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domingo, 3 de março de 2024

’71 Plymouth GTX

Plymouth Belvedere 1967

O Plymouth GTX foi apresentado em 1967 como Belvedere GTX, na divisão Plymouth da Chrysler. Era um modelo médio de luxo da linha, posicionada como o “Muscle-car dos gentlemens”, equipado como motores V8 de 440 (7,2 litros) Super Commando, ou 426 (7,0 litros) Hemi.

Utilizava a mesma plataforma B-Body de outros modelos Plymouth, e o modelo de 1971 recebeu uma reestilização com linhas mais aerodinâmicas (“fuselage”), com para brisa inclinado, com um para choque dianteiro envolvendo a grade e faróis recuados dentro dela. Este modelo foi o último GTX como modelo independente, disponível somente na carroçaria coupe, pois o conversível foi cancelado.

Plymouth GTX 1970

Plymouth GTX 1971

Os motores eram um V8 440 cid com carburador quádruplo, gerando 370 hp a 4600 rpm e 480 lb-ft de torque a 3200 rpm; outro 440 cid com três carburadores duplos (Six Pack) com 385 hp a 4700 rpm e 490 lb-ft de torque a 3200 rpm, e o 426 Hemi com 425 hp a 5000 rpm, com 490 lb-ft de torque a 4000 rpm. O câmbio podia ser um manual de quatro velocidades ou o Torque Flite automático de três. No início da década de 1970, os fabricantes aproveitavam ainda a onda dos Muscle-Cars, e a Chrysler conseguia boas vendas com o Dodge Charger, construído na mesma plataforma do Plymouth GTX acabando por canibalizar as linhas e fazer as vendas do Plymouth começarem a cair. Num teste da revista Car & Driver em novembro de 1970, o modelo básico do GTX com motor 440 cid e 370 hp fez de 0-60 mph (96,54 km/h) em 6,5 segundos, e o quarto-de-milha (402,25 m) em 14,9 segundos a 95,4 mph (153,49 km/h).

O modelo com o Air Grabber no capô

Um detalhe que era atraente para os que desejavam performance, era o “Air Grabber”, uma parte no centro do capô dianteiro que se abria como uma tomada de ar para forçar o ar para dentro do cofre do motor, controlado pelo motorista nas acelerações para conseguir mais desempenho.

O Interior do GTX

Posicionado como um Muscle-Car mais luxuoso, o interior era bem acabado e confortável. Bancos individuais, estofamento com materiais de alta qualidade, o painel com instrumentação voltada para o piloto, ar condicionado, vidros elétricos, console central, rádio AM/FM eram algumas das amenidades do GTX. Apesar do tamanho e peso, o GTX tinha um desempenho dinâmico muito bom nas estradas. A plataforma B-Body tinha uma boa estabilidade e era bem equilibrada ao fazer curvas, fazendo a pilotagem do GTX ser divertida e confiável aos motoristas que exigiam um pouco mais do carro. Nesse quesito, os componentes da suspensão eram reforçados, e os pneus voltados para melhor desempenho ajudavam na manobrabilidade do GTX.


As normas de restrições de emissões reduziram a taxa de compressão, fazendo os motores produzirem menor potência. Era um período em que o governo endurecia com normas de segurança cada vez mais rígidas, e modelos como os Muscle-Cars que esbanjavam potência e desempenho eram vistos como vilões da integridade dos motoristas e passageiros. Das 2.942 unidades produzidas em 1971, apenas 30 exemplares eram equipados com o 426 Hemi.

A partir de 1972, o Plymouth GTX foi descontinuado e as configurações disponíveis passaram para os modelos Road Runner, que passaram a utilizar a sigla GTX e eram identificadas com os emblemas do Plymouth GTX.




O Plymouth GTX de 1971 deixou um legado de design, motores potentes e performance impressionantes, que até hoje chama a atenção dos colecionadores e entusiastas, com sua reputação de um carro com alta performance, que oferecia luxo e conforto, marcou seu lugar na história dos Muscle-Car.

