Bem-vindo ao meu Blog, onde escrevo sobre minha paixão por filmes e carros, e suas miniaturas. Fique à vontade para comentar e compartilhar.
terça-feira, 23 de julho de 2013
Quem não quer subir na carreira?
Todos que iniciam uma vida profissional tem o desejo de progredir, avançar, ser promovido e subir os degraus construindo uma carreira de sucesso.
Claro, talento é fundamental, mas quantos talentosos conhecemos que não foram reconhecidos; não galgaram postos de liderança, nem se tornaram profissionais de sucesso?
Significa que o talento não basta. Avançar profissionalmente depende de uma soma de fatores, não de uma qualidade isolada que o faz destacar-se entre seus pares.
Além de todas as habilidades que precisa desenvolver para se tornar uma referência na atividade que exerce, outros fatores também podem colaborar para que sua carreira decole, somando impulso às ‘expertises’ adquiridas e aperfeiçoadas através de cursos e treinamentos.
Veja alguns deles:
1. Tenha o chefe certo. Um chefe que te boicota e não quer que você seja uma sombra para ele bloqueia sua ascensão e fecha as portas para qualquer promoção; a não ser que a empresa tenha outras áreas em que você pode se dar bem.
2. Pare de querer agradar todo mundo. Quem faz tudo para todos não tem tempo para fazer o que deve para si mesmo. Imponha limites e aprenda a dizer ‘não’.
3. Insegurança não! Preparação e conhecimento aumentam sua confiança naquilo que faz. Em último caso, seja um bom ator/atriz e nunca demonstre que está inseguro naquilo que faz.
4. Corra riscos calculados. O empreendedor conhece os riscos que corre, e tem sempre um Plano B para ser executado na hora certa.
5. Seja rápido. Troque o ‘não estou pronto para isso’ por ‘vou agarrar esta oportunidade e aprender rápido’!
6. Não tenha um conselheiro ou mentor: tenha vários! Quanto mais gente você puder consultar e trocar idéias, melhor. De quebra, você criará muitos laços fortes com seus colegas de trabalho.
7. Faça planos. Aliás faça dois planos para sua carreira. Um a longo prazo, sonhando alto; outro a curto prazo de um ano, ano e meio. Tenha objetivos mais imediatos; tal como aprender uma nova língua. Que tal Mandarim?
8. Pergunte-se todos os dias: “O que posso fazer hoje para ficar mais afiado(a)?”
9. Coloque este pôster no seu escritório: “Existe um lugar especial para quem ajuda os outros.”
10. Por fim, seja uma pessoa de caráter. Ainda que seja um canalha, poderá tirar vantagem de outros e subir na carreira, mas sua reputação não permitirá que fique lá em cima, e a queda será inevitável.
Pense e reflita. Grandes mudanças são difíceis de fazer e não se fazem da noite para o dia. Faça pequenas mudanças sempre e se torne um profissional melhor a cada dia.
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quinta-feira, 4 de julho de 2013
TRABALHO EM EQUIPE – UTOPIA E REALIDADE.
Um dos quesitos mais importantes para qualquer profissional
é a capacidade de trabalhar em equipe. No mundo cada vez mais complexo em que
vivemos, muitas vezes não é mais possível fazer as coisas sozinho, e o sucesso
de seu trabalho acaba dependendo intrinsecamente do trabalho de outras pessoas,
nem sempre subordinadas diretamente a você.
Cada vez mais, a formação de equipes multidisciplinares é
uma forma de obter resultados melhores e mais rápidos, favorecendo a busca de
novas soluções para velhos problemas.
Neste novo universo de atividades interativas, a habilidade
de trabalhar com pessoas diferentes em qualificação e personalidades acaba
sendo fundamental para que se chegue aos resultados esperados e até sejam
superados.
O grande problema acaba sendo lidar com a neutralização dos
egos e lidar com a individualidade, em busca de soluções ou decisões tomadas por uma maioria. A própria
característica que dá vantagem a um grupo com diversas habilitações pode ser o
calcanhar de Aquiles, devido às diferenças de opinião que fatalmente surgem nas
decisões que se precisa tomar.
