Bem-vindo ao meu Blog, onde escrevo sobre minha paixão por filmes e carros, e suas miniaturas. Fique à vontade para comentar e compartilhar.
quarta-feira, 29 de junho de 2016
A eternidade ao seu alcance
Desde as pinturas nas paredes das cavernas, pirâmides e templos, cidades e obras de expressão artística refletem o desejo de se eternizar no tempo.
Até mesmo colocamos o nosso nome em nossos filhos, apondo o "Junior", "Filho" ou "Neto" para nos diferenciarmos, mas com certeza é um desejo velado de nos eternizarmos. Bilhões são gastos para camuflar ou adiar os sintomas da velhice, desde um simples creme facial contra rugas até as cirurgias plásticas para ficar com uma aparência alguns anos mais jovem.
Por outro lado, a renovação das células de nosso corpo deveria ser indefinida, pois os cientistas consideram o corpo humano como a máquina mais perfeita jamais concebida, e não compreendem por que em determinado momento, ele vai se degradando até parar de funcionar.
É certo que as células cerebrais, os neurônios, não se reproduzem, mas mesmo elas acabam morrendo. Milhões delas morrem durante a vida média de um ser humano, e este índice aumenta com a idade. Uma teoria sobre o envelhecimento diz que as células vão perdendo a eficácia devido ao desgaste.
No entanto, os sistemas vivos tem um grande poder de regeneração, até o ponto de criar um novo membro perdido, no caso de alguns répteis. Como este mecanismo poderia ser "ativado" para o ser humano reconstruir partes danificadas do nosso corpo?
Ponce de León procurou a fonte da juventude na região que hoje é a Florida, nos Estados Unidos. Ele se baseava na mitologia grega de um Rio da Imortalidade que saía do Monte Olimpo, e que Hera se banhava nele para sempre parecer jovem e linda perante seus marido Zeus. Outros relatos vêm da mitologia Hindu, que Alexandre, o Grande, procurou durante a sua expedição de conquista ao Oriente; os sumérios tinham o relato sobre Gilgamesh, personagem semi-deus que busca a eternidade depois que seu amigo Enkidu morre.
"O Retrato de Dorian Gray", de Edgar Alan Poe é famoso permanecer sempre jovem, ao passo que seu retrato envelhecia.
Seria possível um ser humano viver para sempre?
Tema recorrente da teologia em diversas religiões, e em livros e filmes, o desejo de viver para sempre está em nossos corações: a passagem em Eclesiastes capítulo 3, versículo 11 diz que Deus (que é eterno) colocou este conceito em nossos corações; por isso, queremos nos manter vivos não importa qual a nossa situação na vida.
Ninguém quer morrer.
Mas o que faria se pudesse realmente viver para sempre, sem morrer jamais?
Com a realidade da morte muito presente hoje, é difícil para nós concebermos uma vida sem fim.
O primeiro aspecto que perderia o sentido seria o contar o tempo. Todos vivemos sob a tirania do relógio, em que o tempo nunca é suficiente para fazermos aquilo que gostamos.
"Aproveitar o tempo" não teria mais sentido, visto que teríamos todo o tempo para fazer o que desejarmos, não importando mais a quantidade de tempo necessária para tal coisa.
Poderia empenhar todo o tempo em sua diversão preferida, viajar até o ponto mais distante que gostaria de visitar no continente em que vive, desenvolver uma habilidade, estudar um assunto e dominar qualquer técnica seriam possíveis, com a eternidade ao seu dispor.
Quantas possibilidades se abririam se o tempo perdesse o significado que tem hoje?
Fico por aqui, até o próximo post!
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Decisões - por que é tão difícil tomá-las?
Algumas vezes, decidimos automaticamente, para economizar energia: qual o pé de meia que calço primeiro: o direito ou o esquerdo?
Outras vezes, demoramos mais: Qual o prato vamos pedir num restaurante que visitamos pela primeira vez?
Ainda outras acabam sendo verdadeiros dilemas: a compra de um carro ou imóvel; manter um relacionamento ou terminá-lo; ficar num emprego ou pedir demissão...
Não é para menos que a palavra grega para Indecisão signifique "de duas almas, alma dupla", a pessoa fica dividida entre duas opções, ou decisões, não conseguindo definir qual delas deve tomar.
De todo modo, decidir envolve considerar todas as opções e escolher uma delas. Parece fácil, mas nem todo mundo lida bem com as alternativas que tem e as consequências de suas decisões, especialmente se já tomou uma decisão que não deu os resultados esperados.
O mundo é feito de escolhas, e se temos o dom do livre-arbítrio, deveria ser mais fácil lidar com as decisões que temos de tomar. A frase "O que você faria se fosse eu?" revela mais do que uma indecisão; mostra no fundo uma fuga de sua responsabilidade, passando para outra pessoa o poder de decidir sobre sua vida. Caso o resultado seja ruim, poderá culpar o outro pela decisão que tomou...
