quinta-feira, 23 de novembro de 2023

Custom ’41 Willys Coupe

 


A Willys Americar era uma linha de automóveis produzida pela Willys-Overland Motors, de 1937 a 1942, em várias versões como sedan, coupe, station-wagon ou pick-up.

No período da II Guerra, muitos fabricantes voltaram sua produção para os esforços militares, e a Willys-Overland foi premiada com o contrato para produzir o famoso Jeep para as Forças Armadas americanas. Após o fim do conflito, a Willys buscou assegurar o sucesso do Jeep, agora no mercado civil, com a versão CJ (Civilian Jeep), e manteve a sobrevivência da companhia, e selou o destino da linha Americar. As tentativas de renovação da linha de automóveis não tiveram o sucesso esperado, até o lançamento do Aero-Willys, dez anos depois, um modelo que chegou a ser fabricado no Brasil de 1960 a 1962.




O modelo coupe se tornou muito popular preparado como Hot-Rod, tanto os primeiros exemplares, como posteriormente, os modelos feitos de fiberglass. O fraco motor de quatro cilindros, a falta de peças de reposição e de assistência técnica tornou o Willys coupe um mico, que ninguém queria, fazendo o preço de mercado despencar. Com a nascente tendencia dos jovens prepararem seus carros para as corridas de Dragsters, e o surgimento dos Hot Rods, o Willys coupe era o carro preferido pelo seu baixo preço. A preparação tinha muitas alternativas, com a troca dos motores, câmbio, rodas e suspensões, para deixá-lo competitivo nas pistas de quarto-de-milha, ou para os rachas de saída de semáforos.


Um dos pilotos que fizeram a fama do Willys 41 foi Big John Masmanian, nas pistas de Long Beach, California, no início dos anos 1960. Ele atingiu 149 mph abaixo dos dez segundos para o quarto-de-milha com o seu Willys Coupe, equipado com um monstruoso V8 Chrysler Hemi, alimentado por um compressor de caminhão da GMC, fazia o rugido do pequeno e leve Willys tremer o piso e as ondas de choque vibravam o tórax de quem estava nas arquibancadas, para ver o carro disparar, deixando uma nuvem de fumaça branca depois que a luz verde se acendia.

Encontrar um Willys Coupe no estado original hoje é muito difícil, mas diversas empresas produzem o kit em fiberglass, tornando possível combinar chassis e motores potentes para fazer bonito nas competições, ou apenas para desfilar com um carro que ninguém queria, mas se tornou um clássico décadas depois de sair de produção.

Da minha coleção






O Willys 41 coupe entrou para a minha coleção em 2022, mas é um exemplar de 2011, distribuído exclusivamente para as vendas na rede de lojas Walmart. Ele tem a decoração idêntica ao modelo comum da Hot Wheels, mas as rodas vêm com um friso vermelho, imitando as rodas das versões RLC (Red Line Club), edições especiais que somente os membros deste clube podem adquirir.

Referências:

https://en.wikipedia.org/wiki/Willys_Americar

https://hotwheels.fandom.com/wiki/Custom_%2741_Willys_Coupe#2009_card

https://autorestorer.com/articles/1941_willys_americar_coupe-610

sábado, 11 de novembro de 2023

Hudson Hornet

Hudson Hornet 1952

Fabricado pela Hudson Motor Car Company, de Detroit, a empresa se fundiu com a Nash-Kelvinator para formar a American Motors Corporation em 1954. O Hudson Hornet de 1952 foi lançado em 1951, e seu inovador chassi perimetral permitiu rebaixar o piso na cabine, trazendo mais espaço para os passageiros, assim como o centro de gravidade ficou mais baixo do que os carros da época, e isso foi um fator de vantagem nas corridas; além do design que estava integrando os para-lamas à carroçaria e o capô de altura reduzida, favorecia a aerodinâmica com seu estilo “streamlined”, com as rodas traseiras cobertas na lateral.



