os que desejavam competir com os Firebird no SCCA (Sports Car Club of America), mas não comercializado nos carros de produção.

Esta primeira geração do Firebird teve 82.560 unidades produzidas em 1967; 107.112 em 1968 e 87.708 em 1969, sempre na configuração de duas portas, hardtop ou conversível.

Firebird 1970 - Segunda Geração

A segunda geração (1970-1981) teve apenas carroçarias coupé duas portas, o conversível retornou à linha apenas depois de 1989. Abandonando o estilo “Coke Bottle”, o Firebird na plataforma F-Body ficou maior e mais largo, mantendo certa identidade com a geração anterior, e foi a mais longeva de todas as que o Firebird teve. Os motores foram recebendo ajustes e diversas combinações podiam ser escolhidas como pacotes e Edições Limitadas. Em 1971, as métricas de potência SAE brutas foram alteradas para líquidas, reduzindo os valores dos hp, combinadas com as reduções das taxas de compressão para diminuir os dados de consumo de combustível fizeram as montadoras a aumentar a cilindrada dos motores. As versões Trans-Am e Formula tiveram V8 com 455 cid (L75 com 325 hp e LS5 com 335 hp para o HO). Os motores e câmbios tiveram várias reconfigurações até o final desta geração, especialmente para atender às novas normas sobre emissão de poluentes. As atualizações do design mais significativo foram o vidro traseiro mais envolvente que avançava pela coluna C, e a frente em poliuretano que dispensou os para-choques, mas atendiam às normas de segurança na época.  

Firebird Trans-Am 1970


Firebird Trans-Am 1976

Em 1976, a Pontiac celebrou seus 50 anos de fundação, com uma edição especial do Firebird Trans-Am, apresentado no Chicago Auto Show. Designado com a sigla RPO Code Y82, tinha como detalhe o teto T-Top, desenvolvido pela Hurst, e o modelo vinha na cor preta com pinstripping dourados na carroçaria e diversos elementos como as rodas 15x7, aros de volante, pomo do câmbio e aros dos instrumentos também em dourado. Os modelos de 1977 a 1981 ganharam quatro faróis retangulares, incorporados à grade de duas aberturas tradicional dos Pontiac, e com o sucesso do Firebird no filme Smokey And the Bandit, a Pontiac colocou no mercado uma edição especial do Trans-Am com a mesma cor e decoração do carro dirigido por Burt Reynolds. Os modelos 1980 tiveram uma redução do volume dos motores, e o 301 cid ganhou um turbo Garrett TB305 com um carburador quádruplo Rochester Quadrajet. O Firebird Turbo foi Pace-Car nas Indy 500 de 1980 e na Daytona 500 em 1981, e tiveram edições especiais que replicavam estes modelos aos consumidores.

Firebird Trans-Am 1977 - Smokey and the Bandit
A terceira geração do Firebird (1982 a 1992) teve como prioridade a redução de peso (230 kg a menos do que a geração anterior) e economia de combustível; e foram totalmente redesenhados nesta geração. No desenvolvimento da plataforma F-Body (compartilhada com o Camaro) consideraram a transição para tração dianteira, na busca por mais eficiência e melhor custo, mas a proposta não vingou. Os motores de grande capacidade não tinham mais espaço na linha, e pela primeira vez, o Firebird foi equipado com motores de quatro cilindros com 151 cid (2,5 litros), que faziam 34 milhas/galão (cerca de 14,5 km/litro), associados à melhor aerodinâmica (os faróis ficaram embutidos no nariz do carro) e um chassis mais equilibrado, poderiam ter carros melhores em desempenho quando os motores mais potentes retornassem à linha.

Firebird Trans-Am GTA Notchback 1988

Em 1988 foi lançado o Firebird Trans-Am GTA, equipado com o V8 de 350 cid (5,7 litros, o mesmo que equipava o Corvette) que tinha como opcional painéis de teto removíveis (T-Top), porém os compradores eram obrigados e levar o V8 de 305 cid, porque a rigidez do teto ficava comprometida com o torque mais elevado do motor 350 cid. Adicionalmente, o departamento de estilo apresentou a versão “Notchback”, substituindo o enorme vidro traseiro por uma vigia menor e mais vertical, com a moldura e tampa do porta-malas em fibra de vidro, similar ao desenho da Ferrari 288 GTO. Esta versão teve inúmeros problemas no acabamento, atrasando as entregas ao consumidor, e para piorar, havia deformações no encaixe da peça em fibra, além da superfície apresentar bolhas e falhas, cujos reparos foram cobertas em garantia, mas que voltavam a surgir com o tempo, fazendo a Pontiac retirar o modelo de linha no mesmo ano.