Democraticamente falando, com muitas cabeças pensando, seria
de se esperar que a melhor decisão surgisse naturalmente, e ela fosse escolhida
para ser implementada pelo grupo.
Mas este processo não é tão simples assim. Emocionalmente (e
somos todos seres emocionais), é muito difícil apoiar ou trabalhar em prol de
algo com o qual você não concorda. Difícil, mas não impossível.
Mas, um profissional que tenha seu voto vencido numa destas
discussões, poderá boicotar a sua parte no processo, sem nunca parecer que está
fazendo isso. É notório o caso de trabalhadores que fazem de conta que “compraram”
a idéia do chefe, de fazer isto ou aquilo, mas na prática, o que foi planejado
nunca acaba sendo implementado, ou a equipe o faz do jeito que acha de deve ser
feito e não segundo o que foi preconizado.
Num grupo multidisciplinar, exercer a liderança é algo muito
mais complexo de se conseguir. Fica então a pergunta:
- Você consegue apoiar ou trabalhar em prol de uma
coletividade, mesmo que não concorde com a decisão tomada, e fazer o seu melhor
para que os objetivos definidos sejam alcançados pela equipe? Você consegue
evitar de emitir comentários críticos ou dizer a famosa frase “Eu não avisei?”
quando algo não dá certo?
Pense nisso, da próxima vez que seu ponto de vista, ou sua
opinião for vencida em uma decisão da equipe em que estiver trabalhando.
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quinta-feira, 27 de junho de 2013
O que é que te incomoda?
Como seres humanos que somos, estamos sempre insatisfeitos
com alguma coisa. Ainda bem, pois grandes progressos vieram exatamente por
causa desta força motivadora de sempre buscar melhorias em tudo o que nos
cerca.
No tipo de vida que levamos, seja numa grande metrópole, ou
numa cidade do interior, todos os dias temos fatores que nos deixam incomodados.
Seja o trânsito, a demora no atendimento de um serviço, a fila do banco, a
internet que cai, a chuva que cancela seu piquenique, seu vizinho barulhento, o
estresse do trabalho, a falta de segurança, a corrupção política, os desmandos
na área da saúde e educação, a lista parece infindável.
Dois fatores precisam ser levados em consideração ao
identificar este sentimento dentro de nós. Primeiro, a insatisfação pode tirar
nossa alegria, levando à frustração, desânimo e até à depressão; então, cuidado
com ela.
Pegou um congestionamento? Escute música no carro. A fila do
banco tá grande? Medite sobre o que fará no fim-de-semana com a família ou
amigos. Tá frio demais para dar uma caminhada? Aproveite para se vestir
elegantemente, coloque seu cachecol e vá dar uma volta na praça ou no parque.
Tá estressado no trabalho? Tire uma noite para ir ao cinema ou alugue aquele
filme que você não conseguiu ver na sala
escura.
Não permita que as situações do dia-a-dia tirem sua alegria
de viver, de encontrar as pessoas, de realizar coisas para si e outros. Faça o
seu melhor a cada dia, para que sua vida seja melhor a cada dia.
Segundo, a insatisfação pode ser o primeiro passo para uma
mudança. O atendimento de um serviço está demorando? Pense em criar um negócio
que resolva esse problema: assim como você, certamente outros também sofrem com
o mesmo problema, e pagariam bem em ter um serviço mais rápido. A internet está
caindo toda hora? Procure saber as causas: é um problema técnico? Ou da sua
região? Qual o tipo de acesso; discado, antena, cabo, rádio ou satélite? Qual o horário em que
o tráfego de dados é mais pesado? Fale com especialistas, adquira um pouco de
conhecimento nesta área que será cada vez mais imprescindível no futuro.
As demandas sociais mobilizaram nas últimas semanas milhões
de pessoas insatisfeitas às ruas para protestar contra as mazelas de um governo
que sempre deixa a desejar. Tudo isso é um desejo de mudança, e se observarmos,
é altamente positivo que as pessoas desejem mudanças, para melhorar o
transporte, a saúde, o serviço público, enfim... ter uma vida melhor e ser mais felizes.