Este Hudson de 1952 vinha com um motor de seis cilindros em linha com 308 cid (5,47 litros), tinha o cabeçote com as válvulas laterais, um carburador duplo, produzindo 145 hp a 3800 rpm e 375 lb-ft de torque. A versão "Twin H-Power" tornou-se equipamento padrão com carburadores duplos, com coletores de admissão individuais, aumentando a potência para 170 hp. Com as modificações do kit “7-X”, o motor produzia 210 hp.

O Hornet foi exportado para diversos países, e também foi montado em fábricas no Canadá, Nova Zelândia, Austrália, África do Sul e Reino Unido, nestes três últimos com a direção do lado direito.


Doc Hudson

O Hornet se provou quase invencível nas corridas de Stock-Car, e recebeu uma justa homenagem no filme de animação “Cars” (2006) da Disney, com a voz de ninguém menos do que Paul Newman, como o personagem “Doc Hudson”, com a pintura “Fabulous Hudson Hornet”. Doc Hudson era o Juiz da pequena cidade de Radiator Springs, onde Lightning McQueen vai parar depois de se perder no trajeto para a corrida decisiva da Piston Cup. McQueen acaba descobrindo que Doc Hudson era na verdade Hudson Hornet, tri-campeão da Piston Cup, antes de sofrer um acidente e ter de se retirar das pistas.



A Hudson foi a primeira montadora a se envolver nas corridas de Stock-Car, dominando o cenário com seu Hornet no início dos anos 1950, quando os modelos eram de fato, carros de linha (Stock-Cars). Dominando a temporada de 1952 da NASCAR Grand National, a Hudson venceu 27 das 34 corridas, e entre 1951 e 1955, o Hornet venceu nada menos do que 80 corridas, vitórias atribuídas principalmente pela configuração inovadora do chassi perimetral e o seu sistema de direção de ponto central, que contribuía para uma performance superior em fazer curvas, tornando o Hornet um vencedor também nas corridas de Dirt-Track, disputadas em ovais de terra.

Tim Flock (nº 91) foi o campeão com 8 vitórias, e Herb Thomas (nº 92) também com 8 vitórias fizeram a dobradinha na temporada de 1952 com o “Fabulous Hudson Hornet”. O carro original de Herb Thomas foi totalmente restaurado e hoje pode ser visto no Ypsilanti Automotive Heritage Museum, em Ypsilanti, Michigan; nas instalações da Miller Motors, o último concessionário da Hudson no mundo.

Da minha coleção

Hudson Hornet, Hot Wheels da Série Rod Squad, 1:64

O Hudson Hornet da Hot Wheels é da Série Rod Squad, de 2020, design de Phil Riehlman, na cor cinza escuro, com decoração da NASCAR da época, e numeração 817. Creio que por limitações devido ao licenciamento, não tem a decoração com a frase “Fabulous Hudson Hornet” nas laterais, como na miniatura de “Cars”, que vem com os olhos no para-brisa, e os decalques da época, porém a cor do modelo é um azul escuro que não corresponde à cor dos Hudson dos anos 1950.

The Fabulous Hudson Hornet, com a voz de Paul Newman

Referências:

https://hotwheels.fandom.com/wiki/%2752_Hudson_Hornet

https://en.wikipedia.org/wiki/Hudson_Hornet

https://i.pinimg.com/1200x/57/44/6b/57446b0e1a9988d8cd705a43d56cefd6.jpg

https://en.wikipedia.org/wiki/1952_NASCAR_Grand_National_Series

https://en.wikipedia.org/wiki/Cars_(film)

LB Super Silhouette Nissan Silvia (S15)


A Liberty Walk é a preparadora de Kato Wataru, sediada em Nagoya, no Japão, fundada no conceito de “remodelação”, muito além da personalização ou afinar e enfeitar um carro. Os body kits e outros acessórios criados por Kato para uma infinidade de modelos de automóveis, tanto modernos esportivos como para antigos com mais de uma década de idade, atraíram os que desejavam “remodelar” seus carros com um estilo radical, mas com um design avançado e bem equilibrado.