Claro que consultar alguém antes de tomar uma decisão importante pode ajudar muito, se este alguém é confiável e se está realmente interessado em ajudá-lo. Considere os efeitos que sua decisão provocará, e imagine as consequências que advirão de sua decisão.
São fatores que poderão guiá-lo para selecionar a opção que produzirá melhores resultados para os envolvidos. Bom senso nestas horas nunca é demais. Vale a pena demorar um pouco para amadurecer o assunto, meditando em todos os aspectos para não se arrepender depois.
Mesmo que conheça alguém que passou pela mesma situação, procure não se basear nesta referência, pois pessoas diferentes devem tomar decisões diferentes, pois cada um deve "saber onde aperta o seu calo".
Cada pessoa tem seus princípios e seus valores, e é sobre eles que sua decisão deve ser baseada, para ser coerente e adequada para a sua realidade, pessoal familiar ou profissional.
Muitas vezes, uma decisão tomada demora a produzir os frutos. Não desanime tão cedo, nem mude sua decisão achando que deveria ter escolhido outra opção. Algumas decisões são difíceis de manter, e outras acabam tendo desdobramentos inesperados com que se tem de lidar.
Mesmo tentando salvar uma situação tomando a decisão correta, os efeitos de um erro no passado podem custar a passar: moças solteiras que engravidam, mesmo se casando com quem se gosta, terão de criar seu filho pelo resto de suas vidas...ou parar de fumar depois que se descobre ter câncer no pulmão...
Temos de tomar decisões inteligentes, pois não podemos voltar no tempo para desfazer tais erros.
Neste sentido, temos algumas obrigações e contas a prestar, para com o nosso criador: Ele nos deu a vida, para a vivermos de modo responsável, usufruindo todas as boas oportunidades para fazer o bem, primeiro para nós mesmos, e depois para o nosso próximo.
E aí?
Já decidiu qual boa ação vai praticar hoje?
Um abraço e até o próximo post!
segunda-feira, 4 de abril de 2016
POR-DO-SOL
Um dia que se vai,
Quando o sol finda o seu caminho,
Descendo calmo atrás dos morros,
Fulgurante em sua luz alaranjada,
Num espetáculo soberbo e divino,
Enchendo os nossos olhos de beleza;
A apoteose celeste do seu trajeto,
Iluminando de vida a todos,
Vibrando de energia homens e plantas;
Anunciando a noite com suas trevas,
E a fria luz da lua e das estrelas.
Quem dera pudéssemos terminar
Nossas breves vidas como o por-do-sol,
Glorioso, luminoso e radiante,
Finalizar a vida com um espetáculo;
E não com lamentos e tristeza;
Em rugas e brancos cabelos,
Definhando o vigor de outrora,
Em doenças e sofrimento,
Sem poder, nem glória...
A vida, uma dádiva do Criador...
A morte, uma herança de Adão,
Um triste final para um começo promissor...
Que alívio será um dia ver
A dor desaparecer e o lamento não mais se ouvir,
Até mesmo da morte retornar,
E nenhum sofrimento ou lágrima brotar
Nos rostos apenas olhares a sorrir,
E felizes finalmente, ser...
Uma reflexão sobre a vida e a morte, enquanto estava com meu pai, aos 92 anos, no hospital. São Paulo, 24/03/2016.
Ele faleceu no dia 01 de abril de 2016.
quarta-feira, 23 de março de 2016
Carros e Filmes: Vanishing Point (1971)
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| Super Soul |
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| Perseguido pela Polícia |
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| Dodge Challenger R/T 440 |
| O Challenger com o capô "Shaker hood" |
O
Dodge Challenger R/T 440 é reproduzido pela ERTL (hoje Racing Champions ERTL
Company) na escala 1:18, bem detalhado, com abertura de portas e capô, motor e
interior detalhados, na cor Alpine White. De uma série limitada de 4.500
exemplares, é bem valorizada pelos colecionadores pela pequena quantidade
produzida. A ERTL também tem a “Dirt Version”, reproduzindo o carro no final do
filme, quando já está bem sujo com a quilometragem rodada. A Highway 61 também
produz o modelo do filme, mas não informa se a quantidade é limitada.
Outra
empresa que tem o Challenger na linha é a Greenlight; todos tem um bom
acabamento e detalhes. De todo modo, assim como o filme se tornou “cult”, os
modelos em escala “acompanham” este interesse do público. Um modelo comum do
Challenger, pode ser adquirido por valores entre R$ 100,00 e R$ 170,00 (US$ 27
a 46) em sites como o eBay ou Mercado Livre, ao passo que o Dodge Challenger
branco do filme é ofertado por valores entre R$ 700,00 e R$ 900,00 (US$ 192 a
247), confirmando que o carisma do filme extrapola as telas de cinema e chega
ao modelo que representa a liberdade que Kowalski buscava velozmente.