Ele é um testamento da Era de Ouro dos Muscle-Cars americanos, e pelos poucos exemplares que foram produzidos, são bastante valorizados entre os colecionadores e entusiastas de carros que marcaram época.

Da minha coleção





O Plymouth GTX de 1971 preto é da Série Fast & Furious Full Force, de 2021, reproduzindo o carro utilizado por Dom Toretto (Vin Diesel) quando Cipher (Charlize Theron) o obrigou a se voltar contra sua “família”. Ele tem base metálica e rodas especiais com pneus de borracha, e segue a decoração do modelo utilizado nas filmagens de The Fate of the Furious, o oitavo filem da franquia Velozes & Furiosos.






Já o modelo laranja, é da Série Muscle Mania, de 2023, apesar de ser um Mainline, com base de plástico, tem rodas Chrome RSW, saindo do lugar comum do estilo habitual da maioria dos modelos Hot Wheels.

O design é de Phil Riehlman, e reproduz bem as linhas que ficaram conhecidas como “fuselage”, no último modelo dos Plymouth GTX, em 1971.

Referências:

https://hotwheels.fandom.com/wiki/%2771_Plymouth_GTX

https://fastandfurious.fandom.com/wiki/Category:The_Fate_of_the_Furious_Cars

https://en.wikipedia.org/wiki/Plymouth_GTX

https://www.musclecarfacts.com/plymouth-gtx/48-1971-gtx/

https://classiccarsconnection.com/dalambai/the-1971-plymouth-gtx-a-muscle-car-legend-revisited/

quarta-feira, 1 de novembro de 2023

’71 Plymouth GTX

O modelo 1971

O Plymouth GTX foi introduzido no mercado como Belvedere GTX em 1967, pela Divisão Plymouth da Chrysler, posicionado como carro médio, com acabamento mais sofisticado, equipado com o V8 denominado “Super Commando 440” (7,2 litros), que produzia 375 hp, com o opcional de 426 cid (7,0 litros) Hemi. Internamente, era chamado de “Gentleman’ s Muscle Car”, valorizando o comprador que desejava se diferenciar do povo comum. Fazia de 0-60 mph em 6,5 segundos e o quarto-de-milha em 14,9 segundos a 95,4 mph (153,49 km/h).

O Plymouth de Richard Petty

Depois que o Superbird foi banido da NASCAR, Richard Petty passou a correr com um Road Runner, em 1971, conquistando seu terceiro título na Grand National 
Series NASCAR.

Plymouth GTX 1970, com a tomada Air Grabber no capô

Os modelos de 1968 a 1970 compartilhavam a plataforma com o Dodge Charger, recebendo um design diferente na dianteira e traseira. Em 1971 ele foi redesenhado com linhas mais aerodinâmicas, e o conversível saiu de linha. Devido ao crescimento das medidas de segurança, e de emissões, as vendas se retraíram, e após 1972, o GTX foi reintegrado na linha Road Runner, praticamente o mesmo carro, com um acabamento mais simples, e barato, mas ambos mantiveram suas nomenclaturas até deixar de ser produzido.

Devido à pouca quantidade de unidades construídas, o GTX é cobiçado pelos colecionadores, e alguns exemplares alcançam boas cifras quando trocam de mãos.

Da minha coleção

'71 Plymouth GTX


O Plymouth GTX laranja é da Série Muscle Mania, de 2023; e é bem reproduzido pela Mattel. Apesar de ser um Mainline, traz umas rodas diferentes no design, fazendo parecer que é um Real Riders. A pintura em laranja vivo acaba se sobrepondo aos decais em amarelo, e quase não são visíveis, a não ser que examine melhor.

As rodas Chrome RSW são caprichadas

Ele foi lançado na época na Série First Editions em 2001, e em 2021 o casting foi refeito, e o friso de acabamento abaixo das portas passou a fazer parte do interior do modelo.