Kato Wataru abriu sua loja aos 26 anos

Para choques dianteiros e traseiros, grades e faróis, difusores a spoilers, com largos para lamas e saias laterais, além de novos capôs dianteiros e traseiros mudam completamente a aparência do carro, ainda que se identifique o modelo, mas arranca “Oh!’s” e “Ah!’s” quando desfilam pelas ruas nos points da moda.



O QG de Kato, além das oficinas de transformação, é um museu onde estão expostos alguns dos modelos remodelados por ele e sua equipe, além de uma loja de itens licenciados com sua marca, e tem uma parede inteira repleta de miniaturas dos veículos que ele preparou para corridas, em que ele ou outras equipes competiram.



Da minha coleção





O Nissan Silvia, preparado com o Body Kit da Liberty Walk é o último design de Ryu Asada, e a decoração foi feita por Leeway Chang, inspirada nas Lotus pretas da John Player Special. O interior é dourado, e as rodas são Mainline. O modelo saiu em 2023 com os grafismos da LBWK, nas cores preta, vermelha e dourada.

Referências:

https://libertywalk-eu.com/products/lb-er34-super-silhouette-skyline-lb55-01

https://hotwheels.fandom.com/wiki/LB_Super_Silhouette_Nissan_Silvia_(S15)

https://libertywalk.co.jp/history/

http://www.speedhunters.com/2021/02/liberty-walk-a-decade-on/

quinta-feira, 9 de novembro de 2023

GRX - Speed Racer Series

 

O GRX da Série animada Speed Racer, de 1967

O GRX era tecnicamente um motor, mas veio a ser identificado como o carro que possuía este motor, no episódio "The Fastest Car on Earth." (O Carro Mais Rápido da Terra), na série de animação “Speed Racer”. Este motor foi projetado por Ben Cranem, e foi responsável pelos acidentes e mortes de quatro pilotos de testes, inclusive seu inventor, devido às altas velocidades que podia atingir. Cranen morreu e o motor do GRX foi sepultado com ele, mas Oriana Flub e seus homens resgataram o motor e o instalaram num carro com uma carroçaria elegante, afilada e aerodinâmica.

O motor do GRX

Oriana convenceu Speed a testar o carro, e Speed foi injetado com um soro especial conhecido como V-Gas, que aguçava artificialmente seus reflexos. Mas um dos efeitos colaterais provocados pelo V-Gas fazia com que o piloto ficasse com muita sede, e ao consumir qualquer composto que contenha água, o piloto desenvolve uma forte fobia por velocidade.

Quando Curly Cranem, filho de Ben, pilota o GRX no Grande Prêmio Oriental, sob os efeitos do V-Gas, bebe água durante um pit stop, retorna à pista mas na 27ª volta, destrói p GRX num acidente fatal.

A história do GRX teve uma sequência, mas apenas no mangá (história em quadrinhos)  “The Haunted Engine”, dando continuidade aos episódios originais da animação para TV em 1967, “The Fastest Car on Earth”. Após o acidente fatal de Curly Cranem, o GRX foi reconstruído por Harry Cranem, filho mais velho de Ben, que instalou o fatídico motor em um novo carro de corrida, o GRX-2.

Como curiosidade, nos episódios em que o GRX aparece, há um erro de continuidade: no episódio 20, numa das cenas, mostra o velocímetro do GRX com limite de 250 mph (400 km/h), e no episódio 21 em que Speed pilota o carro, o velocímetro mostra que o carro é capaz de atingir 270 mph (440 km/h).

O GRX do filme de 2008, bem diferente do que aparece na animação de 1967

Na adaptação cinematográfica de 2008, o GRX aparece como um carro desenvolvido pela Royalton Industries, e é pilotado por Jack “Cannonball” Taylor. O carro do filme não faz referência ao seu correspondente da animação, tendo o número 66, pintado de roxo e dourado, na configuração monoposto ao invés de dois lugares do original.