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| Challenger 440 R/T, da Greenlight, em 1:64 |
REFERÊNCIAS
https://musclecars.howstuffworks.com/classic-muscle-cars/1970-dodge-challenger-r-t-440-six-pack.htm
https://www.hotrod.com/features/1970-dodge-challenger-rt-440-magnum-motor-trend-classic
https://www.imdb.com/title/tt0067927/
https://www.hotrod.com/features/1970-dodge-challenger-reunites-with-original-440-six-pack
quarta-feira, 16 de março de 2016
O que vai ser do futuro?
Profetas, astrólogos, cartomantes, adivinhos, floresceram em todas as civilizações antigas para responder às grandes dúvidas que o homem tem sobre a sua existência, e o que acontecerá conosco adiante na linha do tempo.
A cada novo ano que começa, sempre temos as previsões sobre a economia, o tempo, as flutuações do câmbio, e o mundo globalizado de hoje sofre influências de todos os fatos que ocorrem em todos os lugares, muitas vezes com consequências imprevisíveis.
De onde viemos? Quem somos? Para onde vamos? é o título de uma pintura feita por Paul Gauguin, artista francês que passou os últimos dez anos de sua vida no Taiti, na Polinésia Francesa. A obra de 4 metros de largura, pintada em um mês, conta uma história, como muitas obras dele nesta fase. Gauguin quis mostrar que a vida começa ao nascermos, com o bebê á direita da tela, seguindo o sentido oriental de leitura, passando pelo homem colhendo uma fruta, a figura da divindade polinésia em azul, onde Gauguin queria mostrar o mundo do além, e o impacto que o cristianismo provocou na religiosidade dos nativos.
Na extrema esquerda, a figura de uma velha sentada indica o final do ciclo da vida, apenas esperando a morte, que pode ser a ave branca que afinal levanta voo e se vai. levando a vida das pessoas.
Na verdade, o nome do quadro de Gauguin representa as questões vitais que todo ser humano já se fez algum dia. Tentando encontrar um sentido para a sua vida, ou querendo saber de suas origens, e desejando conhecer o seu destino final, a humanidade busca as respostas a estas três fundamentais questões.
Muito mais do que saber se amanhã vai chover ou fazer sol, queremos saber se nosso futuro será promissor e brilhante, ou se as mazelas da civilização nos soterrarão debaixo do caos que se tornou a vida moderna.
Ao mesmo tempo em que a tecnologia traz as suas maravilhas para o nosso dia-a-dia, a natureza humana parece retroceder cada vez mais na barbárie, seja numa briga de vizinhos, numa batida no trânsito, seguindo pela corrupção do poder, a prosperidade dos traficantes de drogas e do crime organizado, chegando aos desmandos de grandes nações se debatendo nos conflitos mundiais e no terrorismo que assola algumas regiões do mundo, dizimando populações inteiras sob o domínio do fundamentalismo radical. Idéias e conceitos iguais aos que moveram os Cruzados, os traficantes de escravos na época das colonizações, e os que levaram o mundo à Segunda Guerra Mundial se repetem no cenário cada vez mais turbulento em muitos países.
Da forma como observamos o mundo hoje, o futuro não mostra uma boa cara...
Qualquer pessoa com um mínimo de bom senso concluirá que a humanidade está entrando em colapso, seja pela guerra, pelas doenças que surgem como epidemias fora de controle, pela falta de alimento, carência de água e o aumento da poluição, que cada vez mais agride a natureza...
Mas, calma aí!
Mesmo não sendo um otimista de carteirinha, podemos esperar um futuro melhor: há milhares de anos, a Bíblia fala do Paraíso perdido, que um dia poderá ser recuperado pela humanidade; desde que as pessoas tenham um determinado comportamento.
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| O Paraíso: Paz até mesmo com os animais. |
Nomes tais como Abel, Noé, Abraão, Isaque, Jacó, José, Moisés, Josué, Sansão, Davi, Salomão, para citar alguns, tiveram muitos problemas em suas vidas, Abel e Sansão perderam-nas devido à posição que assumiram perante Deus, Davi foi perseguido durante anos por Saul, antes de assumir o trono de Israel, e pode-se dizer que Salomão foi um dos únicos que usufruiu durante a sua vida a sabedoria, a riqueza e o poder que Deus lhe concedera por pedir sabedoria para reger a nação de Israel, ao invés de solicitar riqueza e poder apenas.
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| Salomão e a Rainha de Sabá |
OK, no final de sua vida, pisou na bola, quando as suas 700 esposas e 300 concubinas o desviaram da adoração a Deus, seguindo aos deuses pagãos das nações de suas mulheres. O futuro dele parecia brilhante e ele esperava que ao final de sua vida poderia morrer feliz e satisfeito, com um bom nome diante de Deus; mas não foi isso que aconteceu...
