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segunda-feira, 25 de maio de 2026

Mustang 1968 - Dick Trickle, Rei das "Short Track"


Lançado em 1964, o Mustang fazia sucesso na América, e logo em 1968, a lista de motores cresceu para um V8 Cobra Jet de 428 cid (7 litros) do Cobra roadster com 425 hp, mas amansado para 335 hp; e Carrol Shelby fez um upgrade no GT350 para um GT 500, e depois para o GT 500 KR (“King of the Road” -  Rei da Estrada); e mesmo com novos concorrentes, o GT 350 venceu novamente o Trans-Am Manufacturers Cup; além de ganhar o bi-campeonato do SCCA B-Production também pela segunda vez.

Sobre a potência do Mustang GT500 KR, muitos alegavam que o valor declarado era menor do que a real, por causa das companhias de seguro, e calculavam que ele teria cerca de 400 hp. O KR fazia de 0-60 mph em 6,9 segundo e o quarto-de-milha em 14,6 segundos.

Mustang Shelby GT500, 1968

Com o sucesso do Camaro Z/28 na categoria de 5,0 L na Série Trans-Am da SCCA desde 1967, e o Mustang com o motor Small-Block de 289 cid (4,7 L) e o de 390 cid (6,4 L) não se mostravam à altura dos carros da Chevrolet nas classes acima de 2,0 L (Trans-Am) e até 7,0 litros (NASCAR). Então, a Ford respondeu com o Mustang Boss em 1969 e 1970, equipado com o motor de 302 cid (4,9 L) e o Big-Block de 429 cid (7,0 L).

O V8 de 302 cid que equipava os Mustang Boss era bem diferente dos 302 padrões de linha. O small-block tinha paredes entre os cilindros mais fina e o bloco com muito mais teor de níquel. O motor V8 de 302 cid (4,9 litros) gerava 290 hp, e eliminou os anteriores 289 cid a partir de dezembro de 1967. O virabrequim era roletado de quatro mancais, cabeçotes com válvulas inclinadas, que podiam ser maiores do que as utilizadas no 351 Cleveland.

O câmbio tinha quatro marchas, direção com relação de 16:1, diferencial com relação de 3,5:1, amortecedores reguláveis na traseira, e as suspensões foram rebaixadas, os freios dianteiros eram a disco, as barras estabilizadoras tinham um diâmetro maior, os eixos e as torres de suspensões foram reforçadas também. O exterior vinha com capô dianteiro e traseiro em preto fosco, faixas laterais com a inscrição “302 C”, persianas no vidro traseiro semelhantes às do Lamborghini Miura, spoiler frontal, paralamas alargados e rodas Magnum 500 com pneus F60 de aro 15.

Mustang Boss 302, 1969

Larry Shinoda, que veio da GM, foi o responsável pelo estilo do Mustang Boss. Ele excluiu as falsas entradas de ar à frente da caixa das rodas traseiras; a carroçaria tinha diversos apliques aerodinâmicos, como o spoiler dianteiro e uma asa traseira, sendo o primeiro carro de produção a ter estes acessórios. Como curiosidade, certa vez, quando Shinoda foi questionado sobre o que estava fazendo com o Mustang, ele respondeu: “Estou fazendo o carro do chefe”, referindo-se a Semon “Bunkie” Knudson, que havia deixado a GM pela Ford e levou Shinoda para desenvolver um Mustang para as corridas da Trans-Am. “Boss”, além de significar “Chefe”, era uma gíria popular nos anos 1960 para “excelente” ou “muito legal”, então o nome acabou ficando para a versão que Shinoda estava criando.

A frente do Mustang Boss de 1969 era igual aos demais da linha, mas para 1970, os faróis foram deslocados para dentro da grade central, e o espaço foi ocupado por duas pequenas aberturas horizontais. A Ford ficou com o vice-campeonato em 1969 e conquistou a taça em 1970.

O mais famoso Mustang 1968 certamente foi aquele 390 utilizado nas filmagens de “Bullit”, com Steve McQueen interpretando Frank Bullit, atuando na que é considerada a mais emocionante perseguição do cinema de todos os tempos.