Na corrida do Grande Prêmio que fecha o filme, o GRX é o principal adversário de Speed no Mach 6, e traz uma arma secreta chamada “Gancho de Lança”, recurso ilegal nas corridas profissionais. Taylor ativa este recurso contra Speed no Grande Prêmio, mas graças aos Auto-Jacks (macacos hidráulicos) do Mach 6, Speed consegue realizar uma manobra para revelar o Gancho de Lança para as câmeras da pista, provocando a desclassificação de Taylor.

Da minha coleção

Os quatro modelos da Série Speed Racer, Johnny Lightning

O GRX saiu na Série Collectors Edition da Johnny Lightning, em que constavam mais três modelos da animação Speed Racer: o Mach 5, o Shooting Star do Corredor X, e o The Assassin; todos na escala 1:64. Não há informação da data em que foram lançados, mas o Copyright indica o ano de 1997, então concluímos que seja de 1998 ou 1999, já que um modelo leva de um a dois anos para chegar ao mercado, depois que se fecham os contratos de licenciamento.






Além da miniatura, o blister trazia uma reprodução de um fotograma do desenho animado, e havia 40 diferentes imagens, mas não há informações se eram 40 por cada modelo, ou se eram 10 para cada miniatura.


Os frames da animação numerados


Referências:

https://en.wikipedia.org/wiki/Speed_Racer

https://speedracer.fandom.com/wiki/GRX_(1967)

https://www.imdb.com/video/vi1667744793/?ref_=vp_rv_ap_0

https://www.imdb.com/title/tt0813764/?ref_=tt_ep_pr

terça-feira, 7 de novembro de 2023

Custom Acura Integra Sedan GSR

O Acura Integra Sedan de 1994

Mia Toretto (Jordana Brewster) é a irmã mais nova de Dominic Toretto (Vin Diesel), e sua primeira participação na saga se deu já no primeiro filme The Fast and The Furious (2001). Ela tinha uma lanchonete, onde Bryan O’Conner ia comer um sanduíche de atum, iniciando as investigações sobre a gangue de Toretto.

Enquanto ela desaprovasse as atividades escusas de seu irmão, Mia veio a se envolver cada vez mais, devido à transformação de Bryan, de policial a aliado da “família” de Toretto nas missões, e pelo relacionamento amoroso que surgiu entre ela e Bryan. Com o desenvolvimento da saga, Mia teve seis participações (até F&F 9), e depois que ficou grávida de Jack, e a morte de Paul Walker, teve uma presença mais discreta nos filmes da franquia.

Mia e Bryan em Fast Five

O Acura Integra Sedan quer Mia dirige em F&F I é um modelo GS-R de 1994, azul, de quatro portas, comercializado pela Honda nos Estados Unidos, mas foi customizado pela produção do filme com a frente do modelo japonês. Esta geração (DB8) foi produzida de 1993 a 2001, e era equipada com um motor de quatro cilindros em linha (B18C1), com 1,8 litro DOHC VTEC produzindo 170 hp a 7600 rpm e 128 lb-ft de torque a 6200 rpm; acoplado a um câmbio de cinco marchas manual. Nesta configuração, fazia de 0-60 mph em 6,9 segundos, e o quarto-de-milha em 15,4 segundos a 92 mph (155,5 km/h); atingia 135 mph (217 km/h) de velocidade máxima. Ele vinha de fábrica com um spoiler na traseira, sistema de som com seis alto-falantes Stereo, teto solar com abertura remota/elétrica, volante com revestimento de couro e manopla do câmbio também.

No Japão, o Integra é um dos carros mais reverenciados dos anos 1990, e a versão Type R confrontava os Skyline GT-R e Subaru WRX STI de igual para igual.