Firebird Trans-Am 20th Anniversary Edition 1989

Em 1989, a Pontiac lançou o Firebird Trans-Am 20th Anniversary Edition, celebrando os 20 anos do início de fabricação do modelo. Ele vinha com o V6 de 231 cid (3,8 litros) com novos cabeçotes com 8:1 de taxa de compressão, turbo revisado com 16 psi de pressão, gerando 250 hp de potência e 340 lb-ft de torque (testes em dinamômetros acusaram 300 hp na realidade). A garantia era de 5 anos ou 50,000 milhas. Este modelo foi selecionado para ser o Pace-Car na Indy 500 de 1989, e foi o primeiro Pace-Car que não necessitou de adaptações adicionais no motor, câmbio e suspensões para participar da Indy 500.

Firebird 1993 - Quarta Geração

A quarta geração (1993 a 2002) teve a aerodinâmica ainda mais desenvolvida do que a geração anterior, com 90% de novas peças substituídas. O estilo remetia ao conceito Banshee IV, e novos itens foram adicionados, como air-bags, ABS nas quatro rodas, aros de 16 polegadas, direção por pinhão e cremalheira com assistência hidráulica, suspensão dianteira com braços desiguais e painéis de compósito na carroçaria livres de ferrugem. Os motores eram os V6 com câmbio de cinco marchas manual, e os V8 recebiam o Borg-Warner T56 com seis marchas. O Automático de quatro marchas estava disponível para ambas as motorizações, e a caixa 4L60E com controles eletrônicos se tornou disponível em 1994. Este ano-modelo marcou o retorno da versão conversível à linha do Firebird.

Firebird 1996

O modelo de 1995 recebeu o ASR (Aceleration Slip Regulation, um sistema de controle de tração) que podia ser acionado por um interruptor no console. Em 1996, a performance melhorou com o motor V6 básico de 231 cid (3,8 litros) de 200 hp, e o LT1 de 350 cid (5,7 litros) com 285 hp, devido à instalação de dois catalizadores no sistema de escape. Foi implementado o OBD (On-Board Diagnostic) sistema computadorizado para diagnosticar problemas nos sistemas eletrônicos. O ar condicionado se tornou padrão para todos os Firebird em 1997.

Firebird 30th Anniversary Edition


O ano de 1998 viu uma reestilização da frente com as duas aberturas tradicionais e do capô, com quatro faróis retráteis e halógenos, novo painel traseiro e novas aberturas nos paralamas. Os freios foram aperfeiçoados, com discos maiores, de pistões duplos nas quatro rodas, e um novo ABS da BOSCH, com o EBD (Electronic Brakeforce Distribution) que distribuía melhor a pressão nos freios.

Firebird 2002, último modelo da linha

O Firebird 2002 foi o último, com a extinção da marca Pontiac devido aos problemas financeiros da GM, junto com o Camaro da Chevrolet. Com o ressurgimento do Camaro em 2006, surgiram rumores de que a Pontiac teria um novo Firebird, compartilhando a plataforma, como nas gerações anteriores, mas isso não aconteceu.

K.I.T.T. – Knight Industries Two Thousand

Knight Rider - K.I.T.T. com Michael Knight

Michael Long é um policial que fica gravemente ferido numa missão, e ao recuperar sua consciência, descobre que um misterioso benfeitor (Wilton Knight, um brilhante mas excêntrico bilionário) lhe deu uma nova identidade, um novo rosto e um novo nome: Michael Knight (David Hasselhoff). Devon Miles (Edward Mulhare) intermedia o contato entre Michael e o CEO da Knight Industries, com a ajuda de Bonnie Barstow (Patricia McPherson), disponibiliza toda a tecnologia da Knight Industries na luta contra o crime. O principal equipamento é o “K.I.T.T.” (Knight Industries Two Thousand), um carro indestrutível e de alto desempenho, cuja inteligência artificial interage e auxilia Michael Knight contra seus adversários.