Aliás, a morte é a única certeza quanto ao nosso futuro, pois dela não conseguimos escapar. O único que se pode dizer que iludiu a Morte foi Jesus, que três dias depois de morto e enterrado, foi ressuscitado, visto por diversas testemunhas em várias ocasiões, e subiu aos céus depois de 40 dias. Coisas de quem afirmava que era Filho de Deus.
Ora, Jesus falava do futuro com convicção: diversas profecias sobre a sua volta, sobre o que ele fará quando voltar, e como recompensará aos que seguirem o seu exemplo são fatores suficientes para milhões de pessoas seguirem os seus preceitos. Quase dois mil anos após a sua morte, estamos aqui fazendo o que ele mandou: pregando o Reino de Deus, amando a Deus em primeiro lugar e ao próximo como a nós mesmos!
Assim como ele burlou a morte, ele promete o mesmo aos que tiverem fé nele, e se fizerem o que ele ordena, poderemos viver para sempre, num paraíso que será restaurado para os que obedecerem os seus mandamentos.
Como este futuro pode se tornar realidade para você ou eu? Como acreditar que tal coisa realmente ocorrerá apesar do mundo parecer caminhar para o fundo do poço?
Todos os estudiosos das milhares de religiões existentes no mundo hoje, inclusive considerando a ciência quase como uma religião também, são unânimes em citar o mesmo elemento comum para isso: a FÉ.
A fé não se explica, nem se racionaliza; apenas se tem fé ou não se tem fé. A própria Bíblia define a fé, na passagem de Hebreus capítulo 11, versículo 1: "A fé é a firme confiança de que virá o que se espera, a demonstração clara de realidades não vistas". É o primeiro requisito para se acreditar em Deus, e consequentemente, nas promessas que ele faz de que restabelecerá a humanidade na glória e plenitude que intencionava antes de Adão e Eva desobedecerem as suas ordens.
Hoje, muitas pessoas perderam a sua fé; se decepcionaram com Deus e vivem à deriva, buscando explicações do por quê vivemos da maneira que vivemos, e sem encontrar respostas válidas para os acontecimentos, vêem suas esperanças se desvanecerem como fios de fumaça que se diluem ao subir pelo ar...
Há muitos caminhos, e o ser humano tem a liberdade de escolher o que melhor lhe parece. Não é de surpreender que os bilhões de pessoas no mundo hoje seguem cada um o seu caminho, julgando que ele seja o melhor para si.
Mas, pelo que a Bíblia diz, em breve ocorrerá uma mudança radical em todo o mundo, e contrariamente ao que os profetas do Apocalipse apregoam, a humanidade terá, sim, um futuro brilhante, em que as doenças, o crime, as guerras, a corrupção e a violência serão coisas do passado, e todos poderão usufruir a felicidade de morar num paraíso, e principalmente, as pessoas serão perfeitas, sendo possível viver para sempre, eliminando a morte do cenário da humanidade.
Especialistas afirmam que o futuro virá, você querendo ou não, o amanhã chegará trazendo um novo dia, um novo mês, um novo ano...poderá escolher entre recebê-lo passivamente da forma que chegar; ou fazer algo para que ele seja melhor do que o dia de hoje.
Construir o seu futuro dá trabalho, e talvez seja por isso que muitas pessoas vivam tão mal no final de suas breves vidas, quando chegam a alcançar este tempo...
O que vai ser do seu futuro?
Depende se você já fez a sua boa ação de hoje...
domingo, 6 de março de 2016
Carros e Filmes: Bumblebee - o Camaro dos Transformers
Numa bem sucedida ação de merchandising da GM, o filme dos Transformers, de 2007, contou com a presença do Camaro Concept de 2006, onde Bumblebee é um dos robôs gigantes do planeta Cybertron, trazendo para a Terra o conflito dos Autobots e Decepticons. Bumblebee, o robô mais simpático dos Autobots, originalmente na série animada dos anos 1980, tinha a forma de um Fusca, mas quando Michael Bay analisava o roteiro, quis evitar comparações com outro personagem icônico do cinema, Herbie, de Love Bug (no Brasil, “Se meu Fusca falasse”), e decidiu pelo Camaro para protagonizar Bumblebee. Bay manteve a característica de Bumblebee não falar, apenas se expressando pelas músicas tocadas no rádio do painel.
Ele manteve as ligações com o Fusca quando Sam vai à loja de carros usados com seu pai para comprar um carro, e um fusca amarelo aparece na mesma fileira em que o Camaro 1977 está estacionado, quando Bumblebee prontamente o danifica para que Sam fique com ele e não com o Fusca. Essa referência é retomada no filme de 2018, quando Bumblebee está num estado crítico depois da batalha com Blitzwing, rasteja para fora do lago e assume um novo disfarce na forma de um Fusca amarelo.