O Acura Integra Sedan 1994

Em setembro de 2022, Jordana Brewster celebrou seu casamento com o executivo de finanças Mason Morfit, e contou com uma réplica do Acura Integra azul, decorado como o que pilotou no primeiro filme de Fast & Furious. A cerimônia ainda teve mais dois carros da franquia, o Mazda RX-7 vermelho de Toretto e o Honda NSX que ela pilotou no F&F IV, que apareceu também no Fast Five e Fast 9.

Da minha coleção





O Acura Integra Sedan de Mia Toretto saiu na Série Fast & Furious de 2023, que tinha mais cinco modelos que apareceram nos filmes da franquia. Ele vem bem detalhado, com decalques nos faróis e lanternas, assim como a decoração lateral correspondendo ao carro original de Mia no primeiro filme. O chassi é de metal, e as rodas são especiais, com pneus de borracha.

Referências:

https://hotwheels.fandom.com/wiki/Custom_Acura_Integra_Sedan_GSR

https://www.motortrend.com/vehicle-genres/collectible-classic-1992-1993-acura-integra-gs-r/

https://www.drive.com.au/news/fast-furious-star-weds-in-movie-cars/

https://screenrant.com/fast-furious-movies-mia-toretto-cars-drive-model/

https://en.wikipedia.org/wiki/Honda_Integra

https://www.caranddriver.com/reviews/a15142652/acura-integra-gs-r-archived-long-term-test-review/

segunda-feira, 6 de novembro de 2023

Porsche 917 KH_Pink Pig Majorette


Durante a temporada de 1971, a Porsche continuava a desenvolver o 917, e uma das versões (chassi 917-20) já contemplava uma opção mais aerodinâmica visando levar o carro para a Can-Am Series; e Anatole Lapine (Designer-chefe) ficou encarregado de refinar o projeto deste 917, preparando-o para participar das 24 Horas de Le Mans em 1971. Era um trabalho conjunto com a francesa SERA, e a direção da Porsche preteriu os desenhos de Lapine em favor dos franceses.

Lapine não gostou nada disso, e para amenizar as coisas, deixaram com ele a incumbência de criar o design visual que o carro teria. Era a chance que o descontente Lapine precisava para compensar a afronta com os franceses e a direção da Porsche. Como o carro ficou mais “gordo”, Lapine decidiu pintá-lo de rosa, criando uma decoração inspirada nos cortes tracejados de açougueiro, com o nome das partes de um porco, ganhando assim o apelido de "Der Trüffeljäger von Zuffenhausen", ou “Truffle Hunter de Zuffenhausen”, ou “Pink Pig” (porco rosa). Os franceses o chamaram de “Le Cochon Rose”, “Britons”, e “Big Bertha”.

A traseira do 917-20 modificada

Se Lapine queria que a Porsche ficasse malvista na corrida, o efeito foi o contrário, pois a decoração do Pink Pig chamou atenção da imprensa e do público, que amou o visual do carro, tanto que ganhou os vários apelidos, em francês, inglês e alemão, virando um ícone no mundo das corridas automobilísticas.

Para combinar as vantagens da configuração de cauda curta e longa, os engenheiros mantiveram as bitolas nas medidas originais, mas ampliaram a largura da carroçaria feita em alumínio em 9,5 polegadas, de modo que as rodas ficaram mais ao fundo nos paralamas. Também a traseira ganhou um novo design, e as barbatanas verticais se mantiveram no final dos paralamas traseiros. O nariz do carro foi rebaixado, mas era diferente dos LH anteriores.

O carro era equipado com o Flat-12 de 4,9 litros, com 600 hp a 8300 rpm, que levavam seus 909 kg a 360 km/h.  Inscrito nas 24 horas de Le Mans, em 1971, era um dos carros mais rápidos nas sessões de classificação, apesar de ter sido pouco testado em pista. Ele se qualificou em 7º lugar na largada, e andou um bom tempo em terceiro na corrida, mas à noite, Reinhold Joest, que corria em dupla com Willi Kauhsen, bateu na Arnage na volta 180, com 12 horas de corrida, depois que os freios falharam.