Observadores comentam que há muito o que fazer em vários
campos da vida social, e muitos argumentam que o povo tem o governo que merece.
Sem querer chover no molhado, as mudanças estão sempre
ocorrendo, e não vão parar. A insatisfação nata do ser humano nos levará sempre
a avaliar nosso “status quo”, e buscar alterar esta situação para melhor.
A diferença é a maneira em que se reclama, protesta, altera as situações atuais para uma outra forma desejável de se viver em sociedade. Muitas vezes queremos os "nossos direitos", e com razão. Mas as obrigações vêm junto, e não podemos nos esquecer que são estas que colaboram para que a vida em comum seja mais agradável para todos.
A diferença é a maneira em que se reclama, protesta, altera as situações atuais para uma outra forma desejável de se viver em sociedade. Muitas vezes queremos os "nossos direitos", e com razão. Mas as obrigações vêm junto, e não podemos nos esquecer que são estas que colaboram para que a vida em comum seja mais agradável para todos.
“Se você quiser mudar o mundo, comece mudando a si mesmo”.
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Sobreviver no mundo corporativo
Ambiente de trabalho perfeito não existe. Dura constatação
para os idealistas que desejam encontrar um local para desenvolver todo o seu
potencial profissional, uma empresa em que possamos exercer nossa criatividade,
demonstrar nossa iniciativa e trabalhar numa equipe que produza resultados
excelentes ao final do exercício.
Quando entramos em um novo emprego, temos expectativas de
fazer melhor aquilo que sabemos, encontrar oportunidades para que nosso
conhecimento e habilidades possam ser aproveitados pela empresa; e com certeza
essa também foi a premissa do seu novo empregador quando bateu o martelo para
sua contratação.
O tempo passa, você vai conhecendo seus novos colegas de
trabalho, seu chefe, o(s) diretor(es), clientes e fornecedores, os mercados em
que atua, e claro, os obstáculos que precisam ser vencidos para que suas
expectativas sejam atingidas.
Reuniões com a direção da empresa podem não resistir aos
comentários na hora do cafezinho, ou à conversa no banheiro. Sem contar com
ambientes de trabalho que tem música ambiente; e a rádio que toca é a “Radio
Peão”.
Em maior ou menor grau, todo lugar em que você for
trabalhar, vai encontrar estes elementos atuando; vai depender de você fazer
com que sejam contra ou a seu favor.
A extrema competitividade dos negócios, as diferenças de
opinião entre as pessoas, a pressão por resultados acabam com o clima organizacional, e nem
sempre é fácil suportar as muitas situações com que somos confrontados.
Surgem então os conflitos, que, nem sempre são resolvidos a
contento. A solução pode ser fazer política no trabalho, que por sinal, deveria
ser a primeira competência que deveríamos desenvolver. Política no sentido de
saber lidar com as pressões que vêm de cima (chefes, gerentes e diretoria), dos
lados (colegas de seu departamento ou de outras áreas da empresa), de baixo
(caso tenha subordinados), e de fora da companhia (clientes e fornecedores).
Por anos, uma competência avaliada era o “Relacionamento
interpessoal”, em que se avalia a sua capacidade de se relacionar com outros
para exercer sua função na empresa.
Falamos de habilidades comportamentais, como flexibilidade,
inteligência emocional, criatividade, qualidades além do conhecimento técnico e
acadêmico; que ao ser manifestas, promovem um ambiente saudável e harmônico no
trabalho.
Ledo engano!
Inimizades, antipatia, desconfiança, arrogância, orgulho, falsidade,
criam um ambiente negativo e pesado, que prejudica a integração grupal,
dificulta a comunicação e afunda a motivação das pessoas.
É nossa responsabilidade decidir em que time vamos jogar,
sobrevivendo no mundo corporativo.
Para meditar:
O relacionamento interpessoal é reflexo do relacionamento
intrapessoal. (Rafael Sales Costa)
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Amor, o maior dos sentimentos.
![]() |
| Patch Adams, vivido no cinema por Robin Williams expressou amor pelos pacientes do hospital em que trabalhava. |
Na série sobre os sentimentos humanos, o amor fica no lugar
de honra, e assim é pois é sem dúvida o mais destacado sentimento que podemos
expressar.