Referências:

https://hotwheels.fandom.com/wiki/%2771_Plymouth_GTX

https://en.wikipedia.org/wiki/Plymouth_GTX

https://www.musclecarfacts.com/plymouth-gtx/48-1971-gtx/#reviewsTab

https://www.motortrend.com/features/1971-plymouth-gtx-ultimate-hemi/

https://www.musclecarfacts.com/plymouth-gtx/48-1971-gtx/#reviewsTab



segunda-feira, 30 de outubro de 2023

Richard Petty "The King" - NASCAR

Richard Lee Petty e o seu Superbird

O Plymouth Superbird e Richard Petty são inseparáveis quando citamos um ou outro. Verdadeira lenda entre os americanos da NASCAR (National Association of Stock Car Auto Racing), vencedor de 200 corridas em sua carreira, de longe, o maior campeão da NASCAR, com sete campeonatos conquistados, em 1964, 1967, 1971, 1972, 1974, 1975 e 1979.

Nascido em 2 de julho de 1937, em Level Cross, Carolina do Norte, EUA, seu pai, Lee Petty, era um tri-campeão da Grand National Series (Precursora da NASCAR), e havia fundado a Petty Enterprises Racing Team. Richard começou a correr em 1958 aos 21 anos de idade, e em 1959, foi agraciado como o “Rookie of the Year”, com nove classificações entre os 10 primeiros; e já no ano seguinte, em fevereiro de 1960, obteve a primeira vitória em Charlotte, Carolina do Norte.

A família Petty formou uma das primeiras “dinastias” no esporte a motor. Lee corria com o número 42, Richard ficou com o 43 e Maurice, seu irmão mais novo, com o 41. Lee passou a competir cada vez menos, passando mais tempo a administrar a equipe, e mais tarde, Maurice se deu melhor na preparação de motores do que ao volante; o primo deles Dale Inman virou o chefe de equipe; e Richard pilotava os bólidos da Petty Enterprises. Já na temporada de 1963, Richard conquistou a maioria das vitórias no ano, mas perdeu o título por poucos pontos.

Richard Petty, vencedor da Daytona 500 em 1964


Ele venceu a primeira edição das 500 Milhas de Daytona (que se tornou a principal corrida da NASCAR), em 1964, com a média recorde de 154,334 mph (248,376 km/h) e conquistou seu primeiro campeonato neste ano. O carro era um Plymouth Belvedere, com um motor 427 cid (7 litros), preparado com comandos mais bravos, cabeçotes com câmaras hemisféricas e carburadores quádruplos. A imprensa da época apelidou tais motores de “elefantes”, devido ao peso e tamanho, em relação à proporção do Belvedere que os acomodava debaixo do capô.

Petty em 1987

Ganhou o apelido de “The King”, por ser heptacampeão, o piloto com 200 vitórias na Serie (sete na Daytona 500), e 127 Pole Positions. O segundo campeonato que venceu, em 1967, bateu o recorde de vitórias com 27 em 48 disputadas, dez delas consecutivamente. Na temporada de 1975, venceu 13 das 30 corridas disputadas.

Richard Petty, homenageado pelo Presidente Nixon, na Casa Branca

Richard Petty se aposentou em 1992 aos 55 anos, tendo disputado 1.184 corridas da NASCAR; foi indicado para o International Motorsports Hall of Fame em 1997, seu filho Kyle e seu neto Adam também correram na NASCAR.

O Plymouth Superbird nº 43

O Plymouth Superbird de Richard Petty, 1970

A história deste carro começa em 1967,quando Richard Petty venceu seu segundo titulo da NASCAR, com o modelo Belvedere, massacrando a concorrência. Dodge, Plymouth, Ford e Mercury eram as marcas principais da categoria, na verdade, apenas a Ford e Chrysler se enfrentavam para dominar a categoria de carros de turismo dos EUA, como modelos iguais aos que se viam nas ruas. Era a aplicação do conceito “Vencer no domingo, vender na segunda”.