O 917-20 Pink Pig nas 24 Horas de le Mans, 1971



Da minha coleção



O Porsche 917 da Majorette, na decoração “Pink Pig” remete ao chassi 917-20, mas vem na configuração KH (Kurzheck, “cauda curta”), e não reproduz corretamente o design do Pink Pig original. De todo modo, ele abre o capô traseiro e agrega esta decoração na coleção dos 917.




Referências:

https://majorette-model-cars.fandom.com/wiki/Porsche_917

https://newsroom.porsche.com/en/history/917-20-sau-10894.html

https://matraxlubricants.com/4567-2/

https://newsroom.porsche.com/en_US/company/porsche-917-top-5-livery-color-combinations-19735.html

https://en.wikipedia.org/wiki/Porsche_917

https://www.planetf1.com/news/2023-le-mans-24-hours-results

https://leotogashi.blogspot.com/2017/04/porsche-917-k-um-supercarro-de.html

quarta-feira, 1 de novembro de 2023

’71 Plymouth GTX

O modelo 1971

O Plymouth GTX foi introduzido no mercado como Belvedere GTX em 1967, pela Divisão Plymouth da Chrysler, posicionado como carro médio, com acabamento mais sofisticado, equipado com o V8 denominado “Super Commando 440” (7,2 litros), que produzia 375 hp, com o opcional de 426 cid (7,0 litros) Hemi. Internamente, era chamado de “Gentleman’ s Muscle Car”, valorizando o comprador que desejava se diferenciar do povo comum. Fazia de 0-60 mph em 6,5 segundos e o quarto-de-milha em 14,9 segundos a 95,4 mph (153,49 km/h).

O Plymouth de Richard Petty

Depois que o Superbird foi banido da NASCAR, Richard Petty passou a correr com um Road Runner, em 1971, conquistando seu terceiro título na Grand National 
Series NASCAR.

Plymouth GTX 1970, com a tomada Air Grabber no capô

Os modelos de 1968 a 1970 compartilhavam a plataforma com o Dodge Charger, recebendo um design diferente na dianteira e traseira. Em 1971 ele foi redesenhado com linhas mais aerodinâmicas, e o conversível saiu de linha. Devido ao crescimento das medidas de segurança, e de emissões, as vendas se retraíram, e após 1972, o GTX foi reintegrado na linha Road Runner, praticamente o mesmo carro, com um acabamento mais simples, e barato, mas ambos mantiveram suas nomenclaturas até deixar de ser produzido.

Devido à pouca quantidade de unidades construídas, o GTX é cobiçado pelos colecionadores, e alguns exemplares alcançam boas cifras quando trocam de mãos.

Da minha coleção

'71 Plymouth GTX


O Plymouth GTX laranja é da Série Muscle Mania, de 2023; e é bem reproduzido pela Mattel. Apesar de ser um Mainline, traz umas rodas diferentes no design, fazendo parecer que é um Real Riders. A pintura em laranja vivo acaba se sobrepondo aos decais em amarelo, e quase não são visíveis, a não ser que examine melhor.

As rodas Chrome RSW são caprichadas

Ele foi lançado na época na Série First Editions em 2001, e em 2021 o casting foi refeito, e o friso de acabamento abaixo das portas passou a fazer parte do interior do modelo.

Referências:

https://hotwheels.fandom.com/wiki/%2771_Plymouth_GTX

https://en.wikipedia.org/wiki/Plymouth_GTX

https://www.musclecarfacts.com/plymouth-gtx/48-1971-gtx/#reviewsTab

https://www.motortrend.com/features/1971-plymouth-gtx-ultimate-hemi/

https://www.musclecarfacts.com/plymouth-gtx/48-1971-gtx/#reviewsTab