Da minha coleção



O Mustang 1968 da Racing Champions reproduz um modelo que teria sido utilizado por Richard “Dick” Trickle, nas corridas da NASCAR no final dos anos 1960. Apesar da decoração característica dos carros que competiam naquela época, Trickle corria com o número 99, em vez do 90 gravado na miniatura, e seus carros eram pintados com uma cor púrpura com teto em branco. Até onde pesquisei, não há registros de que Trickle correu realmente com um Mustang 1969.





Dick Trickle foi um dos maiores vencedores da NASCAR, nas “Short Tracks”, pistas ovais com menos de uma milha de extensão, começou a correr em 1957, com 16 anos e um velho Ford 1950, e demorou mais 16 anos para começar a vencer, mas depois, não parou mais.

Dick Trickle

Estima-se que ele largou em mais de 2.200 corridas, e venceu cerca de 1.200 delas, sendo considerado o piloto mais vitorioso nas “Short Track” da história. Entre todas, conta-se 67 vitórias em 1972, sete campeonatos ARTGO em nove anos entre 1979 e 1987, bicampeão na ASA AC-Delco Challenge em 1984 e 1985; “rookie of the year” no USAC Stock Car de 1968, “rookie of the year” no NASCAR de 1989.

Mustang 1970,  apelidado de "Purple Knight"  (Cavaleiro Púrpura")
 

Sempre correndo com os Ford, depois de muitos problemas nas temporadas de 1974 e 75, trocou pelos modelos da GM em 1976, vencendo 40 corridas na temporada. Entrando pelos anos 1980, continuou competindo na NASCAR, e em 1989, aos 48 anos, foi considerado “rookie of the year” na Winston Cup Series, e também o mais idoso piloto a competir na categoria. Correu 303 provas, não foi campeão, mas terminou cinco vezes em terceiro, 15 vezes ficou entre os cinco melhores e 36 vezes entre os 10 melhores.

Nos anos 1990, Dick Trickle usava o duplo sentido do seu sobrenome (“trickle” podia significar “devagar, lento” em inglês) para conseguir popularidade, e frequentemente, os locutores das corridas mencionavam em que lugar ele terminara a corrida, após darem os destaques aos vencedores. Também, como a Wiston Cup era patrocinada pela famosa marca de cigarros, ele fez um buraco no capacete, para poder fumar durante as corridas, e quando a NASCAR autorizou-o a fumar durante as bandeiras amarelas, ele instalou em seu carro um isqueiro para acender os cigarros.

Voltando aos Ford, na NASCAR

Mesmo não tenho muito sucesso continuou correndo na NASCAR, e a partir de 1984, na Busch Series, teve 158 largadas, com 24 top 5 e 42 top 10; e seguiu competindo nos anos 2000, em eventos ocasionais em Wisconsin, até se aposentar em 2007 definitivamente das pistas.

Dick Trickle passou a sofrer de severas dores crônicas, e nenhum tratamento foi eficaz para descobrir as origens das dores e minimizar os efeitos em seu corpo. Depois de muitos anos lutando com sua saúde, foi ao Cemitério Forest Lawn, em Boger City, Carolina do Norte, em que sua neta está enterrada e ligou para o 911 (Emergências nos EUA), dizendo que “Vai haver um corpo, suicídio”, e quando a operadora perguntou quem iria se suicidar, ele respondeu: “Eu sou o escolhido”. Ele foi encontrado ao lado de sua caminhonete, no dia 16 de maio de 2013, morto por um disparo de arma de fogo.

O La Crosse Fairgrounds Speedway criou em 2007 a corrida Dick Trickle 99, com 99 voltas (três baterias de 33 voltas) durante a fim de semana anual da Oktoberfest. Vários circuitos do meio-oeste tem corridas Trickle Memorial, sendo a maioria com 99 voltas, que era o número do seu carro.