Apesar de sempre pensarmos no amor como o elo que liga um
homem a uma mulher, temos vários tipos de amor. Quatro para ser exato.
O primeiro tipo de amor é o amor de uma mãe pela sua prole. A
palavra grega que define este sentimento é ‘storgé’.
Num sentido mais amplo, abrange o amor que existe em uma família, a afeição
fraternal existente entre membros de uma família (pais, mães, filhos, tios
primos, etc).
Intensamente louvada em várias formas de arte (as famosas “madonnas”)
no decorrer dos séculos, este amor é encontrado desde as primeiras civilizações
humanas, na forma de pequenas estatuetas com fartos seios e amplos quadris,
representando a mãe que dá vida à todos.
O segundo tipo de amor, denominado também no grego ‘philía’ (do grego ‘philos’, significando ‘amigo),
representa o sentimento de dois amigos ou amigas, forte o bastante para manter
uma lealdade até mesmo frente à morte. Atravessa os anos e se solidifica com a
convivência e a lealdade nos tratos mútuos.
Muito explorado no cinema com as diversas composições de ‘parceiros’
ou ‘duplas’, que se ajudam para vencer os desafios com que se confrontam e
fazem a nossa diversão nas salas escuras.
O terceiro tipo de amor é o famoso ‘eros’, o amor romântico entre homem e mulher, relacionado com a
atração sexual; exaustivamente exposto em todas as mídias, produzindo
tragédias, comédias e histórias com finais felizes também. Misturado à paixão,
desequilibrado por tantas demandas e incompreensões deste mundo moderno, pode
passar facilmente ao ódio (voltando ao nosso primeiro post sobre os
sentimentos). Tão belo, mas tão distorcido por manifestar degradação moral,
devassidão, reflete a decadência de uma civilização ao destruir um sentimento
tão bonito.
Mas acima de todos estes amores, surge o quarto tipo de amor;
guiado ou governado por princípios: ‘agápe’.
É um sentimento ou emoção altruísta relacionado com o fazer o bem a outros, sem esperar nada em retribuição.
A respeito desse amor, o professor William Barclay escreveu:
“Agápe tem a ver com a mente: não é apenas uma emoção que surge
espontaneamente no nosso coração; é um princípio pelo qual vivemos
deliberadamente. Agápe tem superlativamente a ver com a vontade.”
Assim, vemos muitos casais que, com certeza, tinham o amor
romântico quando se casaram e fizeram seus votos de amor eterno, mas precisam
desenvolver o ‘philía’, ‘storgé’ e ‘agápe’,
sob pena de deteriorar seu relacionamento (com o passar do tempo e a idade que
avança), como ocorre tão comumente nas sociedades modernas.
O amor ‘agápe’ move as pessoas a obedecer às regras de vida
em comum, manifesta-se na cidadania, na cortesia e tratos com estranhos, na
obediência às leis de trânsito, ao evitar tirar vantagem de outros, evitar
práticas desonestas no emprego, assim como não desenvolver vícios que
prejudicam sua saúde e de outros (fumo, bebidas, drogas, jogatina), não se
dominar pela ganância, luxúria e avareza.
Por fim, temos uma bela definição do amor como registrado na
primeira carta do apóstolo Paulo aos cristãos em Corinto, capítulo 13, nos
versos 4 ao 8:
“4 O amor é longânime e benigno. O
amor não é ciumento, não se gaba, não se enfuna, 5 não
se comporta indecentemente, não procura os seus próprios interesses, não fica
encolerizado. Não leva em conta o dano. 6 Não se alegra
com a injustiça, mas alegra-se com a verdade. 7 Suporta
todas as coisas, acredita todas as coisas, espera todas as coisas, persevera em
todas as coisas. 8 O amor nunca falha.”
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Alegria e Tristeza – coexistindo dentro de nós.
Dois sentimentos opostos, um que buscamos incessantemente,
como um degrau que conduz à felicidade; outro que nem queremos ver de longe,
mas que muitas vezes, insiste em colar na gente como um post-it, lembrando-nos
de que nem tudo na vida é cor-de-rosa...