K.I.T.T. - Trans-Am 1982

Criado por Glen A. Larson (que também criou “Battlestar – Galactica”), Knight Rider (Super Máquina, no Brasil), o seriado com 86 episódios produzido pela Universal Studios para a TV, foi lançado em 1982 e se encerrou em 1986. O Pontiac Firebird Trans-Am de 1982 foi customizado por Michael Scheffe, e tinha uma lista interminável de gadgets tecnológicos, que deixariam James Bond envergonhado de seu Aston Martin. A fileira de leds vermelhos que piscavam no nariz do carro, e a voz sintetizada (de William Daniels) eram os mecanismos mais constantes do carro, mas as especificações do armamento e recursos que o veículo possuía era fantástica. Alguns deles seguem na lista abaixo:

As interfaces de comunicação começavam com a voz sintetizada, sistemas de vídeo e voz com a central de controle, sensores que escaneavam ao redor do carro para detectar pessoas, outros veículos ou obstáculos, além de substâncias químicas que poderiam ser fatais; e sistemas de comandos remotos para direção autônoma. O carro era blindado com “Tri-Helical Plasteel 1000 MBS"(Molecular Bonded Shell) contra a maioria dos armamentos convencionais e explosivos, além de ser anti-inflamável (era revestido com Pyroclastic, material termo-resistente até 426ºC) e o cockpit à prova d’água com reservatório de oxigênio no caso de submersão.

Pelo painel complexo dá pra imaginar o que o carro tinha de tecnologia

Os vidros podiam ser escurecidos para impedir a visão de fora, os pneus podiam ser inflados ou esvaziados conforme a necessidade, e projetavam cravos para rodar em terrenos de baixa tração. Assentos ejetáveis e ganchos com cabos podiam ser lançados para ancorar ou capturar inimigos; lançadores de óleo e cortina de fumaça para evitar perseguidores, lança-chamas e bombas de calor para despistar mísseis teleguiados pelo calor; e tanques de gás que injetava CO2 no cockpit para deixar inconsciente um eventual inimigo que se apossasse do carro.

K.I.T.T. era equipado com um motor Turbojet, movido a hidrogênio (mas que queimava qualquer combustível líquido), com uma transmissão de oito velocidades, freios a disco eletromagnéticos de HyperVacuum. Tinha a função Turbo Boost, um par de foguetes logo atrás das rodas dianteiras que proporcionava uma aceleração de emergência até 200 mph (322 km/h). Na quarta temporada, K.I.T.T. foi equipado com o modulo SPM (Super Pursuit Mode), em que a pilotagem era uma combinação de comandos manuais e assistidos pelo computador, de modo a obter respostas mais rápidas do que os reflexos humanos do piloto, nas manobras mais críticas. Este exemplar foi projetado e construído por George Barris, assim como o modelo conversível.

Um total de 23 exemplares foram construídos para as gravações (outras fontes alistam 25). O “Hero-Car” foi preservado por ser pouco utilizado nas filmagens, e mais nas exibições e eventos para promoção do programa. Os 22 exemplares foram adquiridos da GM depois que o trem que os transportava descarrilou e não podiam mais ser comercializados devido ao acidente. A Universal os comprou e os reformou para o seriado com o compromisso de destruí-los ao final da série. Destes, cinco acabaram preservados: um Stunt Car foi enviado para um parque temático na Austrália para a Expo World 1988, em Brisbane, Queensland; mas se acredita que retornou aos EUA depois de alguns anos. Outro Stunt car ficou no Entertainment Center da Universal, enquanto os dois remanescentes foram vendidos a colecionadores nos EUA, sendo que um deles deve ter sido enviado ao Reino Unido. Outro exemplar, conversível feito para a quarta temporada, desapareceu por um tempo, e depois foi vendido para o Cars of the Stars Motor Museum, em Keswick, Cumbria, Inglaterra. Quando este museu fechou, o carro foi para a Dezer Collection, de Orlando Florida.

Um pequeno grupo de fãs denominado “Knight Rider Historians” conseguiu comprar dois exemplares K.I.T.T. utilizados nas filmagens e restaurá-los. Um deles era o que aparecia no episódio em que o carro foi jogado em um poço de ácido e aparece descorado em cinza claro; e outro está em exibição permanente no Peterson Museum em Los Angeles. Eles também localizaram o caminhão com o reboque baú que servia de base móvel para K.I.T.T. e está em restauração. Ele foi encontrado num campo em Idaho, modificado para transportar carros de corrida no final dos anos 1980.