Comenta-se que o personagem de Tom Cruise em “Dias de Trovão” se chama Cole Trickle em homenagem a Dick, mas outras fontes dizem que foi baseado em outro piloto famoso, Tim Richmond.

Referências:

https://www.tellmebest.com/1legendary-richard-trickle-story-race/

https://leotogashi.blogspot.com/2022/11/ford-mustang-parte-ii-primeira-geracao.html


segunda-feira, 30 de outubro de 2023

Richard Petty "The King" - NASCAR

Richard Lee Petty e o seu Superbird

O Plymouth Superbird e Richard Petty são inseparáveis quando citamos um ou outro. Verdadeira lenda entre os americanos da NASCAR (National Association of Stock Car Auto Racing), vencedor de 200 corridas em sua carreira, de longe, o maior campeão da NASCAR, com sete campeonatos conquistados, em 1964, 1967, 1971, 1972, 1974, 1975 e 1979.

Nascido em 2 de julho de 1937, em Level Cross, Carolina do Norte, EUA, seu pai, Lee Petty, era um tri-campeão da Grand National Series (Precursora da NASCAR), e havia fundado a Petty Enterprises Racing Team. Richard começou a correr em 1958 aos 21 anos de idade, e em 1959, foi agraciado como o “Rookie of the Year”, com nove classificações entre os 10 primeiros; e já no ano seguinte, em fevereiro de 1960, obteve a primeira vitória em Charlotte, Carolina do Norte.

A família Petty formou uma das primeiras “dinastias” no esporte a motor. Lee corria com o número 42, Richard ficou com o 43 e Maurice, seu irmão mais novo, com o 41. Lee passou a competir cada vez menos, passando mais tempo a administrar a equipe, e mais tarde, Maurice se deu melhor na preparação de motores do que ao volante; o primo deles Dale Inman virou o chefe de equipe; e Richard pilotava os bólidos da Petty Enterprises. Já na temporada de 1963, Richard conquistou a maioria das vitórias no ano, mas perdeu o título por poucos pontos.

Richard Petty, vencedor da Daytona 500 em 1964


Ele venceu a primeira edição das 500 Milhas de Daytona (que se tornou a principal corrida da NASCAR), em 1964, com a média recorde de 154,334 mph (248,376 km/h) e conquistou seu primeiro campeonato neste ano. O carro era um Plymouth Belvedere, com um motor 427 cid (7 litros), preparado com comandos mais bravos, cabeçotes com câmaras hemisféricas e carburadores quádruplos. A imprensa da época apelidou tais motores de “elefantes”, devido ao peso e tamanho, em relação à proporção do Belvedere que os acomodava debaixo do capô.

Petty em 1987

Ganhou o apelido de “The King”, por ser heptacampeão, o piloto com 200 vitórias na Serie (sete na Daytona 500), e 127 Pole Positions. O segundo campeonato que venceu, em 1967, bateu o recorde de vitórias com 27 em 48 disputadas, dez delas consecutivamente. Na temporada de 1975, venceu 13 das 30 corridas disputadas.

Richard Petty, homenageado pelo Presidente Nixon, na Casa Branca

Richard Petty se aposentou em 1992 aos 55 anos, tendo disputado 1.184 corridas da NASCAR; foi indicado para o International Motorsports Hall of Fame em 1997, seu filho Kyle e seu neto Adam também correram na NASCAR.

O Plymouth Superbird nº 43

O Plymouth Superbird de Richard Petty, 1970

A história deste carro começa em 1967,quando Richard Petty venceu seu segundo titulo da NASCAR, com o modelo Belvedere, massacrando a concorrência. Dodge, Plymouth, Ford e Mercury eram as marcas principais da categoria, na verdade, apenas a Ford e Chrysler se enfrentavam para dominar a categoria de carros de turismo dos EUA, como modelos iguais aos que se viam nas ruas. Era a aplicação do conceito “Vencer no domingo, vender na segunda”.