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| O Fusca amarelo, da série original da Hasbro |
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| Bumblebee ao lado do Fusca amarelo na loja de carros usados |
O projeto do filme Transformers começou em 2003, baseado na linha de brinquedos da HASBRO, cujos carrinhos se transformavam em robôs, e faziam sucesso com o desenho animado produzido para a TV americana. O filme para o cinema foi dirigido por Michael Bay, e produzido por Steven Spielberg. Tinha Shia LaBeouf como Sam Witwicky e Megan Fox como Mikaela Banes fazendo o par romântico de adolescentes que se envolvem na guerra cibernética entre as duas facções antagônicas dos robôs gigantes.
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| Do desenho animado para a computação gráfica. |
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| Bumblebee |
Apesar de começar sua
carreira no cinema como um Camaro Z28 1977, sua estrela brilhou como o modelo
de 2006-2008 do Camaro Concept, que a Chevrolet exibiu no Detroit Auto Show em
janeiro de 2006.
A GM estava
desenvolvendo um novo Camaro desde a primavera de 2005, e a Holden (braço GM
australiana) estava encarregada de construir os protótipos para testes de
impactos, dirigibilidade e durabilidade em condições extremas, em locais como
Canadá, Arizona e Austrália.
Por isso, o Camaro amarelo que era o disfarce de Bumblebee era na verdade um Holden Monaro (vendido como Pontiac GTO nos EUA), com a carroçaria com novo design do Camaro que seria lançado efetivamente no começo de 2009. Não há dados sobre quantos exemplares foram construídos pela SSV (apenas mencionada), mas o carro do filme tem alguns detalhes diferentes do Camaro Concept mostrado pela GM em 2006, entre eles, os espelhos retrovisores, as linhas laterais dos para lamas traseiros, o local da tampa do tanque, o painel frontal, maçanetas das portas e rodas.

O motor do Camaro 1977
Apesar do desempenho do
Camaro Z28 de 1977 ser uma sombra das versões de 1970-74, pelo menos um dos
modelos usados no filme era equipado com um V8 de 400cid, com uma injeção
Edelbrock, e um câmbio Turbo400 e diferencial Positraction. Estas são
especificações do carro vendido por Michael Bay no eBay por US$ 40,100 depois
do encerramento da produção de Transformers I. Acredita-se que outros modelos
usados na produção normalmente eram equipados com um V8 de 350 cid (5,7
litros), um carburador Rochester quadruplo, produzindo 185 hp a 4000 rpm e
torque de 380 N-m a 2400 rpm, bloco com quatro mancais, cárter e pistões
forjados, válvulas maiores em diâmetro, comando mais bravo, coletores de
admissão e exaustão revistos, e acoplado a uma caixa de quatro velocidades
manual Borg-Warner Super T-10. Os freios tinham discos de 11 polegadas na
frente e 9,5 atrás, escapes duplos e rodas 15x7 calçadas com pneus Goodyear
GR70-15 radiais com cintas de aço.
No visual, constavam os spoilers dianteiro e traseiro. Grade em preto, ar-condicionado, adesivos Z28 no capô, identificando o modelo, encaixes dos faróis anodizados em preto e painel de instrumentos mais completo. O desempenho de 0-60 era de 8,6 segundos, o quarto-de-milha era feito em 16,3 segundos a 83,1 mph (133,7 k m/h), e velocidade máxima de 105 mph (169 km/h).

2014: Age of Extinction 
2010: Dark of the Moon
Com as sequências do
primeiro filme dos Transformers, o Camaro de Bumblebee foi se atualizando, como
o carro real no mercado. Em “Transformers: Revenge of the Fallen” (2009) recebeu
leves atualizações, mas em “Transformers: Dark of the Moon”(2010) foi baseado
num modelo de 2010. No filme “Transformers: Age of Extinction” (2014) o Camaro
recebeu seu maior redesign com faróis bem estreitos e uma frente remodelada,
como uma prévia do face-lift que seria feito no carro real, que saiu depois do
filme. Em “The Last Knight” (2017) o Camaro vai para o modelo da sexta geração,
com o estilo de sua identidade, mas com uma frente bem agressiva.

20147: The Last Knight 
Transformers: Bumblebee
Em 2018, saiu um
“spin-off” intitulado “Transformers: Bumblebee”, em que ele assume a forma de
um Fusca, filme este situado na linha do tempo, antes do primeiro filme dos
Transformers, pois resgata o histórico da animação japonesa de que Bumblebee
originalmente ser um Fusca; que ao final deste filme, se transforma num Camaro
1977 e assim, fica camuflado em San Francisco, até que Sam o adquire numa loja
de carros usados.
Por fim, em “Rise of
the Beasts” (2023), Bumblebee assume a forma do Camaro de 1970, preparado para
Off-Road, mas agora em preto com um nariz amarelo, abandonando sua cor “Sunrise
Yellow” tradicional até então.