O Torino Cobra, da temporada de 1968

Na temporada de 1968, a Ford entrou com o Torino Cobra, na equipe Holman-Moody, para confrontar a Chrysler e Richard Petty. David Pearson, que se transferiu da Dodge para a Ford, conseguiu 16 vitórias, como Petty, mas levou o título por fazer meros 126 pontos a mais do que “The King”. Petty só conseguiu fazer frente a Pearson porque a Chrysler entrou com o Road Runner e o Charger 500 neste ano. Para 1969, a Ford continuou jogando pesado: trouxe o Torino Talladega e o Mercury Cyclone Spoiler II, designado assim por causa do aplique no nariz do carro, deixando-o mais aerodinâmico, reduzindo o arrasto e melhorando a estabilidade em altas velocidades.

Richard Brickhouse, com o Dodge Daytona, em 1969

Então a Dodge apelou com o Dodge Charger Daytona, desenvolvido em túnel de vento e com suporte computacional, resultando num carro mais comprido que o normal; o bico avançando em cunha, e uma enorme asa na traseira, numa altura que pegava menos turbulência e era mais eficiente.


Quando Petty ficou sabendo dos desenhos do Daytona, logo pediu que a Chrysler fizesse o mesmo com um Plymouth, e a negativa da montadora o fez mudar para a Ford. O Daytona foi equipado com o motor Hemi 426, com 7,0 litros e 425 hp, e 503 unidades foram fabricadas para homologar o modelo para as pistas. Somente 70 unidades tinham este motor, e as demais tinham o Magnum de 7,2 litros e 375 hp. Todos tinham um câmbio manual de quatro velocidades.

O Charger Daytona estreou em Talladega, com Richard Brickhouse vencendo com o carro nº 99, conseguindo velocidades de 322 km/h, um número insano para a época! Mesmo assim, não foi o bastante, a Ford levou a taça de novo cm David Pearce, e Petty ficou com o vice-campeonato, correndo pela Ford.

O Superbird com o Dodge Daytona, em 1970

Para a temporada de 1970, a Chrysler fez a “mea culpa”, e trouxe Petty de volta à marca, e fez o que ele pediu: aplicou todo o pacote aerodinâmico do Dodge Daytona no Plymouth Road Runner e ganhou o nome de Superbird. Foram produzidas 2.783 unidades seguindo as novas regras da NASCAR para homologar os modelos, e apenas 135 deles tinham o motor Hemi, os demais recebiam o motor Magnum, como fizeram com o Charger Daytona.

Assim, o Superbird e o Daytona dominaram a temporada, com 36 vitórias em 46 corridas. Petty venceu 18 etapas, mas ficou de fora em sete delas por conta de um acidente que sofrera, então ficou apenas com o 4º lugar no campeonato; Bobby Isaac, com um Daytona, foi o campeão em 1970.




Como sempre acontece quando um carro ou uma marca domina de forma tão marcante, usa-se o regulamento para puxar o tapete e não foi diferente na NASCAR. Baixaram uma regra que obrigava os carros com aerodinâmica exagerada (Winged Warriors, “Guerreiros Alados”, como ficaram conhecidos) que tivessem a capacidade do motor reduzida para 305 cid (5,0 litros), e claro, tanto a Ford como Chrysler abandonaram os projetos com tais modelos.

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Strip Weathers, da animação da Pixar/Disney

Richard Petty não foi campeão com o Superbird, mas foi homenageado pela Pixar na animação “Carros” de 2006, última produção da Pixar antes de ser adquirida pela Disney em janeiro de 2006.

O Superbird faz o personagem Strip Weathers, dublado pelo próprio Richard Petty, com sua esposa Linda Petty dublando a esposa de Strip. Outros pilotos também participaram com suas vozes, como Dale Earnhardt Jr, Michael Schumacher e Mario Andretti. Na dublagem para o idioma alemão, Niki Lauda fez a voz de “The King”, Tom Kristensen, nove vezes vencedor de Le Mans, fez a versão dinamarquesa e Mika Hakkinen, a versão finlandesa.

O Plymouth Road Runner Stock Car - 1971 e 1972

Richard Petty foi obrigado a abandonar o Superbird, quando a NASCAR eliminou os Winged Warriors das pistas, e passou a correr com o Road Runner, com a tradicional cor “Petty Blue” e o número 43.