O Torino Cobra, da temporada de 1968

Na temporada de 1968, a Ford entrou com o Torino Cobra, na equipe Holman-Moody, para confrontar a Chrysler e Richard Petty. David Pearson, que se transferiu da Dodge para a Ford, conseguiu 16 vitórias, como Petty, mas levou o título por fazer meros 126 pontos a mais do que “The King”. Petty só conseguiu fazer frente a Pearson porque a Chrysler entrou com o Road Runner e o Charger 500 neste ano. Para 1969, a Ford continuou jogando pesado: trouxe o Torino Talladega e o Mercury Cyclone Spoiler II, designado assim por causa do aplique no nariz do carro, deixando-o mais aerodinâmico, reduzindo o arrasto e melhorando a estabilidade em altas velocidades.

Richard Brickhouse, com o Dodge Daytona, em 1969

Então a Dodge apelou com o Dodge Charger Daytona, desenvolvido em túnel de vento e com suporte computacional, resultando num carro mais comprido que o normal; o bico avançando em cunha, e uma enorme asa na traseira, numa altura que pegava menos turbulência e era mais eficiente.


Quando Petty ficou sabendo dos desenhos do Daytona, logo pediu que a Chrysler fizesse o mesmo com um Plymouth, e a negativa da montadora o fez mudar para a Ford. O Daytona foi equipado com o motor Hemi 426, com 7,0 litros e 425 hp, e 503 unidades foram fabricadas para homologar o modelo para as pistas. Somente 70 unidades tinham este motor, e as demais tinham o Magnum de 7,2 litros e 375 hp. Todos tinham um câmbio manual de quatro velocidades.

O Charger Daytona estreou em Talladega, com Richard Brickhouse vencendo com o carro nº 99, conseguindo velocidades de 322 km/h, um número insano para a época! Mesmo assim, não foi o bastante, a Ford levou a taça de novo cm David Pearce, e Petty ficou com o vice-campeonato, correndo pela Ford.

O Superbird com o Dodge Daytona, em 1970

Para a temporada de 1970, a Chrysler fez a “mea culpa”, e trouxe Petty de volta à marca, e fez o que ele pediu: aplicou todo o pacote aerodinâmico do Dodge Daytona no Plymouth Road Runner e ganhou o nome de Superbird. Foram produzidas 2.783 unidades seguindo as novas regras da NASCAR para homologar os modelos, e apenas 135 deles tinham o motor Hemi, os demais recebiam o motor Magnum, como fizeram com o Charger Daytona.

Assim, o Superbird e o Daytona dominaram a temporada, com 36 vitórias em 46 corridas. Petty venceu 18 etapas, mas ficou de fora em sete delas por conta de um acidente que sofrera, então ficou apenas com o 4º lugar no campeonato; Bobby Isaac, com um Daytona, foi o campeão em 1970.




Como sempre acontece quando um carro ou uma marca domina de forma tão marcante, usa-se o regulamento para puxar o tapete e não foi diferente na NASCAR. Baixaram uma regra que obrigava os carros com aerodinâmica exagerada (Winged Warriors, “Guerreiros Alados”, como ficaram conhecidos) que tivessem a capacidade do motor reduzida para 305 cid (5,0 litros), e claro, tanto a Ford como Chrysler abandonaram os projetos com tais modelos.

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Strip Weathers, da animação da Pixar/Disney

Richard Petty não foi campeão com o Superbird, mas foi homenageado pela Pixar na animação “Carros” de 2006, última produção da Pixar antes de ser adquirida pela Disney em janeiro de 2006.

O Superbird faz o personagem Strip Weathers, dublado pelo próprio Richard Petty, com sua esposa Linda Petty dublando a esposa de Strip. Outros pilotos também participaram com suas vozes, como Dale Earnhardt Jr, Michael Schumacher e Mario Andretti. Na dublagem para o idioma alemão, Niki Lauda fez a voz de “The King”, Tom Kristensen, nove vezes vencedor de Le Mans, fez a versão dinamarquesa e Mika Hakkinen, a versão finlandesa.