O CAMARO DA VIDA REAL

Camaro Concept 2006
Após 35 anos de produção, a GM pressionou o botão vermelho
e tirou o Camaro de linha, em 2002. Sua plataforma F-Body estava em fase de
declínio, e a demanda para o tipo de carro como o Camaro estava em baixa, não
compensando desenvolver um novo carro. Por sorte, os designers Tom Peters e Bob
Boniface se debruçaram sobre as pranchetas em 2005, e em janeiro de 2006, a GM
apresentava no Detroit International Motor Show, a homenagem à primeira geração
do Camaro.
Seguindo a onda do design retrô, o conceito inteiramente
redesenhado, com base no modelo de 1969, teve aprovação da direção para
produção em 10 de agosto de 2006. A planta de Oshawa, em Ontario, Canadá
começou a produzir o novo Camaro, que chegou às lojas em 2009 como modelo 2010.
Baseado na arquitetura Zeta, o design final é de autoria do
sul-coreano Sangyup Lee, e a engenharia e desenvolvimento ficaram a cargo da
Holden na Austrália, que sedia o Centro Global de Desenvolvimento. A produção
efetiva começou em 16 de março de 2009, com os acabamentos LS, LT e SS. Apesar
das grandes semelhanças com a versão de 1969 ─ o perfil da
carroceria, os faróis dianteiros combinados à grade, a tomada de ar à frente
dos para-lamas traseiros, as lanternas traseiras ─ pela primeira vez,
as suspensões eram independentes nas quatro rodas; com molas progressivas e
amortecedores pressurizados, discos de 14 polegadas ventilados nas quatro
rodas, sendo as dianteiras com rodas de liga forjadas de 21 polegadas e as
traseiras com 22, calçando pneus 275/30R21 e 305/30R22 respectivamente.
As versões LS e LT eram equipadas com um V6 de 3,6 litros
(220 cid), com 312 hp e câmbios T-56 de 6 velocidades manual ou automático com
mudanças por alavanca. Fazia 0-60 em 6,0 segundos e o quarto-de-milha em 14,2
segundos.
O SS era movido pelo LS3 V8 de 6,2 litros (376 cid) com 426
hp e câmbio manual de 6 marchas. Havia a opção do motor L99 V8 com 400 hp
acompanhada da caixa automática. O pacote decorativo RS estava disponível para
os acabamentos LT e SS e trazia rodas de 20 polegadas em grafite, “halo rings”
em torno dos faróis de xenônio, spoiler traseiro e logotipos RS ou SS em
vermelho. Com este recurso, fazia de 0-60 em 5 segundos e o quarto-de-milha em
13 segundos.
Em abril de 2010, o
Camaro foi premiado com o “World Car Design of the Year”, selecionado por um
júri internacional de 48 jornalistas, de 22 países, especializados no setor de
Automóveis. Os outros finalistas eram o Citroen C3 Picasso e o KIA
Soul.
Camaro Edição
Especial Transformers
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Camaro Transformers Special Edition 
Camaro Transformers Special Edition
Em 22 de julho de 2009,
coincidindo com o lançamento de Transformers: Revenge of Fallen (Transformers:
a vingança dos Derrotados), a GM anunciou na San Diego Comic-com daquele ano, o
Camaro Transformers Special Edition, um pacote de opcionais por US$ 995 para
deixar o modelo similar ao utilizado no filme. Disponível para os acabamentos
LT e SS, com ou sem o pacote opcional RS, mas apenas para os carros na cor
Rally Yellow. Vinha com os emblemas dos escudos Autobot para ser aplicado nos
paralamas dianteiros abaixo do emblema do Camaro; escudos Autobot para
aplicação nas tampas centrais das rodas de liga; um escudo Autobot bordado para
o console central interno, logotipos Transformers para as soleiras das portas
do motorista e passageiro, em substituição às originais “Camaro”; e finalmente
as faixas centrais pretas de alto brilho com o logo Transformers. Com previsão
de produzir 1.500 unidades, ao todo foram 1.916 conjuntos foram produzidos até
o final de 2010.
O detalhe que mais chama atenção são os faróis de neblina, que no Bumblebee tinha os recortes trapezoidais, ao invés do formato circular do Camaro de linha.
No mais, o design é impactante, e a miniatura acaba sendo bem atrativa por remeter ao carro do filme.
Com abertura do capô dianteiro, portas e porta-malas, direção que aciona as rodas dianteiras, a miniatura da Jada Toys possui um nível de detalhamento bom para esta escala. O cofre do motor revela a unidade V8 de 6,2 litros com os cabeçotes cromados. Não há fiação nem mangueiras visíveis, algo que pode ser customizado pelo colecionador, valorizando ainda mais o modelo.
As rodas de maior diâmetro calçam pneus de perfil bem baixo, e dão um aspecto mais agressivo ao Camaro.