K.I.T.T. - Knight Industries Three Thousand - Mustang Shelby GT500KR 2008
 
A Franquia teve outros filmes na tentativa de ressuscitá-la, mas não tiveram o sucesso esperado. Em 1991 foi lançado Knight Rider 2000, utilizando um Dodge Stealth modificado como K.I.T.T. Em 1997-98 houve o breve seriado “Team Knight Rider” em que K.I.T.T. era um holograma criado pelos dados da Inteligência Artificial original, que um backup estava rodando. Em 2008 um filme piloto para dar sequência a uma nova série ( teve apenas 17 episódios), seguia as características do seriado original, com um “novo” ou “segundo” K.I.T.T. (agora significando Knight Industries Three Thousand), um Mustang Shelby GT500KR de 2008 no lugar do Trans-Am, e uma nova unidade de inteligência Artificial.

Custom ’67 Pontiac Firebird

O Firebird 67 de Brendon Vetuskey

Brendon Vetuskey sempre foi apaixonado por carros de alto desempenho, e teve diversos carros, até chegar ao Pontiac Firebird 67, na famosa cor Vedoro Green com teto de vinil preto. Mas o carro começou a enferrujar e ao tentar repará-lo, descobriu mais e mais pontos enferrujados que no fim parecia mais um queijo suíço do que um carro.

Já que precisava mexer na carroçaria, começou por alargar os paralamas para acomodar as novas rodas e fez duas entradas de ar para resfriar os freios traseiros.

Depois de ficar por sete meses esperando pela pintura, resolveu deixar o carro sem pintar, com a chapa aparente, apenas aplicando um verniz para não enferrujar mais.


Como designer, poucos meses antes de adquirir o Pontiac, ele havia sido contratado pela Mattel para projetar novos modelos de Hot Wheels. E chegou o dia em que ele desenhou o seu Pontiac na escala 1:64, com todos os detalhes que havia feito no seu carro de verdade: os paralamas alargados, as rodas US Mags Bandit, o motor LS1 de 5,7 litros de um Firebird Trans-Am de 2001, a suspensão DSE, trocou a grade por uma do Mustang e colocou os faróis do BMW com os leds “Angel Eyes”. Outras alterações foram o sistema de alimentação, alteração no painel traseiro, painel de instrumentos Redline Gauge e uma caixa Tremec Magnum de seis velocidades, gaiola interna e uma suspensão Detroit QuadraLink customizada.

O Firebird 67 na Mainline da Hot Wheels

O modelo da Hot Wheels faz parte de uma linha de carros denominada "Zamac", em que a carroçaria vem sem pintura, apenas com um verniz, e eventualmente, com decoração de faixas ou 'flames'. O Firebird de Brendon entrou nesta linha, e como o original, tem um círculo preto nas portas, o spoiler traseiro do modelo Trans-Am 69 e o topo dos paralamas dianteiros pintado de preto fosco; vem também sem o capô do motor, mostrando a parte superior do motor LS Turbo comprimido com os dutos de ar e cabeçotes especiais.

Smokey and The Bandit

O Firebird de Smokey and The Bandit

O Pontiac Trans-Am 1977 temático de Smoke and The Bandit, é da California Collectibles, na verdade, a mini é da Johnny Lightning, na escala 1:64. Bem caprichada nos decalques e fiel nas rodas raiadas do modelo. 
Smokey and Bandit acabou inspirando a Série de TV The Dukes of Hazzard, mais ou menos com o mesmo roteiro e perseguições acrobáticas e muitos Dodge destruídos enquanto durou a série.

Em 2019, o modelo foi a leilão e conseguiu o valor de US$ 317,500, e em 2022 mudou novamente de mãos pelo valor de US$ 530,000, num leilão da Barret-Jackson Scottsdale, pagos por Gene Kennedy, dono da Bandit Movie Cars, oficina especializada em construir réplicas do famoso Trans-Am, e de outros carros usados em filmes de Hollywood. 

Hot Wheels Legends Tour - 1970 Pontiac Firebird

O Pontiac Firebird Trans Am de 1970 é amplamente reconhecido como um dos mais "musculosos" Firebird's jamais construídos. Os modelos da segunda geração são muito apreciados pelos preparadores, e Riley Stair, da RS Motorsport, preparou um deles para o SEMA Show de 2019. Todos os anos, há um modelo que chama a atenção dos frequentadores, e o Pontiac Firebird 70 de Riley fazia as pessoas pararem defronte o carro, congestionando o entorno porque a cada olhada, você notava um detalhe diferente que atraía as multidões.