O Plymouth Road Runner Stock Car - 1971 e 1972

Richard Petty foi obrigado a abandonar o Superbird, quando a NASCAR eliminou os Winged Warriors das pistas, e passou a correr com o Road Runner, com a tradicional cor “Petty Blue” e o número 43.

O Plymouth Road Runner 1971

Considerado o “último Stock Car a vencer um campeonato Grand National usando uma carroçaria e um motor baseados em produção”; Petty conquistou 21 vitórias e 38 resultados entre os cinco primeiros, faturando o campeonato de 1971, e tornando Petty o primeiro piloto a faturar mais de US$ 1 milhão em sua carreira. A partir da temporada de 1972, os carros da NASCAR (National Association for Stock Car Auto Racing), por questões de aumentar a segurança para os pilotos, passaram a ter um chassi especialmente construído, com as carroçarias de cada marca acopladas a ele.


Equipado como o V8 HEMI de 426 cid (7,0 L), gerando 616 hp a 7200 rpm; acoplado a um câmbio Hurst A883 manual de quatro velocidades, um carburador quádruplo com um coletor de admissão especial, fabricado pelo próprio Petty.

Nas suspensões, a dianteira tinha braços em “A” reforçados e amortecedores duplos com barras de torção; e traseira com feixe de molas e amortecedores telescópicos, com rodas de 15x8 polegadas. Surpreendentemente, os freios ainda eram a tambor.



O Plymouth Road Runner foi adaptado para o modelo 1972, correndo em 20 etapas da temporada de 1972, sendo depois substituído por um Dodge. Petty conquistou 8 vitórias, 18 vezes ficou entre os cinco primeiros, e chegou ao segundo título consecutivo (e quarto no total).

Da minha coleção

Plymouth Superbird, Racing Champions


O Plymouth Superbird de Richard Petty é reproduzido pela Racing Champions, empresa fundada em 1989, que cresceu nos anos 1990 fazendo modelos vintage licenciados da NASCAR, e posteriormente, começou a produzir modelos de rua também. Ela adquiriu a ERTL em 1999, e nos anos 2000 produziu inúmeros modelos com um excelente nível de detalhamento, não visto ainda na escala de 1:64.



O chassi é de metal, tem rodas especiais com pneus de borracha, mas gravados com o nome “Racing Champions” nas laterais (problemas de licenciamento). Os vidros são tão escuros que parece não ter interior, novamente, para reduzir os custos devido às diversas marcas licenciadas para dar mais fidedignidade ao Superbird pilotado por Richard Petty em 1970.

A Racing Champions Ertl mudou seu nome para RC2,e numa ação promocional, reproduziu todos os 30 carros com que Richard Petty competiu na temporada de 1992, vendendo mais de um milhão destes modelos daquela ano. Um dos clássicos da empresa é o Superbird 1970 de Richard Petty, e o Ford Torino Talladega 1969 de Cale Yarborogh’s.

Plymouth Road Runner, da Johnny Lightning, 1972


O Plymouth Road Runner de Richard Petty é da Johnny Lightning, ou Playing Mantis, constando 1972 como ano-modelo. É uma bela miniatura, e tem os faróis com o número 43 no duplo à direita, os da esquerda pintados de preto. O capô dianteiro se abre (pouco) mostrando um motor bem simplificado, as rodas são em preto com os pneus com o logo Goodyear nas laterais.






Referências:

Racing Champions Diecast Cars – Auto World Store

https://flatout.com.br/o-lendario-plymouth-superbird-de-richard-petty-esta-a-venda-junto-com-seu-road-runner/

https://www.terra.com.br/esportes/automobilismo/nascar-historia-do-plymouth-superbird-rei-do-filme-carros,9dfb14137c06d59a49553b76020f459de7llqyds.html

https://www.britannica.com/biography/Lee-Petty

https://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Petty

https://www.motortrend.com/news/the-kings-first-elephant/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Carros_(filme)

Round 2 (company) - Wikipedia

https://www.company-histories.com/Racing-Champions-Corporation-Company-History.html

https://www.company-histories.com/Racing-Champions-Corporation-Company-History.html