Acho que estas músicas dizem mais sobre estes sentimentos do
que qualquer coisa que eu pudesse escrever, então convido a entrar nestes links
e em alguns minutos, sentir a alegria de Caetano e a tristeza de Maysa.
Caetano Veloso: Alegria, alegria!
Maysa: Bom dia Tristeza.
Finalizando:
“O coração alegre faz bem como o que cura, mas o espírito
abatido resseca os ossos.”
Provérbios 17:22.
Na próxima semana, não poderia deixar de falar sobre o maior dos sentimentos: o AMOR. Até lá.
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quinta-feira, 2 de maio de 2013
Medo – O que te causa esta sensação?
![]() |
| O Grito, de Edvard Munch |
Todos nascemos com apenas dois medos: o medo de cair e medo
do barulho.
Todos os outros medos são desenvolvidos durante nosso
crescimento, nas (más) experiências que vivemos, e nas imaginações que criamos
em nossas mentes.
Um dos maiores medos que temos é o medo do futuro. Fez o
ganha-pão de magos e adivinhos há séculos, e hoje sustenta as seções de horóscopos
em jornais e revistas, e enriquece os gurus assediados por presidentes de
grandes corporações, atrás de pistas sobre o que vai acontecer com o mercado.
Consultores e psicólogos costumam dizer que 90 por cento dos
nossos receios nunca acontecerão, então, se ficamos ansiosos com nosso futuro,
relaxe; poupe sua energia psicológica e emocional para os 10 por cento que
realmente ocorrem, e destes, apenas os 8 por cento em que você pode tomar providências
que estão ao seu alcance.
Como ando de motocicleta neste trânsito maluco de São Paulo,
inevitavelmente me perguntam se não tenho medo.
Tenho sim; e muito!
O medo é meu sentimento de preservação, evita que eu tenha
um comportamento que aumente os riscos de um acidente. Combinado com os anos de
pilotagem, e ver as barbaridades que os motoristas e outros motociclistas
fazem, ajuda em muito a não ter danos materiais, e melhor ainda, nenhum osso
quebrado nestes anos em que ando em duas rodas.
Ayrton Senna em uma declaração de junho de 1991, disse: “"O medo faz parte da vida da gente.
Algumas pessoas não sabem como enfrentá-lo, outras - acho que estou entre elas
- aprendem a conviver com ele e o encaram não como uma coisa negativa, mas como
um sentimento de autopreservação".
É para isto que serve o medo: para nos preservarmos vivos,
protegermos nosso corpo e mente de ameaças reais, criando uma situação
antecipada da realidade para que não cheguemos a vivenciá-la, arriscando-nos a
ter um mau resultado.
Assim como o medo do escuro materializa monstros que não
existem na realidade, nosso cérebro pode trabalhar em direção oposta, de modo a
dominarmos este sentimento tão poderoso.
Todos sentimos ansiedades. Uma ansiedade exagerada pode
levar ao medo, e se não soubermos administrar, pode levar ao pânico e terror
momentâneos. Se isto persiste sem controle, pode levar à doença do medo, que é
a Fobia, comprometendo as relações sociais e provocando sofrimento psicológico.
O que concluímos então?
Se o cérebro pode gerar uma situação quase real para nos
proteger de danos; pode muito bem gerar uma imagem quase real de uma situação
que desejamos fortemente que ocorra em nosso futuro.
Nosso subconsciente pode mudar condicionamentos e realizar
os desejos acalentados em nossos corações. Essa é uma das bases da Programação
Neurolingüística, do Pensamento Positivo, da energia dos Otimistas; e pode
ajudar a lidar com nossos medos mais comuns; enfrentando nossos monstros interiores,
tirando-os da escuridão e trazendo-os para a luz.
Ao olhar para eles, verá que eles não são tão feios assim.
Na semana que vem, vamos tratar de dois sentimentos: a
Alegria e o seu oposto, a Tristeza.
Até lá; sem medo de ser feliz!
O Grito é uma série de quatro pinturas do norueguês Edvard
Munch, a mais célebre das quais datada de 1893. A obra representa uma figura
andrógina num momento de profunda angústia e desespero existencial.
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