A miniatura da Jada Toys é um excelente exemplar que acrescenta à qualquer coleção um dos modernos ícones automobilísticos que tem um papel cada vez mais significativo nos filmes produzidos por Hollywood.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Carros e Filmes: Se Meu Fusca Falasse
Se Meu Fusca Falasse, produção da Walt Disney de 1969, traz o simpático Fusca como o astro que tem vida própria, tomando decisões e demonstrando sentimentos como um ator de verdade; além de ter uma performance digna de um vencedor, nas várias competições em que participa no decorrer da película.
Muitos filmes antes desta data também tiveram carros memoráveis, mas o carisma do Fusca me leva a associar os temas "carro e cinema" começando com esta postagem, filme que tenho certeza, foi visto por muitos de nós, e como o Brasil teve uma boa parte de nossa história automobilística sustentada pelo valente Fusca, nada mais justo que dar espaço a ele. Vamos lá!
O filme “Se meu Fusca falasse” (The Love Bug no original), foi lançado em 1968, pela Walt Disney Productions, iniciando uma série de filmes estrelada pelo simpático “Herbie”, um Volkswagen Sedan 1963, branco-pérola, com teto solar de lona, com uma forte personalidade antropomórfica; baseado no livro escrito por Gordon Buford, Car, Boy, Girl, em 1961.
O filme conta as aventuras de Herbie, seu piloto Jim Douglas (Dean Jones) e sua namorada Carole Bennet (Michele Lee). Há também a presença de Tennessee Steinmetz (Buddy Hackett), como o iluminado e bondoso amigo de Jim, que faz “arte” a partir de peças de carros usados. O ator inglês David Tomlinson retrata o vilão Peter Thorndyke, proprietário de uma revenda de carros e campeão nacional da SCCA, que vende Herbie para Jim e vem a ser um rival dele nas corridas.
HISTÓRIA E DESWENVOLVIMENTO
Dean Jones credita o sucesso do filme no fato de que era o último filme produzido sob o envolvimento direto de Walt Disney, cujo falecimento ocorrera dois anos antes, em 1966. Apesar do tom sério que Dean Jones achava que o filme teria, Walt sugeriu mudanças que o deixaram muito melhor do que a história que o livro contava.
Car, Boy, Girl; The Magic Volksy; The Runaway Wagen; Beetlebomb; Wonderbeetle; Bugboom e Thunderbug estavam entre os títulos originalmente considerados para denominar o filme, antes que se escolhesse o título final: The Love Bug.
Herbie compete no Monterrey Grand Prix, que, exceto em 1963, não era uma corrida de carros esporte. A corrida hoje se chama Monterrey Sports Car Championship.
O “Special” de Peter Thorndyke era de fato um Apollo GT, de 1965, um raro carro esporte construído nos Estados Unidos pela International Motorcars, de Oakland, California. Tinha um estilo italiano na carroceria, movido por um motor Buick V8. O carro existe até hoje, nas mãos de um colecionador privado, e foi restaurado assim como era visto no filme, com sua cor amarela e o número 14.
"HERBIE"
Herbie, o Volks Sedan 1963 (oficialmente denominado Model 117 Deluxe Sunroof Sedan), personagem principal do filme, tinha sua própria capacidade de tomar decisões, capaz de se autodirigir, e um sério adversário nas corridas em que participava. Sua personalidade foi marcada pelas faixas azul e vermelha, bem como o número 53, pintado nas portas e no capô dianteiro e traseiro. Sua placa era da época do estado da Califórnia, preta com caracteres em amarelo, grafados “OFP 857”.
Antes de a produção do filme se decidir pelo Fusca, diversos carros foram examinados para fazer parte do casting. No final, havia alguns Toyota, um TVR, um punhado de Volvos, um MG, e o VW Sedan branco-pérola. O Fusca foi eleito porque foi o único que a equipe se identificou e o tratavam com um carinho especial.
O logotipo da Volkswagen não aparece no filme, pois a montadora não permitiu o uso do nome pelos Estúdios Disney. No entanto, o logo aparece em apenas duas ocasiões: a primeira, nos pedais de freio, quando Herbie assume o controle com Jim dentro do carro, na autoestrada, perseguindo o Rolls-Royce de Thorndyke (aparece todas as vezes que Jim pisa no freio); e a segunda, na chave de ignição, quando Jim tenta desligar Herbie para pará-lo de vez. Nos filmes realizados na sequencia, a Volkswagen já autorizava o uso do logotipo, até para promover o Besouro, que estava com as vendas em queda nos Estados Unidos da época.
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| Donald Drysdale, Nº 53 |
O nome “Herbie” veio de um dos esquetes que Buddy Hackett fazia sobre um instrutor de esqui alemão chamado Klaus, que ao apresentar seus companheiros instrutores de esqui, que são nomeados Hans, Fritz, Wilhelm e Sandor, falava com forte sotaque alemão. Ao final do quadro de humor, Hackett dizia: “Se você não tem um Herbie (pronuncia-se ‘hoy-bee’), eu não vai.”.