O Plymouth Road Runner 1971

Considerado o “último Stock Car a vencer um campeonato Grand National usando uma carroçaria e um motor baseados em produção”; Petty conquistou 21 vitórias e 38 resultados entre os cinco primeiros, faturando o campeonato de 1971, e tornando Petty o primeiro piloto a faturar mais de US$ 1 milhão em sua carreira. A partir da temporada de 1972, os carros da NASCAR (National Association for Stock Car Auto Racing), por questões de aumentar a segurança para os pilotos, passaram a ter um chassi especialmente construído, com as carroçarias de cada marca acopladas a ele.


Equipado como o V8 HEMI de 426 cid (7,0 L), gerando 616 hp a 7200 rpm; acoplado a um câmbio Hurst A883 manual de quatro velocidades, um carburador quádruplo com um coletor de admissão especial, fabricado pelo próprio Petty.

Nas suspensões, a dianteira tinha braços em “A” reforçados e amortecedores duplos com barras de torção; e traseira com feixe de molas e amortecedores telescópicos, com rodas de 15x8 polegadas. Surpreendentemente, os freios ainda eram a tambor.



O Plymouth Road Runner foi adaptado para o modelo 1972, correndo em 20 etapas da temporada de 1972, sendo depois substituído por um Dodge. Petty conquistou 8 vitórias, 18 vezes ficou entre os cinco primeiros, e chegou ao segundo título consecutivo (e quarto no total).

Da minha coleção

Plymouth Superbird, Racing Champions


O Plymouth Superbird de Richard Petty é reproduzido pela Racing Champions, empresa fundada em 1989, que cresceu nos anos 1990 fazendo modelos vintage licenciados da NASCAR, e posteriormente, começou a produzir modelos de rua também. Ela adquiriu a ERTL em 1999, e nos anos 2000 produziu inúmeros modelos com um excelente nível de detalhamento, não visto ainda na escala de 1:64.



O chassi é de metal, tem rodas especiais com pneus de borracha, mas gravados com o nome “Racing Champions” nas laterais (problemas de licenciamento). Os vidros são tão escuros que parece não ter interior, novamente, para reduzir os custos devido às diversas marcas licenciadas para dar mais fidedignidade ao Superbird pilotado por Richard Petty em 1970.

A Racing Champions Ertl mudou seu nome para RC2,e numa ação promocional, reproduziu todos os 30 carros com que Richard Petty competiu na temporada de 1992, vendendo mais de um milhão destes modelos daquela ano. Um dos clássicos da empresa é o Superbird 1970 de Richard Petty, e o Ford Torino Talladega 1969 de Cale Yarborogh’s.

Plymouth Road Runner, da Johnny Lightning, 1972


O Plymouth Road Runner de Richard Petty é da Johnny Lightning, ou Playing Mantis, constando 1972 como ano-modelo. É uma bela miniatura, e tem os faróis com o número 43 no duplo à direita, os da esquerda pintados de preto. O capô dianteiro se abre (pouco) mostrando um motor bem simplificado, as rodas são em preto com os pneus com o logo Goodyear nas laterais.






Referências:

Racing Champions Diecast Cars – Auto World Store

https://flatout.com.br/o-lendario-plymouth-superbird-de-richard-petty-esta-a-venda-junto-com-seu-road-runner/

https://www.terra.com.br/esportes/automobilismo/nascar-historia-do-plymouth-superbird-rei-do-filme-carros,9dfb14137c06d59a49553b76020f459de7llqyds.html

https://www.britannica.com/biography/Lee-Petty

https://pt.wikipedia.org/wiki/Richard_Petty

https://www.motortrend.com/news/the-kings-first-elephant/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Carros_(filme)

Round 2 (company) - Wikipedia

https://www.company-histories.com/Racing-Champions-Corporation-Company-History.html

https://www.company-histories.com/Racing-Champions-Corporation-Company-History.html