Riley havia comprado o Firebird em julho de 2016, e mexia nele todos os dias depois do trabalho na Ground Control Suspension, e nos fins de semana por 18 meses, para participar do SEMA Show de 2018.

O Pontiac Firebird 1970 de Riley Stair

Com 20 meses de trabalho, no galpão ao lado da casa de seus pais, Riley construiu o Firebird de dois metros de largura e ultra-baixo. Debaixo da carcaça do Pontiac, um chassi tubular com o motor V8 LS de 400 cid Dart LS Next Gen II situado no entre-eixos frontal, recuado 20 polegadas da posição normal, aspirado, sem nitro ou compressor, mas que gira a 10000 rpm e chega a 700 hp de potência. As bielas de alumínio são da GRP, com pistões especiais da JE Pistons, com 16,25:1 de taxa de compressão; as válvulas Victory são de titânio e o comando é um Cam Motion. O sistema de injeção Holley EFI com bicos de 220 lb/hr alimentam o motor, que funciona com Methanol, e o câmbio G-Force GF4A tem quatro marchas.

Os escapes fabricados especialmente pela Vibrant Performance com tubos ovais de 4” tiveram de ser direcionados para a frente do motor, saindo pela lateral direita e abaixo da porta do passageiro. As saias laterais dos para-lamas são de chapa de aço moldadas à mão para acomodar as rodas Panasport C8-16x12 polegadas, e a suspensão independente nas quatro rodas são in-board pushrods.


Hot Wheels Legends Tour, 2020

Riley inscreveu o carro no Hot Wheels Legends Tour de 2020, evento que ocorre em diversas cidades dos EUA e inclui capítulos na Europa, América Latina e Asia, recebendo um público de mais de 110 mil pessoas e cerca de 5000 carros inscritos. Devido à COVID-19, o evento foi virtual, com o apoio da revista Road & Track, os carros tiveram as etapas de eliminação virtual e os selecionados tiveram uma avaliação final no programa Jay Leno’s Garage, que contou com a presença da celebridade automotiva Jarod DeAnda, com os juízes Leno, Snoop Dogg, Gabriel ‘Fluffy’ Iglesias e Brionna Lynch.


O Firebird de Riley é o terceiro modelo a se tornar um Hot Wheels (os outros são o Nashole e o 2JetZ), e a miniatura só apareceu na Série HW Dream Garage, na linha de 2022, confirmando que os projetos de uma nova miniatura Hot Wheels que a Mattel resolve lançar, leva em média dois anos para chegar ao mercado.

Outros Firebird da minha coleção

Pontiac Firebird T/A 1969 – Hot Wheels Mainline

Pontiac Firebird 1968 – M2 Machines

Pontiac Firebird – Greenlight

K.I.T.T. – HW Screen Times – Hot Wheels Mainline

K.I.T.T. – Super Pursuit Mode – Hot Wheels Real Riders

Pontiac Firebird 400 67 - Hot Wheels Mainline

Pontiac Firebird 77 - Hot Wheels Mainline

Pontiac Firebird 400 67 - Hot Wheels Mainline

Pontiac Firebird 400 67 - Hot Wheels Mainline

Firebird 1973 - Hot Wheels Mainline

Firebird Twin Turbo 1970 - Hot Wheels Mainline

Firebird 1993 - Hot Wheels Mainline

Firebird Trans-Am 400 71 - Hot Wheels Mainline

Firebird Trans-Am 73 - Hot Wheels Mainline

Pontiac Firebird T/A '77 - Hot Wheels



Pontiac Firebird 1973, Johnny Lightning


'73 Pontiac Firebird, Serie Muscle Mania, Mainline 2025.
Customizado com rodas especiais e pneus de borracha
da AC Custon

Referências

https://en.wikipedia.org/wiki/Pontiac_Firebird

https://hotwheels.fandom.com/wiki/Custom_%2767_Pontiac_Firebird

https://en.wikipedia.org/wiki/KITT

https://www.imdb.com/title/tt0083437/

https://en.wikipedia.org/wiki/Knight_Rider_(2008_film)