Walsh também definiu a marca registrada de Herbie, as estreitas faixas azul e vermelha, cores da bandeira americana, e inseriu no filme diversas ‘gags’ como quando Herbie espirra óleo em Thorndyke, ou fica abrindo e fechando suas portas por si mesmo.
O VW Sedan saía de fábrica com um motor de 1200 cc, quatro cilindros contrapostos, refrigerado a ar, desenvolvendo 40 hp (SAE) ou 34 cv DIN (na medição europeia, que considerava a potência do motor instalado no carro e com os sistemas de refrigeração e escapamento instalados).
Herbie tem os seus próprios créditos ao final do filme, como um verdadeiro personagem que desempenhou seu papel na película. Hoje, dos diversos carros que foram construídos para as filmagens, poucos sobreviveram. Registros indicam que o Carro #10 foi recuperado de um armazém, na Pensilvânia, e foi preservado, ainda ostentando sua pintura original usada no filme.
EFEITOS ESPECIAIS
Para criar o efeito de Herbie se autodirigir, a Disney elaborou um detalhado sistema de engrenagens e correias para conectar uma segunda coluna de direção por baixo do assento do piloto para um dublê dirigir o carro do banco logo atrás do motorista. Foram instalados também os pedais de aceleração, freio e embreagem, assim como outra alavanca de câmbio. Apesar de estar numa posição mais baixa do que o motorista, o dublê conseguia ver o caminho pelo para-brisa, e ainda ficar fora da visão das câmeras. Para os filmes subsequentes Herbie Rides Again e Herbie Goes to Monte Carlo, a Disney instalou um farol de neblina Carello, no qual inseriu uma câmera que permitia ao dublê no banco de trás visualizar a pista e se posicionar mais baixo ainda.
No filme inicial, as faixas diferem dos filmes posteriores, pois não cobriam as saias e grelhas do carro, e a faixa azul era mais clara. Também Herbie tinha os estribos coloridos, e nos outros filmes, eles eram em preto standard.
Durante o filme, dependendo da sequencia, as rodas mudavam do modelo original (apesar de terem calotas, os logos VW foram eliminados), para as rodas especiais de competição mais largas e sem calotas.
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| Cadê o número 53? |
Um dos Herbie modificados para as corridas foi equipado com um motor do Porsche 356, amortecedores e freios KONI. O interior do carro foi pintado de cinza, para melhorar o contraste e reduzir o brilho nas filmagens internas.
Várias unidades foram preparadas para as filmagens, inclusive para as cinco sequências que a franquia teve desde The Love Bug (Se Meu fusca Falasse, 1969); Herbie Rides Again (As Novas Aventuras do Fusca, 1974); Herbie Goes to Monte Carlo (Herbie – o Fusca Enamorado, 1977); Herbie Goes Bananas (A Última Cruzada do Fusca, 1980); The Love Bug (Se Meu Fusca Falasse, 1997 - um remake feito para a TV e que teve depois cinco episódios na série de 1982) e Herbie Fully Loaded (Herbie, Meu Fusca Turbinado, 2005) comemorando os 25 anos da primeira produção.
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| Craig Jackson, presidente da Barret-Jackson, ao volante do Herbie que atingiu US$ 126,500 num leilão em 2015. |
Em abril de 2015, outro exemplar utilizado em Herbie Goes to Monte Carlo e Herbie Goes Bananas foi leiloado pela Barret-Jackson por US$ 126,500, indicando que carros que participaram de filmes de sucesso tem sido um excelente investimento, devido ao crescente interesse de colecionadores por peças com histórias consagradas em seu passado.
EM ESCALA
Há inúmeras miniaturas do Herbie, em diversas escalas, fabricadas por muitas empresas, como Matchbox, Tamya, Revell, e outras, e nos sites temáticos, diversos modelistas customizam miniaturas do Fusca com a decoração do Herbie. O destaque vai para a peça produzida pela Mattel, com a marca Hot Wheels Elite, na escala 1:18 e muito bem detalhada, reproduzindo fielmente o carro original do primeiro filme, exceto pela falta das calotas cromadas.
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| Herbie, da Hot Wheels, na escala 1:18. |
Medindo cerca de 22,2 cm, vem pintado na cor Branco Perola e tem para-choques da época cromados, com lâmina e barras superiores.
Veja mais em:
http://rawautos.com/2011/09/famous-movie-cars-the-history-of-herbie-the-batmobile-the-delorean/#sthash.G82OGnS2.dpu
http://www.gizmag.com/herbie-auction-world-record-movie-car-investment-market/37141/
Veja o trailer original do filme:
https://www.youtube.com/watch?v=ay3GgrYEa1M








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